TERMOS MEDICINAIS E SAÚDE Terminologia própria de cada sistema do organismo


SISTEMA RESPIRATÓRIO
* Apnéia: parada dos movimentos respiratórios.
* Asfixia: sufocação, dificuldade da passagem do ar.
* Aerofagia: deglutição anormal de ar, provocando eructação freqüente.
* Anóxia: redução do suprimento de oxigênio nos tecidos.
* Binasal: referente a ambos os campos visuais nasais.
* Bradipnéia: movimento respiratório abaixo do normal.
* Cianose: coloração azulada pôr falta de oxigênio.
* Dispnéia: dificuldade respiratória.
* Eupnéia: respiração normal.
* Estertorosa: respiração ruidosa.
* Expectoração: expelir secreção-pulmonar “escarro”.
* Hemoptise: hemorragia de origem pulmonar, escarro com sangue.
* Hemotórax: coleção de sangue, na cavidade pleural.
* Hiperpnéia: respiração anormal, acelerada, com movimentos respiratórios exagerados.
* Ortopnéia: acentuada falta de ar em decúbito dorsal.
* Taquipnéia: movimentos respiratórios acelerados.



SISTEMA DIGESTIVO
· Anorexia: perda do apetite.
· Afagia: impossibilidade de deglutir.
· Azia: sensação de ardor estomacal, eructação azeda e ácida.
· Bilioso: 1. Referente à bile.
2. Peculiar a transtornos causados pôr excesso de bile.
· Bulemia: fome exagerada.
· Cólica: dor espasmódica.
· Constipação: não evacua normalmente.
· Colostomia: abertura artificial para saída de fezes a nível do cólon.
· Coprólito: massa endurecida de matéria fecal nos intestinos.
· Desidratação: perda exagerada de líquido no organismo.
· Disfagia: dificuldade de deglutir.
· Diarréia: evacuações freqüentes e líquidas.
· Distensão: estiramento de alguma fibra muscular, intumescimento ou expansão.
· Emese: ato de vomitar.
· Enema: clister, lavagem, introdução de líquidos no reto.
· Enteralgia: dor intestinal.
· Eventração: saída total ou parcial de vísceras na parede abdominal, mas a pele continua íntegra.
· Evisceração: saída das vísceras de sua situação normal.
· Flatulência: distensão do intestino pelo acúmulo de fezes e gazes.
· Gastralgia: dor de estômago.
· Halitose: mau hálito.
· Hematêmese: vômitos com sangue.
· Hiperemese: vômitos excessivos ou incoercíveis.
· Inapetência: falta de apetite, anorexia.
· Melena: fezes escuras e brilhantes, com presenças de sangue.
· Náuseas: desconforto gástrico com impulsão para vomitar.
· Polidipsia: sede excessiva.
· Pirose: sensação de ardência do estômago à garganta.
· Plenitude Gástrica: sensação de estufamento.
· Regurgitação: volta de comida do estômago à boca.
· Sialorréia: salivação excessiva.
· Sialosquiese: salivação deficiente (boca seca).



SISTEMA NERVOSO
Ø Apalestesia: perda do sentido das vibrações.
Ø Astasia: incapacidade de permanecer em pé pôr incoordenação motora.
Ø Coma: estado de inconsciência.
Ø Convulsão: contrações violentas involuntárias do músculo, agitação desordenada.
Ø Diplegia: paralisia bilateral.
Ø Ecopraxia: repetição dos movimentos ou maneirismo de outra pessoa.
Ø Estutor: inconsciência total ou parcial.
Ø Estupor: inconsciência total ou parcial, mutismo sem perda da percepção sensoral.
Ø Hemiplegia: paralisia dos MMII.
Ø Hemicrânia: enxaqueca, dor (em metade do crânio).
Ø Hemiparesia: fraqueza muscular em um lado do corpo.
Ø Hiperalgesia: sensibilidade exagerada à dor.
Ø Hipersônia: sonolência excessiva.
Ø Hipoestesia: diminuição da sensibilidade.
Ø Hipotonia: tonicidade muscular diminuída.
Ø Parestesia: alteração da sensibilidade, desordem nervoso, com sensações anormais.
Ø Paresia: paralisia incompleta.
Ø Paralisia: diminuição ou desaparecimento da sensibilidade e movimentos.
Ø Reflexo: contração muscular, resposta involuntária a um estímulo.
Ø Tetraplegia: paralisia dos quatros membros.



