Textos
O círculo que estampa camisetas que se renovam a cada estação foi criado pelo estilista norte-americano Ralph Loren em homenagem a uma jornalista do jornal Washington Post (EUA) que morreu em decorrência do câncer de mama.

De cada peça são revertidos R$ 6,50 ao Instituto Brasileiro de Controle de Câncer de Mama. Porém, na contramão do sucesso, a falsificação das mesmas seguem o contrário do contexto da campanha. "Se você usa este produto pelo social não faz sentido comprar a pirata. Aí que entra a falsa mensagem que você tenta transmitir".

Para ela, este meio pode ser muito eficaz como também superficial. "Eu simulo que sou uma pessoa por usar uma vestimenta. A roupa é sua segunda pele, seria sua epiderme cultural. A roupa é também uma forma de interagir socialmente".

A foto do jovem Che Guevara que lutou por seus ideais é uma das 'personalidades' que mais aparece nas camisetas. "O Che reflete a essência da juventude por isso se tornou tão popular. Porém, mesmo com a massificação de sua imagem, muitos que usam sua figura desconhecem sua história".

Uma simples peça de roupa ou uma ferramenta de comunicação a camiseta está aí para ser usada. Mas, se quiser passar alguma mensagem, Mariane sugere ousadia. "Lembre-se que você será taxado no meio em que você vive. É importante então ter informação e coragem".



e-mail: [email protected]
Hosted by www.Geocities.ws

1