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O P�S MARKETING FERRAMENTA CONT�NUA DE VENDAS |
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O caminho para a reten��o |
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No �ltimo quarto de s�culo, vimos a tecnologia e seus efeitos atuarem como se n�o existissem fronteiras nacionais. As transfer�ncias de novas tecnologias para lugares distantes e a interliga��o das empresas no mundo inteiro criaram um novo ambiente competitivo. |
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Todo dia o consumidor descobre e insere novos e diferentes produtos em sua vida. Produtos estes fabricados ou montados em qualquer pa�s do planeta. Contudo, eles mant�m o mesmo nome conhecido, usado nos seus pa�ses de origem. Os produtos s�o desenhados em um pa�s, as pe�as vem de outro pa�s e s�o montados em um terceiro ou quarto pa�s. Neste cen�rio globalizado, onde fica a fidelidade do consumidor? |
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Tudo isso indica que nossa estrat�gia para o futuro precisa saber lidar com um mercado em muta��o. Isto n�o significa previs�es amplas e sofisticadas, ou abrangentes pesquisas de mercado; significa que, mais do que qualquer outra coisa, precisamos treinar nosso processo de racioc�nio criativo de modo a ficarmos atentos, explorar e nos adaptar �s novas formas de abordar estrat�gias empresariais e de marketing. Por isso, precisamos desenvolver rela��es duradouras com nossos clientes, para que eles parem de pular de produto para produto e de fornecedor para fornecedor a medida que surgem novas op��es e tecnologias. |
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O marketing de relacionamento, ou, o p�s-marketing, trata deste ponto como uma ferramenta de venda cont�nua ao mesmo cliente, ou seja, reter � muito mais vantajoso do que conquistar. |
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� certamente improv�vel que os profissionais de marketing j� tenham competido anteriormente em mercados como atual. Este � mais agressivo e composto de muitos concorrentes, cada um deles oferecendo produtos ou servi�os relativamente equivalentes. Os consumidores, �s vezes caracterizados como vol�veis flertam de uma marca a outra,sem sentimentos de trai�ao; (a uma marca favorita ou temor de perder valor ao mudar entre as marcas dispon�veis). |
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Competir em tal mercado para conquistar novos clientes (a preocupa��o aparente da maioria dos profissionais de marketing contempor�neos) pode ser f�cil, porque os clientes demonstram lealdade de marca, muito pequena. Eles poderiam comprar mais uma ou duas vezes. O que � consideravelmente mais dif�cil em tal din�mica de mercado � manter os clientes comprando regularmente uma marca ou servi�o. Dados os custos decorrentes de conquistar novos clientes, a �nica maneira de lucrar em tal situa��o � aumentar o tempo de vida de compra dos clientes atuais. Portanto, a reten��o de clientes � de longe mais importante do que a atra��o de clientes. |
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Um cliente novo custa muito mais do que um cliente fiel. Esta afirma��o � verdadeira e encontrada em v�rias obras e artigos, portanto devemos analisar o processo de reten��o, como funciona e sua import�ncia. |
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De acordo com as estat�sticas da American Management Association, novos clientes custam 5 vezes mais a serem recrutados do que conservar clientes j� existentes. |
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Vejamos um pequeno exemplo hipot�tico para melhor ilustrar as perdas causadas a uma empresa que perde clientes por dia: |
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Perda de clientes por dia Se cada cliente gastar R$40,00/quinzena Se gastar R$80,00/quinzena |
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1 R$ 400,00 R$ 800,00 |
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5 R$ 2.000,00 R$ 4.000,00 |
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10 R$ 4.000,00 R$ 8.000,00 |
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Nesta hip�tese considerei 5 dias �teis por semana. Imaginem cada ponto de venda perdendo clientes; o que isto representa na receita mensal e anual de sua organiza��o? |
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Se utilizarmos nosso exemplo e fizermos uma pequena reflex�o, n�o ser� dif�cil perceber a import�ncia da reten��o do cliente. No mercado de seguros e previd�ncia privada, como consultor tenho lido estudos que comprovam que clientes antigos da organiza��o mant�m suas contas ativas com maior frequ�ncia do que clientes novos e ainda adquirem novos produtos que a organiza��o lhes oferece. Quanto mais antigo for o seu cliente mais se sentir� fidelizado e recomendar� sua empresa a outros. Neste caso estabeleceu-se uma rela��o de confian�a m�tua. |
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Existem duas estrat�gias que oferecem promessa realista de lucros futuros: conseguir reter os clientes j� existentes ou traze-los da concorr�ncia. N�s vamos tratar da reten��o dos mesmos. |