SISTEMA TEGUMENTAR
o Acronia: falta de melanina, falta de pigmentação “albinismo”.
o Apelo: 1 Sem pele, não cicatrizado, aplicado a feridas.
2 Desprovido de prepúcio, circuncidado.
o Coasma: manchas escuras na pele, principalmente na face da gestante.
o Dermatose: doença da pele.
o Dermatite: inflamação da pele.
o Erupção na pele: vermelhamento da pele com vesículas.
o Equimose: extravasamento de sangue pôr baixo dos tecidos “manchas escuras ou avermelhadas”.
o Erupção: lesões visíveis na pele.
o Eritema: vermelhidão na pele.
o Escabiose: moléstia cutânea contagiosa, caracterizada pôr lesão multiforme, acompanhada pôr prurido intenso.
o Esclerose: endurecimento da pele, devido a uma proliferação exagerada de tecido conjuntivo. Alteração de tecido ou órgão caracterizado pela formação de tecido fibroso.
o Esclerodermia: afecção cutânea com endurecimento da pele.
o Escoriações: perda superficial de tecidos.
o Estrófulo: Dermatose benigna, comum no recém-nascido.
o Exantema: deflorência cutânea, qualquer erupção cutânea.
o Fissura: ulceração de mucosa.
o Flictema: levantamento da epiderme, formando pequenas bolhas.
o Mácula: mancha rósea da pele sem elevação.
o Pústula: vesícula cheia de pus.
o Petéquias: pequenas hemorragias puntiformes.
o Úlcera: necrose parcial do tecido com perda de substâncias.
o Urticária: erupção eritematosa da pele com prurido.
o Vesículas: bolhas.



SISTEMA URINÁRIO
- Anúria: ausência da eliminação urináriaa.
- Colúria: presença de bilirrubina ou bíllis na urina.
- Diurese: volume de urina coletado.
- Enurese: incontinência urinária noturnaa.
- Hematúria: presença de sangue na urina..
- Micção: ato de urinar.
- Mictúria: micção freqüente à noite.
> - Oligúria: deficiência de eliminações urrinária “escassez”.
- Poliúria: presença de pús na urina.
> - Polagiúria: eliminação freqüente de uriina.
- Retenção urinária: incapacidade de elimminar a urina.
- Xantorréia: corrimento vaginal amareladdo, acre e purulento.



SISTEMA LOCOMOTOR
§ Ancilose: imobilidade de uma articulação.
§ Ataxia: não coordena os músculos e a locomoção.
§ Acinesia: lentidão dos movimentos ou paralisia parcial.
§ Agrafia: não consegue escrever.
§ Ambidestro: habilidade de usar as duas mãos.



ÓRGÃOS DOS SENTIDOS
BOCA
§ Afasia: impossibilidade de falar ou entender a palavra falada.
§ Afagia: impossibilidade de deglutir.
§ Afonia: perda mais ou menos acentuada da voz.
§ Anodontia: ausência congênita ou adquirida dos dentes.
§ Aptialismo: deficiência ou ausência de saliva.
§ Aposia: ausência de sede.
§ Adipsia
§ Sialorréia: salivação excessiva.
OLHOS
# Anisocoria: desigualdade de diâmetro das pupilas.,br> # Aniridia: ausência ou falha da íris.
# Ablepsia: cegueira.
# Ambliopia: diminuição da acuidade visual.
# Blefarite: inflamação das pálpebras.
# Blenofitalmia: secreção mucosa nos olhos.
# Diplopia: visão dupla.
# Miose: contração da pupila.
# Midríase: dilatação da pupila.
# Ptose palpebral: queda das pálpebras.



