Dilata��o e tor��o g�strica � uma condi��o m�dica severa que pode levar at� a morte do animal. Existem diferentes raz�es para que isso aconte�a, primeiramente � verificado que o est�mago se enche de ar ( dilata��o ), pressionando os org�os adjacentes e diafragama. Devido a essa dilata��o, o est�mago "gira" sobre si mesmo dificultando a circula��o de sangue nesse org�o e consequentemente, o ba�o que fica localizado no lado esquerdo se locomove para o lado direito acarretando um maior dist�rbio. Contudo, alguns c�es podem apresentar somente a dilata��o, sem que haja a tor��o g�strica. Existe uma liga��o entre a predisposi��o racial e dilata��o/tor��o g�strica. Algumas ra�as, principalmente de grande porte s�o as mais acometidas, entretanto, ra�as mais pequenas tamb�m podem ser afetadas. Estudos recentes demonstram que as ra�as mais acometidas s�o o Fila Brasileiro, Dogui Alem�o, S�o Bernardo e Setter Irlandes. Al�m da predisposi��o racial, estudos recentes tem demonstrado uma liga��o gen�tica heredit�ria. Foi verificado que canis que possuiam altos �ndices dessa patologia, havia um parentesco muito estreito entre os animais acometidos. N�o existe uma causa particular da dilata��o/ tor��o g�strica e sim uma combina��o de fatores tais como alimenta��o uma �nica vez ao dia, ra�a de grande porte, comer em velocidade, c�es estressados, exerc�cios inadequados, predisposi��o gen�tica entre outros. Os sintomas s�o f�ceis de serem percebidos: . inquieta��o, . �nsia de v�mito . dilata��o abdominal . dor . saliva��o Quando o animal apresenta esses sintomas deve ser levado imediatamente a um veterin�rio. V�rios procedimentos poder�o ser efetuados de acordo com o estado do animal. Fluidoterapia, inser��o de uma agulha no est�mago para eliminar o excesso de g�s, sonda g�stricas e em casos mais graves cirurgia. Algumas complica��es podem surgir tais como dist�rbios sangu�neos, peritonite e arritmias cardiacas. A preven��o dessa patologia, deve come�ar sobre um estudo no canil, verificando a sua incid�ncia e evitando linhagens que reconhecidamente possuem o problema, contudo, algumas dicas podem ser dadas: . alimentar o animal duas a tres vezes ao dia. . evitar exerc�cios ou stress ap�s duas a tr�s horas da alimenta��o. . n�o fazer altera��es bruscas na dieta do animal. . c�es que j� tiveram essa patologia devem ser mais observados, pois possuem um maior risco de novamente serem acometidos. � importante notar que em caso de dilata��o e tor��o g�strica, n�o tente absolutamente nada, procure o Veterin�rio o mais breve possivel.
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