|

Natal
é
festival
de
esperança.
E
o
que
mais
o
mundo
necessita
hoje
é
esperança
autêntica.
Temos
posto
a
esperança
em
coisas
erradas.
Esperança
no
progresso
humano,
no
gênio
inventivo,
no
futuro
melhor,
no
poderio
militar,
na
segurança
financeira,
na
eficiência
do
governo,
nos
movimentos,
nos
grandes
líderes,
nos
partidos
políticos,
nas
negociações
de
paz.
Mas
todos
tem
falhado
em
nos
dar
esperança.
Temos
descoberto
que
ter
esperança
em
qualquer
deles
é
conhecer
desapontamento
e
finalmente
experimentar
o
desespero.

A desesperança, contudo,
é
também
profundamente
pessoal.
As
pessoas
nos
desapontam
quando
nelas
pomos
a
nossa
esperança.
Quando
não
podem
ser
a
nossa
fonte
de
felicidade,
nosso
coração
se
parte.
Colocamos
a
esperança
em
nossas
carreiras,
em
nosso
planejamento
financeiro
e
em
nossas
habilidades.
Os
revezes
da
vida
nos
chocam
com
a
compreensão
de
que
nossa
esperança
se
encontra
no
lugar
errado.
Nossos
planos
para
o
futuro
podem
empurrar-nos
para
o
amanhã
com
o
anseio
de
que
as
coisas
hão
de
acontecer
como
sonhamos.
Mas
as
coisas
raramente
funcionam
como
planejamos.
As
circunstâncias,
as
pessoas,
nós
mesmos,
e
os
nossos
talentos
não
são
fontes
confiáveis
de
esperança.
Precisamos
de
algo
mais
que
sonhar
acordados
ou
esperar
cegamente
que
tudo
dê
certo.
Precisamos
de
uma
esperança
vibrante
na
dor,
coerente
no
pesar,
incansável
no
quebrantamento
de
coração,
inatacável
no
desapontamento
e
imorredoura
na
pressão
da
vida.
Você
possui
uma
esperança
assim?
A
sua
esperança
é
confiável?

A
verdadeira
esperança
não
advém
do
planejamento,
nem
provém
da
procura
da
esperança.
Ela
cresce
a
partir
de
duas
convicções
básicas:
que
Deus
está
no
controle
e
que
Ele
intervém.
É
por
isso
que
uma
verdadeira
experiência
do
Natal
nos
traz
esperança
duradoura.
"O
fundamento
de
nossa
esperança
é
Cristo
no
mundo,
e
a
evidência
de
nossa
esperança
é
Cristo
no
coração"
(Matthew
Henry).
|