TERMINOLOGIAS

A

· Algia: dor em geral.
· Astenia: fraqueza, cansaço.
· Acne: doença inflamatória das glândulas sebáceas.
· Adiposo: gordura.
· Anemia: é a diminuição dos números de hemácias.
· Atresia: ausência ou fechamento de um orifício natural.
· Alopecia: é a queda total ou parcial dos cabelos.
· Amenorréia: falta de menstruação.
· Atrofia: diminuição do tamanho ou peso natural de um órgão ou tecido.
· Abdução: afastamento de um membro do eixo do corpo.
· Abrasão: esfoladura, arranhão.
· Abscesso: coleção de pus externa ou internamente.
· Absorção: penetração de líquido pela pele ou mucosa.
· Abstinência: contenção, ato de evitar.
· Acesso: repetição periódica de um fenômeno patológico.
· Acinésia: impossibilidade de movimentos voluntários, paralisia.
· Adenosa: tumor de uma glândula e que reproduz a estrutura dela.
· Adução: mover para o centro ou para a linha mediana.
· Afebril: sem febre, apirético.
· Afluxo: vinda para determinado lugar.
· Algidez: resfriamento das extremidades.
· Álgido: frio.
· Alopecia: queda total ou parcial dos cabelos e pelos.
· Aloplastia: (prótese), substituto de uma parte do corpo por material estranho.
· Alucinação: percepção de um objeto, que na realidade não existe.
· Analgesia: abolição da sensibilidade a dor.
· Anasarca: edema generalizado.
· Anfiantrose: articulação que se movimenta muito pouco, exemplo: falange.
· Anuperineal: região referente ao anus e períneo.
· Anoretal: região referente a anus e reto.
· Anorexia: falta de apetite, inapetência.
· Anosmia: diminuição ou perda completa do olfato.
· Anoxia: falta de oxigênio nos tecidos.
· Anquitose: diminuição ou supressão dos movimentos de uma articulação.
· Anterior: a parte da frente.
· Anuria: ausência de urina.
· Ânus: oríficio da saída retal.
· Apático: sem vontade ou interesse para efetuar qualquer esforço físico ou mental.
· Apirético: sem febre.
· Apirexia: ausência de febre.
· Apéplexia: perda súbita dos sentidos com elevação da temperatura, mas sem hemiplegia.
· Ascite: edema localizado na cavidade peritonial com acúmulo de líquido.
· Astasia: incoordenação motora que toma impossível ao paciente permanecer em pé.
· Astasia/abasia: impossibilidade de ficar em pé e andar.
· Astenia: enfraquecimento.
· Ataxia: incoordenação motora.
· Auricular. referente a orelha.



B

o Balanite: inflamação da glande ou da cabeça do pênis.
o Balanopostite: inflamação da glande e do prepúcio.
o Bandagem: enfaixe.
o Benigno: 1. Que não ameaça a saúde nem a vida.
2. Não maligno, como certos túmures, inócuo.
o Bilateral: relativo a ambos lados.
o Biópsia: 1. Extirpação de um fragmento de tecido vivo com finalidade diagnóstico.
2. A peça extirpada dessa maneira.
o Blenorréia: secreção abundante das mucosas, especialmente da vagina e uretra.
o Blenúria: presença de muco na urina.
o Bócio: hiperplasia da glândula tireóide.
o Borra de café: aspecto do vômito ou da defecação que contém sangue.
o Bradicardia: diminuição das batidas cardíacas.
o Bucal: oral, referente a boca.
o Bulimia; fome excessiva e patológica.
o Bursite: inflamação da bolsa sinovial.



