CONCLUSÃO

Concluímos que a velocidade confirmou a hipótese do estudo que haveria melhorias no desenvolvimento das capacidades condicionais e coordenativas dos componentes da amostra.

Porque o jogador é capaz de executar os movimentos ou deslocamentos específicos do jogo no menor tempo possível.

No treinamento, para desenvolver a velocidade específica do jogo é necessário levar em consideração que os exercícios devem ser executados após um bom aquecimento, com preparação de todo o corpo para as ações motoras. O tempo de duração dos exercícios devem ser o suficiente para que os mesmos sejam executados sem diminuição da velocidade máxima. O número de repetições deve ser tanto, que não permita uma diminuição da velocidade de execução. A duração dos períodos de descanso entre as repetições deve ser o necessário para que a próxima série de exercícios comece com a mesma velocidade. Os exercícios de velocidade devem ser executados na primeira parte da sessão de treinamento.

A execução de exercícios variados é controlada na maior rapidez possível, assim a velocidade confirma a hipótese do estudo, sendo a variável de destaque no jogo de futebol de salão.

 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AZEVEDO, A.J. de. Movimentos ofensivos do Futebol de Salão. Mary produções e Empreendimentos Ltda. São Paulo, 1980.

LUCENA, R.F.. Futsal e a iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1994.

MAGILL, R.A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgar Blucher, 1993.

MUSSiLEN, Paulo César. Futebol de salão – físico – técnico – tático. São Paulo: Artes Gráficas., 1999.

PINHEIRO, m.g.. As novas concepções do Futsal. S.l.,s.n.,s.d.

SANTANA, W.C. Futsal: metodologia da participação. Londrina: Lido, 1996.

VIANA, A.R. ; VIANA, W. A. AMARAL, E. Coordenação psicomotora. Rio de Janeiro: Sprint, s.d.

 

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1