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Importante ter cautela e lembrar sempre o mundo real, pois, sempre v�o aparecer pessoas com receitas prontas de sucesso. Estes programas prontos poder�o fornecer alguns bons resultados a curto prazo mas, ao longo do tempo, podem coloc�-lo na rota do desastre. Ao inv�s disso, voc� precisa pensar em estrutura e flexibilidade, adaptando os programas a sua organiza��o ficando atento constantemente as mudan�as de cultura e comportamento do consumidor. As empresas est�o passando por uma metamorfose que passa de uma organiza��o voltada para si mesma para uma organiza��o que se volta para o seu cliente atual. |
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� fundamental sintonizar o cliente interno, ou seja, a equipe funcional da empresa deve atuar como um time que dialoga, delega e se comunica com total entendimento das metas e estrat�gias discutidas e planejadas. Um time que atua como um monte de indiv�duos est� fadado ao fracasso. O tempo do pai protetor, o sabe tudo, salvador j� passou. Necessitamos de uma conscientiza��o de cada indiv�duo e sua import�ncia dentro da organiza��o. |
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N�o menos importante � entender o significado de Cliente Fiel X Cliente Novo. N�o tenho a menor inten��o de subtrair a import�ncia de novos clientes, mas sim, alertar para o custo muito maior em conquistar clientes, do que fidelizar os j� existentes. Al�m do mais, se n�o conseguimos reter nossos clientes antigos, com certeza, a perda dos novos e mais caros clientes ocorrer� com velocidade muito maior. |
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Devemos abrir um di�logo formal e informal profundo com nossos clientes, para melhor entender a expectativa e anseios dos mesmos. |
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Lembre-se: O MARKETING MAIS IMPORTANTE, quem faz � O SEU CLIENTE. � ele quem fala bem ou mal de seu produto, atendimento e em geral, de sua empresa. � ele que o mant�m no emprego. |
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Sam Walton, dono da maior rede mundial de varejo, a Wall Mart, diz o seguinte: |
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" O cliente pode demitir todas as pessoas de uma organiza��o, do presidente ao mais simples funcion�rio. Para tanto, basta comprar do concorrente deixando de prestigiar seu neg�cio" |
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N�o poderia deixar de mencionar a import�ncia do Database Marketing - O Banco de Dados. Sem informa��o organizada n�o � poss�vel entender, acompanhar e modificar as atitudes em rela��o aos clientes. |
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Database Marketing, n�o � simplesmente, um arquivo de nomes e endere�os; muito confundido nas empresas brasileiras. Um bom Banco de Dados deve conter dados pertinentes �s atitudes dos clientes, seus anseios, suas prefer�ncias e sua frequ�ncia de utiliza��o de sua organiza��o. Muitos dados s�o espec�ficos a cada organiza��o, desde que sejam importantes para a organiza��o, dever� constar. |
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Finalizando, podemos afirmar que a tecnologia atual nos permite implantar sistemas que possibilitam acompanhar, em detalhes, os fatos mais pertinentes aos clientes. |
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A organiza��o do novo mil�nio, que quiser sobreviver, ter� que se readaptar aos novos conceitos do Marketing. |
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O Marketing de Relacionamento ou o P�s-Marketing, como ferramenta de vendas; a excel�ncia no atendimento, � o caminho para a Fideliza��o do Cliente. |
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Vejamos a seguir o guia do planejamento te�rico e pr�tico da reten��o: |
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1 -O Guia do Planejamento Te�rico |
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Est� dividido em 3 partes e 12 etapas, que s�o as seguintes: |
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1.1 - PARTE I - Mobilizar as pessoas e a Organiza��o em prol da Reten��o dos Clientes |
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a- Estamos todos no mesmo barco. |
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b - Conhec�-los � ret�-los. |
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c - Concentre a aten��o em seus melhores clientes. |
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d - Delega��o de poderes aos subordinados. |
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e - Clientes internos. |
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1.2 - PARTE II - Elaborar o Compromisso Organizacional para com a reten��o do cliente |
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a - Errar � humano, recuperar um cliente � divino. |
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b - Mantenha-se em contato. |
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c - Contatos imediatos do quarto grau com o cliente. |
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1.3 - PARTE III - Integra��o Organizacional |
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a - Lidere, siga ou saia do caminho. |
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b - A tarefa � de todos. |