C

§ Calafrio: contrações involuntárias das musculaturas esqueléticas com tremores e bater dos dentes.
§ Caquexia: desnutrição adiantada, emagrecimento severo.
§ Congênito: doença herdada no nascimento.
§ Cefaléia: dor de cabeça.
§ Cacofonia: voz anormal e desagradável.
§ Cãibra: contração muscular, espasmódica e dolorosa.
§ Cianose: cor azulada da pele por falta de oxigênio no sangue.
§ Cianótico: com cianose.
§ Cirrose: fibrose com destruição do tecido.
§ Cistite: inflamação da bexiga.
§ Cistocéle: hérnia da bexiga.
§ Cistostomia: abertura de comunicação da bexiga com o exterior.
§ Claudicação: fraqueza momentânea de um membro.
§ Clister: introdução de pequena quantidade de água, medicamento ou alimento no intestino.
§ Coagulação: espessamento de um líquido formado coágulo.
§ Colecistectomia: remoção da vesícula biliar.
§ Colecistite: inflamação da vesícula biliar.
§ Cólica: dor abdominal.
§ Colpoperineorrafia: operação reparadora em torno da vagina e períneo.
§ Congestão: acúmulo anormal ou excessivo de sangue numa parte do organismo.
§ Constipação; retenção de fezes ou evacuação insuficiente.
§ Contaminação: presença de micróbios vivos.
§ Contratura: rigidez muscular.
§ Convalescente: caminha para o restabelecimento.
§ Cordialgia: dor no coração.
§ Costal: relativo às costelas.
§ Coxa: parte do membro inferior acima do joelho.
§ Curativo compressivo: curativos nas feridas que sangram.
§ Curativo frouxo: curativo em feridas que supuram.
§ Curativo seco: feito apenas com gaze.
§ Curativo úmido: quando há aplicação de medicamentos líquidos ou úmidos.
§ Cutâneo: referente a pele.
§ Cútis: derma.



D

* Dactilite: inflamação de um dedo ou artelho.
* Debilidade: fraqueza, falta de força.
* Diaforese: sudorese excessiva.
* Dismenorréia: menstruação difícil e dolorosa.
* Debridamento: limpeza de um tecido infectado ou necrótico de um ferimento.
* Decúbito: posição deitada.
* Deglutir: engolir.
* Deltóide: músculo do braço em forma de “D” e onde se aplicam injeções intramuscular.
* Desidratação: diminuição anormal dos tecidos do organismo.
* Desmaio: lipotínea, ligeira perda dos sentidos.
* Dentro: cito a direita.
* Disfagia: dificuldade na deglutição.
* Disfonia: distúrbio na voz.
* Dismenorréia: menstruação difícil e dolorosa.
* Dispnéia: falta de ar, dificuldade para respirar.
* Dispnéico: com dispnéia.
* Disquesia: evacuação difícil e dolorosa.
* Disseminado: espalhado.
* Distal: a mais distante do corpo.
* Distrofia: pertubação da nutrição.
* Disúria: micção difícil e dolorosa.
* Diurese: secreção urinária.



