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desenho

INTRODUÇÃO

Poucas linhas, cuidadosas ou expontâneas, podem bastar para produzir um símbolo complicado ou para representar uma forma natural. O desenho é a atividade mais fundamental do artista visual.


Marilene Testa, Vicente Henrrique Laurito, aos 38 anos (2004)
Desenho à grafite


Marilene Testa, Honfleur/França (2004)
Desenho à carvão

O Renascimento e seu legado

  • A característica principal do Renascimento foi a separação do conceito medieval de Deus (e a Igreja) como centro onipotente da vida, adquirindo mais interesse no estudo da humanidade e o mundo natural. Leonardo da Vinci (1452 - 1519), representa o espirito investigador do Renascimento. A arte cristã medieval estava dedicada a glória de Deus e ao poder da Igreja. O Renascimento, que se estendeu pela Europa durante o século XV, dissipou o foco de atenção sobre o homem, e apoiado pelo adianto da filosofia e da ciência, aporto uma nova filosofia analítica e perspectiva, para representar a forma e o espaço.
    O Renascimento trouxe mais naturalismo no tratamento dos temas religiosos. As figuras adquiriram mais volume e flexibilidade, e as enquadro em cenários cada vez mais definindo o espaço tridimensional. Os artistas começaram a transcrever o que viam ao invés de se basearem em convencionalismos adquiridos. O estudo de anatomia e perspectiva passou a formar parte do "repertório" dos artistas, permitindo assim representar adequadamente o que viam.
    O Renascimento se estendeu por muitos países europeus, adotando normas e características diferentes, todas tinham uma coisa em comum: o uso do desenho como meio de investigar a natureza, experimentar com a geometria, a perspectiva, a proporção, a composição, os acessórios de percepção e a livre expressão da imaginação. Nunca antes havia mostrado o desenho tal variedade de funções. Este legado dominou a arte e a formação dos artistas no Ocidente até a erupção do Modernismo em finais do século XIX, associada principalmente com os impressionistas e pós-impressionistas.



  • Leonardo da Vinci
    (1452 - 1519)


    Leonardo da Vinci, Madona com menino (1477)
    Bico de pena e tinta sobre papel, 33 x 25 cm.
    Museu do Louvre, Paris, Gabinete de Desenhos, nº 101. O desenho constitui uma primeira versão da Madona de Benois.


    Leonardo da Vinci, Madona de Benois (1478)
    Óleo sobre painel transferido para tela, 86 x 98 cm.
    Leningrado, Hermitage Museum, nº 1618. Ao lado direito aparece uma marca branca, esta marca branca anteriormente era uma janela com um cenário, que foi totalmente apagado.

    Tradições alternativas

  • As tradições artísticas não ocidentais vão adquirindo, cada vez mais importância para os interessados no desenho, já que muitas destas tradições foram aproveitadas e incorporadas nas obras de muitos artistas dos séculos XIX e XX. Nas antigas civilizações da Suméria e do Egito, o desenho era utilizado principalmente como preparação para a pintura e escultura. A característica mais especial do estilo egípcio é a curiosa maneira de considerar as partes do corpo a partir de diferentes pontos de vista, e depois monta-las de modo que ressalte ao máximo o aspecto mais reconhecível de cada parte. Assim a cabeça aparece de perfil. Também está de perfil a parte inferior do corpo; as pernas e os pés se vêem de lado, estendidos e em ângulo reto. No perfil da cabeça se vê um olho de frente.


  • A Tribo Semítica Solicita Entrar no Egito.
    Século XIX A. C. - Pintura Murai Tumba de Beni Hasan, Tebas

