INTRODUÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA POR QUÊ? PARA QUÊ?
A internet na escola seria como uma forma de mudar, para estabelecer novos sistemas, para fazer o que não se faz tradicional. É preciso superar esses sistemas fechados de ensino, com hierarquias firmemente colocadas, e os espaços definidos para ensinar a aprender.
PROJETOS DE APRENDIZAGEM UMA PROPOSTA INOVADORA
Magdalena e Costa apresentam um modelo pedagógico sobre o qual essa proposta inovadora de assenta que é o de aprender a aprender a aprender e não o de ensinar. É o de construir e não o de instruir.
Os projetos de aprendizagem têm como idéias centrais:
- conhecimento/ construção:
- processo interativo:
- prática como suporte da reflexão.
- interdisciplinaridade.
- cooperação, reflexão, tomada de consciência.
- autonomia.
São processos que:
- partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já tem:
- desenvolvem-se com a colaboração, cooperação interna externa (diversidade).
- rompem com horários, disciplinas, pré-requisitos, hierarquias, espaços.
- fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
Neste ambiente os alunos podem: - levantar hipóteses
-analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes.
- desenvolver novas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas.
-incluir, refletir e imaginar;
-ser solidário e cooperativo
O professor passa a ser:
- orientador, desafiador.
QUAL É A QUESTÃO?
As crianças, independente do ambiente sócio-cultural em que vivem, são intrinsecamente curiosas, motivadas a descobrir, a entender e a explicar o entorno.
Pela via motora ou mental, as crianças manipulam, exploram, interagem, interpretam e levantam hipóteses, buscam explicações e reconstituem o mundo que as rodeia, ou seja, as crianças não reconstroem uma realidade, mas uma série de realidades que se aproximam, progressivamente, da visão de mundo conhecida pelos adultos, e a ação é fundamental porque a partir dela a criança age sobre e no meio físico e social construindo assim seu sistema de conceitos. E, é pela interação, que a criança realiza trocas que implicam em dois movimentos complementares: centrípeto – quando há assimilação ou incorporação direta de elementos externos nos seus sistemas de referência, tornando partes deles; centrífugo – quando seus sistemas tentam assimilar elementos externos, mas não podem fazê-lo diretamente em função de variações ou novidades apresentadas pelo meio.
A função da escola seria desafiar a criança a buscar soluções para suas respostas, mas muitas das escolas atualmente ainda são tradicionais, e os professores estão acostumados a pensar pelo aluno, quando deveriam permitir que os estudantes definissem seus projetos, definam quais são os problemas a serem investigados, quais os instrumentos necessários e quais as soluções satisfatórias.
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