E

v Edema: retenção ou acúmulo de líquido no tecido celular.
v Esclerose: endurecimento dos vasos ou perda de elasticidade.
v Espasmo: contrações involuntária, violenta e repentina de um músculo, ou grupo de músculos pode acometer as vísceras ocas como estômago e os intestinos.
v Enxaqueca: dor de cabeça unilateral.
v Edema: aumento anormal dos líquidos orgânicos.
v Entérico: relativo ao intestino.
v Enurese: incontinência de urina.
v Epigastro: porção média e superior do abdômen.
v Epigastralgia: dor no epigastro.
v Episiorrafia: sutura no períneo ou dos grandes lábios.
v Episorragia: hemorragia perineal.
v Episiotomia: incisão lateral do orifício vulvar para facilitar o parto.
v Epistaxe: hemorragia nasal.
v Epistótomo: contrações musculares generalizadas com encurvamento do corpo para à frente.
v Equimose: pequeno derrame sanguíneo debaixo da pele.
v Eructação: emissão de gases estomacais pela boca, arroto.
v Erupção: lesão amarela ou enegrecida que se forma nas queimaduras ou feridas infectadas.
v Escara de decúbito: úlcera perfurante em região de proeminências ósseas.
v Escoriação: abrasão, erosão, perda superficial dos tecidos.
v Escótomo: ponto cego no campo visual.
v Escótomo cintilante: pontos luminosos no campo visual, na hipertensão arterial.
v Escrotal: relativo ao escroto.
v Escrotite: inflamação do escroto.
v Escroto: saco de pele suspenso na região do períneo e que aloja os testículos e os epidídimos.
v Escrotocele: hérnia do escroto.
v Esfacelo: necrose, gangrena.
v Esfacelodermia: gangrena da pele.
v Esfenóide: osso situado no centro do assoalho do crânio.
v Esfenoidal: referente ao esfenóide.
v Esfígmico: relativo ao pulso.
v Esfigmocardiógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso e do coração.
v Esfimógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso.
v Esfinomanometro: aparelho para verificar a pressão arterial.
v Esfíncter: músculo circular que constrói o orifício de um órgão.
v Esfincterolgia: dor no esfíncter.
v Esfincteroplastia: reparação cirúrgica de um esfíncter.
v Esfincterotomia: divisão dos músculos de um esfíncter.
v Esfregaço: material espalhado numa lâmina de vidro para exame.
v Esfregaço cervical: esfregaço das secreções mucosas do colo do útero.
v Esmalte: camada externa dos dentes.
v Esmegma: secreção caseosa em redor do prepúcio ou dos pequenos lábios.
v Esôfago: tubo longo situado atrás da traquéia e pelo qual caminham os alimentos para irem ao estômago.
v Esofagismo: espasmo do esôfago.
v Esofagocele: hérnia do esôfago.
v Esofagomalácia: amolecimento do esôfago.
v Esofagoptose: prolapso do esôfago.
v Esofagoscópio: instrumento para exame visual do esôfago.
v Esofagostomia: abertura de comunicação entre o esôfago e o exterior. Formação de uma fístula esofagiana.
v Esfagotomia: incisão do esôfago.
v Espasmo: contração involuntária e brusca dos músculos lisos ex: a cólica hepática, a cólica nefrética.
v Espasmódico: rígido, com espasmo.
v Espasmofilia: tendência aos espasmos e às convulsões.
v Espasmolítico: medicamento que combate o espasmo.
v Esposticidade: capacidade de entrar em espasmo.
v Espástico: em estado espasmódico.
v Específico: remédio que age de maneira especial, curando determinada doença.
v Especulo: instrumento para examinar o interior de cavidades como a vagina, reto nariz, ouvido.
v Esperma: líquido especulado durante o ato sexual pelos animais machos.
v Espermatocistite: inflamação da vesícula seminal.
v Espermatite: inflamação do canal deferente.
v Espermatocele: cisto em uma parte do epidídimo.
v Espermatorréia: incontinência de esperma.
v Espermatúria: presença de esperma na urina.
v Espermicida: que destrói o espermatozóide.
v Esprometria: medida da capacidade respiratória dos pulmões.
v Esperômetro: aparelho que mede a capacidade respiratória dos pulmões.
v Esplâncnico: relativo às vísceras.
v Esplâncnocele: hérnia de uma víscera ou de parte dela.
v Eplancnoptose: queda de uma ou mais vísceras.
v Esplenoctomia: extirpação de baço.
v Esplenopatia: afecção do baço.
v Esplenectopia: queda do baço.
v Esplenelcose: úlcera do braço.
v Esplênico: relativo ao baço.
v Esplenite: inflamação do baço.
v Esplenocele: hérnia de baço.
v Esplenomegalia: aumento do volume do baço.
v Esplenomalácia: amolecimento do baço.
v Esplenopexia: fixação cirúrgica do baço.
v Esplenoptose: queda do baço.
v Esplenotomia: incisão no baço.
v Espondilalgia: dor nas vértebras.