    Arte Oriental

  • Na arte muçulmana e em várias culturas orientais, o desenho era mais que nada o primeiro passo para uma pintura. Na arte islâmica nunca se utilizo a perspectiva utilizada no Renascimento, as relações espaciais se indicavam por outros meios. As formas mais próximas eram colocadas na parte inferior e as mais afastadas eram colocadas na parte superior e sem variações de escala. Quanto as figuras mais importantes - deuses, santos, heróis, reis ou rainhas - eram desenhadas maiores que as outras. Outra forma de descrever a distância era colocar uma figura parcialmente tapada por outra, deste modo entendia-se que a figura semi-coberta, estava mais longe que a outra, variando também no tamanho.
    Na China e no Japão aplicavam-se outros princípios. A estreita relação entre caligrafia e desenho, típico das artes índiana e islâmica, era mais acentuada na China e no Japão. Trabalhando somente com a cor negra e com um único pincel, os artistas produziram imagens maravilhosamente sensíveis: figuras, animais, flores, paisagens e outras formas naturais. Variando muitas vezes somente a largura da linha. As obras mais impressionantes são aquelas que com uma única pincelada se representam uma folha, uma cana de bambu, uma pétala de flor, um fruto ou um pássaro. Não só se descreveu a forma do objeto com uma pincelada, como também seu movimento, variações de luz, modulações, mudança de direção, vitalidade, passividade, dureza ou brandura.


  • Cavalo de estimação
    Massanobu Okumura - Período Edo (1615 - 1867)
    Esta imagem retrata um momento do conto "Irmãos Soga" (Goro e Juro) que partiram para um duelo deixando os seus cavalos de estimação para serem levados pelas mulheres.

    Arte Moderna

  • O termo "arte moderna" foi convertido em uma etiqueta que se aplica a qualquer tipo de arte não tradicional, praticada a partir do século XIX. Os artistas abriram seus olhos e suas mentes à novas influências, e viram que os convencionalismos europeus não eram senão uma pequeníssima parte do que podia expressar legitimamente a imaginação criadora.
    Com os impressionistas apareceu um novo conceito, relacionado com a natureza física de uma pintura. Do Renascimento até o século XIX, o plano pictórico se considerava como uma janela, através da qual se via o mundo. Em outras palavras, se tentava negar a qualidade física do plano pictórico, com o fim de criar a ilusão do espaço real. Os impressionistas, também seguiam representando o mundo real, aceitaram a qualidade bidimensional do plano pictórico, porem usaram perspectiva linear e aérea. Além do que deram nova ênfase as pinceladas. Na realidade, se recriavam nos padrões abstratos criados pela pintura. Este foi o primeiro passo dado para liberar a arte das ataduras da expressão figurativa.
    Nos desenhos que realizou durante seus últimos anos, no sul da França, Vincent Van Gogh (1853 - 1890) utilizou freqüentemente o estilo japonês, desenhando à pena e construindo suas imagens com séries de pontos e linhas.
    Segundo Picasso, a fotografia veio para liberar o artista. Em As senhoritas de Avignon (1907), Pablo Picasso (1881 - 1973) se inspirou em tradições distantes das européias. As caras estilizadas se baseavam nas mascaras africanas, enquanto que a cara de perfil com um só olho que olha fixamente ao espectador recorda as tradições estilísticas egípcias. Um ano depois em companhia de Georges Braque (1882 - 1963). Picasso levou mais alem suas experiências. Desenhando os objetos de diferentes pontos de vista , e incorporando estas perspectivas a suas pinturas, estes artistas desenvolveram um estilo de pintura que se chamou Cubismo.

    Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne, pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza como se fossem cones, esferas e cilindros. Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram a representar os objetos com todas as suas partes num mesmo plano. É como se eles estivessem abertos e apresentassem todos os seus lados no plano frontal em relação ao espectador. Na verdade, essa atitude de decompor os objetos não tinha nenhum compromisso de fidelidade com a aparência real das coisas.
    O pintor cubista tenta representar os objetos em três dimensões, numa superfície plana, sob formas geométricas, com o predomínio de linhas retas. Não representa, mas sugere a estrutura dos corpos ou objetos. Representa-os como se movimentassem em torno deles, vendo-os sob todos os ângulos visuais, por cima e por baixo, percebendo todos os planos e volumes.

  • Principais características:

    • geometrização das formas e volumes;
    • renúncia à perspectiva;
    • o claro-escuro perde sua função;
    • representação do volume colorido sobre superfícies planas;
    • sensação de pintura escultórica;
    • cores austeras, do branco ao negro passando pelo cinza, por um ocre apagado ou um castanho suave.

    O cubismo se divide em duas fases:

  • Cubismo Analítico - caracterizado pela desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, o artista registra todos os seus elementos em planos sucessivos e superpostos, procurando a visão total da figura, examinado-a em todos os ângulos no mesmo instante, através da fragmentação dela. Essa fragmentação dos seres foi tão grande, que se tornou impossível o reconhecimento de qualquer figura nas pinturas cubistas.



