Quimera
O monstro que me perseguem tem garras de poder
   Me cerca por todos os lados
   Tenta saber todos os meus segredos
   Para preparar mort�feras armadilhas
   Quer meu fim
   Quer me ver aos seus p�s
   Mas n�o me rendo a nada
   Nenhum homem, nenhum sistema conseguir� aprisionar minha mente

   Pensei em fugir
   mas n�o sou um covarde
   Posso ser desprez�vel, inot�vel, impercept�vel
   mas minhas for�as s�o insuper�veis, ven�o

   Me sufocam, me apertam, me estrangulam
   Tentam tirar minha vida, meu ar, minhas decis�es, minha liberdade
   Se esquecem que a verdadeira for�a de um homem
   se mostra quando � posta em prova sua pessoalidade
   Serei mais forte quando tirarem minhas for�as

   Tomo minha espada de desprezo
   e luto, resisto
   Sou ferido e firo
   Vou matando e sendo morto

   Um punhal se aprofunda no meu peito
   no mesmo instante que minha espada divina corta a carne do mundo

   Morro e mato
   Perco a vida e a deixo para aqueles que ainda quiserem viver
   Morto sou exemplo para os remanescentes
   Que n�o se curvaram, que persitiram

   A eles minha vida
   � vida, meu adeus

                       
       Mateus
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