v Espondilartrite: inflamação das articulações vertebrais.
v Espondilite: inflamação de uma ou mais vértebras.
v Esputo: escarro, material expectorado. Pode ser mucótico, mucopurulento, purulento, hemorrágico, espumoso.
v Esqueleto: o arcabouço ósseo do corpo.
v Esquinência: qualquer doença inflamatória da garganta.
v Estado: período, fase.
v Estado de mal: crises contínuas, uma se emendando na outra.
v Estado epiléptico: uma sucessão de ataques epilépticos graves.
v Estado de mal asmático: ataque severo de asma, que dura mais de 24 horas e quase impede a respiração.
v Estafiledema: edema da úvula.
v Estafilete: inflamação da úvula.
v Estafilococemia: presença de estafilocócus no sangue.
v Estafilococos: bactérias em forma de cachos de uva.
v Estafiloma: protusão da córnea ou da esclerótica em caso de inflamação.
v Estafilorrafia: sutura da úvula.
v Estafiloplastia: cirurgia plástica da úvula.
v Estase: estagnação de um líquido anteriormente circulante.
v Estase intestinal: demora excessiva das fezes no intestino.
v Esteatoma: lipoma, tumor de tecido gorduroso.
v Esteatorréia: evacuação de fezes descoradas, contendo muita gordura.
v Esteatose: estreitamento.
v Estenose do piloro: estreitamento do piloro.
v Estercólito: fecólito, massa dura e compacta de fezes. Cibalo.
v Estereognose: reconhecimento de um corpo pelo tato.
v Estéril: incapaz de conceber ou de fecundar em cirurgia, livre de qualquer micróbio.
v Esterilidade: a condição de ser estéril.
v Esterilização: operação pela qual, uma substância ou um objeto passa a não conter nenhum micróbio.
v Esternal: relativo ao osso esterno.
v Esternalgia: dor no esterno.
v Externo: osso chato do peito.
v Esternutação: espirro.
v Estermitatório: que provoca espirro.
v Estertor: ruído respiratório que não se ouve à auscultação no estado de saúde. Sua existência indica um estado mórbido.
v Estetoscópio: aparelho para escuta, ampliando os sons dos órgãos respiratórios ou circulatórios.
v Estomacal: estimulante do estômago.
v Estômago: a porção dilatada do canal digestivo aonde vai ter os alimentos que passam pelo esôfago.
v Estomatite: inflamação da boca.
v Estomatologia: estudo das doenças da boca.
v Estomatorragia: hemorragia da boca.
v Estrabismo: falta de orientação dos eixos visuais para o objeto, devido à incoordenação dos músculos motores oculares.
v Estrangúria: micção dolorosa.
v Estreptoco: gênero de bactéria gran-positivas que se apresentam em forma de cadeia ou rosário.
v Estrias: cicatrizes na pele do abdome ou da coxa, pela dilatação das fibras na gestação ou no parto.
v Estritura: estreitamento de um canal.
v Etriturotomia: incisão de uma estenosa.
v Estruma: bócio.
v Estrumectomia: ablação cirúrgica de um bócio.
v Estrumite: inflamação da glândula tiróide.
v Eterização: anestesia pelo éter.
v Etilismo: vício do uso de bebidas alcoólicas, intoxicação crônica pelo álcool etílico.
v Eteromamia: embriaguez habitual pela inalação de éter.
v Etilista: alcoólatra.
v Etiologia: estudo das causas da doença.
v Etmóide: osso cito no assoalho do crânio ao lado do esfenóide.
v Euforia: sensação de bem-estar.
v Eupnéia: respiração normal.
v Eutanásia: morte tranqüila, facilitando da morte nos casos incuráveis. É proibida pela ética médica e pela lei.
v Eutócia: parto natural.
v Eutrofobia: boa alimentação.
v Evacuante: medicamento que produz evacuação de um órgão seja purgativo, vomitivo, diurético ou outro.
v Eventração: hérnia do intestino na parede abdominal.
v Evisceração: remoção de vísceras.
v Exacerbação: agravação dos sintomas.
v Exantema: erupção da pele.
v Excisão: corte ou retirada de um órgão ou parte dele.
v Excitabilidade: capacidade de reagir a um estímulo.
v Excreta: os resíduos eliminados do corpo.
v Exfoliaçãio: desprendimento de tecido necrosado sob a forma de lâminas.
v Exodontia: extração de dentes.
v Exodontia: extração dos dentes.
v Exoftalmia: projeção dos olhos para fora.
v Exostose: projeção óssea para fora da superfície do corpo.
v Expectação: ato de deixar a doença evoluir limitando-se o médico a atenuar os sintomas.
v Expectorante: medicamento que promove a expulsão de catarro e mucosidade da traquéia e brônquios.
v Espectoração: expulsão de catarro das vias respiratórias.
v Exsudato: substância líquida eliminada patologicamente.
v Extirpação: retirada completa.
v Extra-articular: do lado de fora da articulação.
v Extrofobia: reviramento de um órgão para fora.