  • Picasso, O tocador de bandolin, (1911)
    Óleo s/tela, 97 x 70 cm.
    Coleção Graindorge, Liège
    O quadro pertence à fase do "Cubismo Analítico"

  • Cubismo Sintético - reagindo à excessiva fragmentação dos objetos e à destruição de sua estrutura. Basicamente, essa tendência procurou tornar as figuras novamente reconhecíveis. Também chamado de Colagem porque introduz letras, palavras, números, pedaços de madeira, vidro, metal e até objetos inteiros nas pinturas. Essa inovação pode ser explicada pela intenção do artistas em criar efeitos plásticos e de ultrapassar os limites das sensações visuais que a pintura sugere, despertando também no observador as sensações táteis.



  • Picasso, Garrafa de "Vell Marc". Céret , (1912)
    É um dos mais conhecidos e típicos "papiers collés"

    Principais artistas:

  • Picasso - tendo vivido 92 anos e pintado desde muito jovem até próximo à sua morte passou por diversas fases. Entretanto, são mais nítidas a fase azul, que representa a tristeza e a melancolia dos mais pobres, e a fase rosa em que pinta acrobatas e arlequins. Depois de descobrir a arte africana e compreender que o artista negro não pinta ou esculpe de acordo com as tendência de um determinado movimento estético, mas com uma liberdade muito maior. Picasso desenvolveu uma verdadeira revolução na arte, começa a elaborar a estética cubista que, como vimos anteriormente, se fundamenta na destruição de harmonia clássica das figuras e na decomposição da realidade. Podemos destacar, o mural Guernica, que representa, com veemente indignação, o bombardeio da cidade espanhola de Guernica, responsável pela morte de grande parte da população civil formada por crianças, mulheres e trabalhadores, durante a Guerra Espanhola. Outra obra destacada: O Poeta.

  • Braque - um artista que passou pela fase do cubismo analítico e sintético. Obra destacada: Mulher com Violão.

  • Frottage (Frotagem):

  • Técnica criada pelo pintor alemão Max Ernest, no início do século XX. O frottage consiste em aplicar uma folha de papel sobre uma estrutura em relevo, e esfregar um lápis de cor ou grafite, de modo que o papel adquira o aspecto da superfície posta debaixo dele, os efeitos são verdadeiramente interessantes. O FROTTAGE, para ser mais bem compreendido, é o que as crianças fazem sobre as moedas. Serve para mostrar visivelmente as mesclas de cores: basta deslocar ligeiramente o papel antes de aplicar a nova cor. Use sua imaginação e criatividade, após este trabalho você deve reforçar seu desenho, buscando os claros/escuros, o resultado é realmente facinante, transformando-se facilmente num trabalho abstrato.


  • MAX ERNEST

    Decalcomania

  • Justamente como a colagem e a frotagem, a decalcomania era simplesmente um jogo de crianças, (o jogo dos borrões). O método consistia em derramar sobre uma folha do papel branco de alguma textura o gouache preto diluído, cobrindo este com uma outra folha e exercendo então uma pressão desigual com as mãos, a fim espalhar o gouache. O resultado, sempre imprevisível, é uma composição altamente contrastada em preto, cinza e branco, em que se pode descobrir paisagens, perfis ou cabeças, animais ou planta desconhecida. Max Ernst concebeu a idéia de tentar a experiência diretamente em uma tela, com a pintura a óleo reduzida em um estado bastante fluida. O que começou enquanto um mero jogo lhe pareceu de repente oferecer riquissimas possibilidades.

    Dos artistas brasileiros destacamos:

    • Tarsila do Amaral - apesar de não ter exposto na Semana de 22, colaborou decisivamente para o desenvolvimento da arte moderna brasileira.

    • Rego Monteiro - um dos primeiros artistas brasileiros a realizar uma obra dentro da estética cubista. Estudou em Paris, depois da Semana de Arte Moderna, sua vida alternou-se entre a França e o Brasil. Foi reconhecido também naquele país, tem seus quadros dentro do acervo de alguns importantes museus.

