| Mentes atrofiadas | ||||||||||
| N�s, que ainda pensamos, Somos a salva��o e a destrui��o do mundo Levamos nas costas todo o peso do autocontrole E toda a responsabilidade da ignor�ncia Devemos ser inertes, pra n�o se opor radicalmente E ser violentamente reprimidos N�s, que conseguimos imaginar, Somos a chave e o cadeado Temos no controle toda a sina de todos E a solu��o de todos os enigmas Pois lutamos para libertar nossas mentes, Sabemos o caminho para o Para�so N�s, que abandonamos o medo, Temos a loucura necess�ria para confrontar E a ingenuidade precisa para continuarmos humanos Vemos al�m dos olhos e percebemos al�m dos sentidos E a nossa superioridade se limita a nossa humildade Os outros, os quais repudiamos, S�o o p�trido reflexo distorcido do idealismo Que, com medo de serem eles mesmos, imitaram outros Que tamb�m tiveram medo e se refugiaram em m�scaras E em vez de pensar, seguiram aqueles que se diziam saber E suas vidas foram mortes Mortes por mentes atrofiadas. Mateus |
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