F

Ø Fastígio: o ponto máximo da febre.
Ø Flácido: mole, caído.
Ø Facial: referente à face.
Ø Fadiga: cansaço, esgotamento.
Ø Falanges: osso do lado: falange, falangulia e falangeta.
Ø Falo: pênis.
Ø Falópio: (trompa de) – órgão que liga ao útero.
Ø Faringe: órgão situado ente a boca e o esôfago.
Ø Faringite: inflamação da faringe.
Ø Faringectomia: ablação cirúrgica da faringe.
Ø Faringodímia: dor na faringe.
Ø Faringoplegia: paralisia dos músculos da faringe.
Ø Faringoscópio: instrumento para exame da faringe.
Ø Faringotomia: incisão da faringe.
Ø Fáscia: aponeurose, faixa de tecido conjuntivo que envolve o músculo.
Ø Fatal: causador de morte, desastroso.
Ø Fator RH: em seres humanos, 85% são RH positivos, possui um agluinógeno especial, uma aglutimina, em seus glóbulos vermelhos. A mulher RH negativa casada com RH positivo pode produzir anticorpos que destroem o sangue do feto, este nasce morto, costuma-se fazer transfusão total de sangue com o feto ainda no útero.
Ø Febre amarela: doença transmissível grave, causada por um vírus transmitido pelo mosquito “Aedes Egyptiu”.
Ø Febre cerebral: meningite.
Ø Febre entérica: febre tifóide.
Ø Febre eruptiva: qualquer doença febril que se acompanha de erupção na pele.
Ø Febre de feno: manifestação alérgica, com renite e ligeira febre.
Ø Febre glandular: mononucleose infecciosa.
Ø Febre intermitente: alternativas de febre e temperatura normal. A malária, por exemplo, produz febre intermitente, com intervalos certos.
Ø Febre recorrente: alguns dias com febre, seguidos de outros sem febre e novamente outros com febre.
Ø Febre remitente: febre que apresenta melhoras ou diminuição, mas sem chegar a desaparecer.
Ø Febrícula: febre pouco elevada e passageira.
Ø Febrífulo: que afasta a febre.
Ø Fecalóide: semelhante às fezes.
Ø Fel: bile.
Ø Fêmur: osso da coxa. É o maior osso do corpo.
Ø Fenestrado: com aberturas ou janelas.
Ø Feocromocitoma: tumor das glândulas supra-renais, que produz elevação da pressão arterial.
Ø Ferida: lesão.
Ø Ferida incisa: corte.
Ø Ferida cirúrgica: a incisão cirúrgica asséptica.
Ø Ferida infectada: aquela em que há micróbios.
Ø Ferida lacerada: quando há arrancamento ou laceração dos tecidos.
Ø Ferida perfurada: ferida produzida pela penetração de objeto perfurante.
Ø Ferida séptica: ferida infectada.
Ø Feto: o produto da concepção a partir do 4º mês de vida intra-uterina.
Ø Feto a termo: feto em condições de nascer, com aproximadamente 280 dias de gestação.
Ø Fetor: cheiro fétido.
Ø Fezes: conjunto de materiais não digeridos, gorduras, pigmentos biliares, células descamadas, bactérias, toxinas e água.
Ø Fibrilação: tremor muscular. A fibrilação cardíaca é mortal.
Ø Fibrilação auricular: fibrilação cardíaca.
Ø Fíbula: outro nome do osso rótula (joelho).
Ø Filático: que protege.
Ø Filaxia: proteção, defesa.
Ø Filiforme: em forma de fio.
Ø Filopressão: compressão de um vaso sangüíneo por um fio.
Ø Fimatose: tuberculose.
Ø Fimose: estreitamento do orifício do prepúcio, este não pode ser puxado para traz.