    Estes experimentos foram baseados em grande parte nas esquecidas tradições artísticas egípcias e primitivas. Os desenhos, muitas vezes coloridos, se converteram no principal instrumento experimental. Partindo de desenhos do natural ou de composições inventadas, num estilo livre porém figurativo.

    Artistas como Wassily Kandinsky (1866 - 1944), Piet Mondrian (1872 - 1944) e Paul Klee (1879 - 1940), empreitavam uma seqüência de desenhos para levar suas idéias originais para o caminho da abstração. Mais tarde, os fundadores dos movimentos surrealista e Dadá renunciaram a mais convencionalismos, e não só artísticos. Colocaram em julgamento as noções aceitas da realidade, alegando que o mundo fantástico e irracional do subconsciente era mais real que o mundo externo que nos oferecem nossos sentidos, os surrealistas trataram de sacudir os espectadores para tirar-lhes de seus condicionamentos, e assim iniciar-lhes no mundo da psique sem restrições, capazes de produzirem imagens assombrosas e nunca vista.
    Graças a estas experiências, a arte moderna percorreu um enorme caminho desde o naturalismo do século XIX. Os artistas de hoje dispõem de uma variedade enorme de técnicas e tradições. Ao embarcar no desenho ou na pintura, tenha consciência das tradições e convenções que nos precederam. É vital não intimidar-se pela riqueza e variedade das imagens do mundo da arte. O principiante nem sempre será capaz de conseguir os efeitos pretendidos. Porém com pratica constante, em diferentes meios, superfícies e temas, ganhará qualidade e desenvolverá um estilo próprio.

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    Picasso, As Senhoritas de Avignon (1907)
    Óleo s/tela, 99 x 99 cm.
    Museu de Arte Moderna de Nova York
    Uma pintura-chave na história da Arte Moderna. Marca o encontro de Picasso com a Arte Primitiva.


    MEIOS E SUPERFÍCIES

    Meios para desenhar

  • Nas lojas especializadas podemos encontrar uma enorme variedade de materiais para desenhos. Os lápis de grafite, por exemplo, existem em todos os graus de dureza e maciez. Um lápis bem apontado e mais duro é para um trabalho mais delicado e preciso, como desenhos técnicos, não sendo indicado por exemplo para esboçar uma paisagem, sendo indicado para este caso um lápis mais macio, capaz de produzir tons mais escuros, tome cuidado com os lápis mais macios, pois se caem o grafite se quebra por inteiro dentro da madeira.
    Outra alternativa são os lápis à carvão, com graus médios e macios, bons para papeis com superfícies granuladas. Existem vários tipos de lápis de cor, em uma grande variedade de tons, incluindo o branco e o negro e vários tons de cinza. Alguns solúveis em água, podendo passar sobre o desenho um pincel úmido para obter fundidos e lavados. Existe ainda o próprio carvão para trabalhos muito grandes, sendo este mais macio do que o lápis à carvão, produzindo grande variedade de tons, chegando ao negro intenso. Apresenta alguns perigos, como borrar com facilidade e não se pode roçar com a mão, pois deste modo pode se perder um bom trabalho. E se manejado vigorosamente pode partir-se, todo trabalho à carvão deve receber fixador. Uma alternativa para o carvão são os craions Conté, em negro, vermelho ou sépia, também fabricados com diferentes gradações dos médios aos mais macios, a diferença do carvão é que este não se borra. O pastel é um material diferente: são barras muito macias e quebradiças, com uma enorme variedade de cores e matizes. A arte de usar pastel é considerada como "pintura", pois as cores se fundem no papel, do mesmo modo que a tinta na tela. Obtém-se melhor efeito sobre um papel colorido e com uma certa textura, também devem ser fixados. Outra opção também muito boa para o desenho são os pasteis oleosos.
    Para trabalhos à tinta existe uma grande variedade de penas. Em termos gerais pode se obter um grande resultado com uma pena de escrever, tão boa quanto qualquer outra, para trabalhos muito delicados o melhor são as penas para cartografia. O desenho fica muito bonito com tinta de escrever azul ou negra.
    A aquarela é o melhor meio para se desenhar sobre o papel úmido, devido a sua consistência e transparência, neste caso desenha-se com pincel macio.