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c - Reconhe�a um bom trabalho. |
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d - O que funciona hoje pode n�o funcionar amanh�. |
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� importante perceber que este modelo n�o � espec�fico ao pessoal de marketing e sim, a toda a organiza��o, em todos os n�veis hier�rquicos. Percebe-se, tamb�m, que a organiza��o tradicional se tornou incapaz de reter clientes. Novas abordagens � administra��o, processo decis�rio, organiza��o e aprendizado precisam, primeiro, acontecer. |
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O modelo deve ser aplicado com cuidado, lembrando que o mundo n�o � estat�co e sim din�mico. Comece definindo seu melhor grupo de clientes aplicando as 12 etapas, a seguir, defina o segundo melhor grupo de clientes e assim sucessivamente. |
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O modelo de reten��o depende de a��o, muita a��o e de responsabilidade em todos os escal�es da empresa, pois, o processo de reten��o come�a dentro de nossa organiza��o e progride para fora, atingindo nossos clientes. |
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A reten��o movida por pessoas consiste em tr�s princ�pios-chave: |
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1-Responsabilidade Individual. |
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2-Orienta��o para a A��o. |
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3-Adaptabilidade Organizacional. |
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Lembre-se, a rela��o com o cliente reflete a rela��o com seu subordinado. Gerenciar com efici�ncia e efic�cia os seus subordinados representa um grande caminho percorrido, ao sucesso. Em outras palavras: se voc� quiser conservar seus clientes, � melhor se acostumar, primeiro, � id�ia de conservar seus subordinados. |
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Fez-se uma an�lise te�rica do processo de reten��o, vamos agora, analisar o modelo de forma mais pr�tica, entendendo a aplicabilidade e seu significado: |
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2 - O Modelo de Reten��o do cliente. Na Pr�tica |
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As Doze Etapas |
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2.1 - PARTE I - Mobiliza��o |
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a - Estamos todos no mesmo barco - Acabar com o her�i solit�rio que h� dentro de nos formando um s�lido bloco, um trabalho em equipe com sintonia total. Rambo funciona muito bem no cinema, n�o no mundo real. � esta a ess�ncia da primeira etapa. N�o �s criticas individuais e sim ao treinamento do trabalho em equipe. Criar um esp�rito de equipe, respons�vel e sintonizada com a pol�tica da empresa. Eliminar as responsabilidades individuais e fazer a equipe assumir o problema e a solu��o. |
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b - Conhec�-los � Ret�-los - Conhecer o cliente � fundamental nesta etapa. A maioria das organiza��es pensa que conhecem, mas, s� se for por telepatia. Conhecer � perguntar, � pesquisar, � entender de fato qual a expectativa do consumidor. Uma pesquisa americana efetuada pela Sandy Corp., sugere, ap�s pesquisar 686 executivos, que de fato a maioria, apesar de alegar que conhecem, n�o conhecem o seu cliente. |
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c - Focalizando seus melhores clientes - Conhe�a os seus melhores clientes, pois neles voc� encontra uma fatia grande do seu bolo, siga em frente buscando o pr�ximo grupo e assim sucessivamente encontrar� divis�o do seu mercado e os esfor�os necess�rios para atingir cada grupo. Para executar esta etapa � necess�rio um banco de dados atualizado e eficiente, possibilitando elabora��o de listas de clientes por ordem de import�ncia atacando assim os clientes potenciais e elevando o faturamento atrav�s do processo de reten��o. |
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d - A Delega��o de Poderes - Nesta fase falamos da libera��o do potencial humano para fazer com que a reten��o realmente aconte�a. A administra��o deve atuar como catalisador dos esfor�os em toda a organiza��o; se necess�rio, saia do caminho para outros continuarem a tarefa. A centraliza��o das decis�es p�e em risco a sa�de da empresa, delegar poderes e dividir responsabilidades para resolver em equipe cuidando dos resultados positivos e bem sucedidos. |
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e - Clientes Internos - Muitos funcion�rios n�o se v�em de alguma maneira ligados ao usu�rio externo. Na realidade estes indiv�duos, na maioria tamb�m n�o se sentem conectados internamente. No mundo real de hoje, a coopera��o interfuncional, ou seja, os canais internos devidamente alinhados com o dos clientes externos, s�o de fundamental import�ncia, caso contr�rio, a reten��o dos clientes est� condenada ao fracasso, pois o cliente interno n�o sintonizado com a empresa, n�o estar� sintonizado com o cliente externo. |
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2.2 - PARTE II - Compromisso Organizacional |