  • Marilene Testa, Baia dos Porcos PE (2003)
    Desenho à pastel seco


    Marilene Testa, Casario
    Desenho à pastel seco


    Marilene Testa, Paraty RJ
    Desenho à pastel seco


    Marilene Testa, Natureza morta com lampião (1990)
    Desenho à nanquim


    Marilene Testa, Natureza Morta (2002)
    Desenho à grafite


    O Modelo


    Marilene Testa, Veneza - Italia (2005)
    Desenho à grafite

    Superfícies para o desenho

  • O papel mais utilizado é o canson. Ao escolher o papel, o mais importante é a textura. Em geral usam-se papéis duros e lisos para trabalhos à pena ou à lápis duro, e papéis com granulações para carvão, craions e lápis macio. Para desenhos rápidos, apontamentos e exercícios, pode-se usar um papel mais barato, com uma certa textura.
    Para aquarela tem que usar um papel especial. Existem três tipos de superfícies: prensado à quente, prensado à frio e rugoso. O primeiro com uma superfície lisa é indicado para trabalho mais detalhado. Também existem papéis para aquarela feitos à mão. O papel para aquarela é excelente para desenhar com qualquer material.
    O papel Ingres, é excelente e se fabrica em muitos tons e cores, sendo ideal para lápis e craions.
    Mas na verdade a investigação e a curiosidade visual são os principais objetivos. O importante é desenhar, desenhar e desenhar, por esta razão deve-se explorar as qualidades especiais de métodos não convencionais, experimente diferentes materiais e superfícies, para criar efeitos tem se recorrido a salpicar, esponjar, raspar, rasgar, queimar. Experimente sobre madeira, cartão, tela ou qualquer outra superfície que te chame atenção.

  • Lista de Materiais

  • Cores de aquarelas;
  • Borracha;
  • Carvão;
  • Craions Conté, em negro, vermelho ou sépia;
  • Esfuminho;
  • Fixador;
  • Cores de guaches;
  • Lápis aquarelaveis;
  • Lápis à carvão;
  • Lápis de cor;
  • Lápis de grafite HB, 2B, 4B E 6B;
  • Papel Canson brancos e coloridos;
  • Papel Ingres, brancos e coloridos;
  • Pasteis secos e oleosos;
  • Pena de cartografia;
  • Pena de escrever;
  • Pena de naquim;
  • Tinta de escrever;
  • Tinta nanquim;



  • DESENHO DE FIGURAS

    Em todo desenho de figura, qualquer que seja a postura, recorde-se que existem certas proporções básicas, que podem variar de um indivíduo para outro. Quando desenhamos uma figura em pé, podemos dividi-la em oito partes iguais.


    Eixos e linhas de direções

  • Um paço importante para a analise da figura é determinar os eixos da mesma e suas direções no espaço. Uma vez estabelecido os eixos, considera-se as linhas direcionais da figura. Para isto, pergunte-se em qual direção movem-se as partes da figura, e como inclinam-se umas em relação as outras. Tem duas linhas principais de direção entre os ombros e entre os ossos pélvicos. Quando combinados os eixos e as linhas direcionais, ajudam a determinar a posição de um volume no espaço.
  • Volumes da figura

  • Os principais volumes da figura são basicamente cilíndricos, e cada parte tem um eixo central. Represente a figura à base de formas cilíndricas simples
  • Secções Transversais

  • As secções transversais dos cilindros não bastam para indicar o volume. Para isto tem que combinar as secções com outras linhas. As formas complicadas, como os membros do corpo, requerem maior número e variedade de secções transversais para estabelecer suas características volumétricas
  • O Corpo e sua forma

  • Ao iniciar um desenho de figura, considere cuidadosamente a figura do modelo. Não pense nela como uma superfície. Senão como um volume, que ocupa um espaço tridimensional. Ainda que se desenhe sobre uma superfície de duas dimensões, pense, nos volumes que se tem para representar. É muito importante ter em conta que sob a pele e os músculos tem uma estrutura esquelética. E esta estrutura, mais que a superfície, é o que produz a imagem que se vê. O esqueleto e os músculos criam a solidez da figura. Um dos principais problemas é representar esta solidez.

  • Os esquemas abaixo são colaborações de Luiz Sergio, Ilustrador e Desenhista Técnico
    luizsergiom@yahoo.com.br




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