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a - Errar � Humano - O mundo dos perfeitos s� existe na fantasia, mas, pesquisas provam que clientes que tiveram seus problemas solucionados se mostraram mais fieis do que clientes simplesmente satisfeitos. � o reconhecimento da seriedade da organiza��o no p�s-vendas. O Marketing de Relacionamento, atrav�s de pesquisas, comprova que a corre��o do erro � mais bem recebida do que a perfei��o. |
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b - Mantenha-se em contato - Vendeu e esqueceu seu cliente? Esta atitude com certeza distancia e n�o ajuda na reten��o. � preciso manter contato, procurar saber de sua satisfa��o e reclama��o se houver. Lembre-se, voc� tamb�m � consumidor. J� pensou como � bom ser lembrado? Seja r�pido, procure seu cliente, saiba como se sente em rela��o ao ato de compra que realizou, escute mais do que fale. Se o seu cliente ligar antes seja r�pido nas respostas e solu��es, lembre-se, errar � humano, seja correto com ele e corrija o erro. Com certeza ele saber� reconhecer. |
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c - Contatos Imediatos do Quarto Grau com Seus Clientes - Quanto mais produtos de sua organiza��o, o cliente possuir, ou seja, vendas cruzadas, mais o cliente se sentir� ligado a voc� mais ainda se sentir� fidelizado, mantendo assim um importante processo de reten��o. Se comprou novamente em sua organiza��o, � sinal que o processo de fideliza��o est� em estado avan�ado de reten��;o. Tire proveito desta situa��o e lembre-se; a fidelidade do seu cliente ir� ser propagada aos amigos e familiares, trazendo novos e fidelizados clientes. |
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2.3 - PARTE III - Integra��o Organizacional |
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a - Lidere, Siga, ou Saia do Caminho - Os administradores lideram pela a��o, sacudindo a poeira e se envolvendo. Esque�a a atitude distante adotada na cadeira de executivo, arregace as mangas e se misture aos funcion�rios e clientes. O globo terrestre gira, o mundo se mexe e n�o � do seu cub�culo que voc� identificar� os problemas. Bem vindo ao novo mundo. Lembre-se, para conhecer a fundo o seu mercado, n�o bastam teorias de alto n�vel, nem informa��es transmitidas por terceiros, voc� tem que vivenciar os problemas e ir atr�s das solu��es. |
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b - Todos S�o Respons�veis - O uso efetivo do poder implica senso de responsabilidade e compreens�o de suas limita��es. � fundamental entender que o di�logo na equipe � de extrema import�ncia e que a delega��o de poder tr�z efici�ncia e efic�cia nos resultados da reten��o. Divis�o de responsabilidade obriga a se envolver. A preocupa��o com o cliente externo � de todos os componentes da equipe. Lembre-se, o cliente interno � fundamental no processo de reten��o. |
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c - Reconhecendo um Bom Trabalho - N�o s� dinheiro � motiva��o. Premiar, reconhecer e incentivar s�o fundamentais para o bom resultado da reten��o do cliente. Premiar equipes que alcan�am bom resultado motivar� outras na conquista dos resultados. Um trabalho recompensado � altamente motivador e trar� resultados ainda maiores. Recompense e ser�s recompensado. |
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d - O que Funciona Hoje Poder� N�o Funcionar Amanh� - O marketing de reten��o aplicado a clientes j� existentes significa aceitar que tentativa e erro, geralmente, � a �nica forma de decolar, uma das principais id�ias expressas nesta etapa final de nosso modelo de reten��o. N�o entre em p�nico por causa de uma m� arrancada; isso � natural e n�o prenuncia desastre. Nenhum maravilhoso programa enlatado de 90 dias funcionar�. Portanto, aceite a id�ia de que para o amadurecimento de seus programas de reten��o exige tempo e muita sintonia. Tudo isso exige alto n�vel de flexibilidade organizacional, coisa que algumas vezes parece assustador, mas que representa a �nica maneira correta de proceder. N�o existe pacote pronto. A organiza��o dever� encontrar seu caminho, seguindo o b�sico aqui exposto. Nem milagre nem formula m�gica, apenas acompanhamento e aplica��o do modelo, adaptando-o conforme a necessidade e caracter�stica de sua empresa. |
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O processo de reten��o � �rduo, trabalhoso e exige muito empenho da equipe num todo. O modelo apresentado � b�sico, mas requer adapta��es para cada empresa e � importante entender que o roteiro � v�lido para qualquer tipo de empresa. |
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Cliente fiel � de longe mais barato que cliente novo, mas com isto, n�o se descarta a necessidade de novos clientes, por�m, se n�o se ret�m cliente antigo, com certeza ser� mais dif�cil reter clientes novos. Da mesma forma que se n�o existir harmonia entre os clientes internos com certeza o cliente externo ser� atingido e n�o ficar� retido. |
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Itzhak Meir Bogmann, Administrador de Empresas, p�s-graduado em Marketing, mestre em Marketing de Relacionamento, focado em Fideliza��o de Cliente, cen�rio, estrat�gias e suas implica��es financeiras. Consultor Internacional - IMB Consultoria de Varejo. |
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