Ø Fisiatria: fisioterapia, tratamento por meios físicos.
Ø Fisiologia: estudo das funções do organismo.
Ø Fissura: fenda.
Ø Fissura do ânus: pequena fenda ulcerada na mucosa do ânus.
Ø Fístula: canal em forma de tubo e que normalmente não existe no organismo.
Ø Fístula cega: fístula em que um das extremidades é fechada.
Ø Fistulótomo: instrumento para incisão de fístulas.
Ø Flambagem: ato de imergir o objeto em álcool e deitar fogo.
Ø Flato: ar ou gases no intestino.
Ø Flatulência: distensão dos intestinos por gases.
Ø Flebectomia: extirpação de uma veia.
Ø Flebite: inflamação de uma veia.
Ø Flebóclise: injeção intravenosa de grande quantidade de líquido, ex: ampolas de soro de 250 ou 500ml.
Ø Fleborrexe: ruptura de uma veia.
Ø Flebosclerose: esclerose das veias.
Ø Flebotomia: incisão de uma veia. Venosecção.
Ø Flegmasia: inflamação.
Ø Flexão: dobrar um osso sobre o outro, ex: dobrar o braço, a perna.
Ø Flictema: vesícula. Pequena bolha cheia de líquido.
Ø Flogístico: Inflamatório.
Ø Flogorgênico: que provoca inflamação.
Ø Flogose: inflamação.
Ø Flora intestinal: o conjunto de micróbios de natureza vegetal (bactérias), que existem normalmente no intestino.
Ø Fluidificante: que torna fluído, que amolece.
Ø Fluído: líquido.
Ø Fluoroscópio: tela fluorescente que mostra as imagens pelos raios x radioscópio.
Ø Fobia: temor mórbido, sem motivo.
Ø Foco: sede principal de uma doença.
Ø Foliculite: inflamação de folículos.
Ø Folículos: órgão microscópico existente no ovário e que ao amadurecer forma o óvulo. Também pequeno saco ou cavidade.
Ø Folículos de Montgomery: pequeninas proeminências rodeando o mamilo dos seios na mulher grávida ou que já esteve grávida. São de coloração escura.
Ø Folículo piloso: depressão que contém a raiz do pelo.
Ø Fomentação: aplicação quente e úmida.
Ø Fonação: emissão de sons vocais.
Ø Fontanela: ou “moleira”, parte não ossificada dos ossos do crânio em crianças até 10 a 12 meses.
Ø Fomocardiograma: registro dos sons do coração.
Ø Forame: orifício, abertura.
Ø Fórceps: pinça
Ø Fórceps obstétrico: fórceps para aprender o feto e apressar ou facilitar o parto.
Ø Fotômetro: instrumento para medir a intolerância à luz.
Ø Fratura: divisão de ossos.
Ø Fratura cominutiva: fratura em que o osso se divide em mais de dois fragmentos.
Ø Fratura espontânea: fratura óssea pôr rarefação (osteoporose) ou por outra doença óssea.
Ø Fratura exposta: fratura com ruptura da pele e tecidos.
Ø Frêmito: vibração perceptível pela palpação.
Ø Frenalgia: dor no diafragma.
Ø Frenite: inflamação no diafragma.
Ø Frontal: osso da frente no crânio.
Ø Fulgurante: que vai e vem como um relâmpago, ex: dores fulgurantes.
Ø Fulminante: de marcha rápida e fatal.
Ø Fumigação: desinfecção por meio de gases.
Ø Funda: aparelho para manter a hérnia no lugar.
Ø Fundo de saco: cavidade fechada numa extremidade.
Ø Fungicida: que mata os fungos.
Ø Fungo: cogumelo parasito.
Ø Funicular: relativo a um cordão.
Ø Funiculite: inflamação do cordão espermático.
Ø Furúnculo: infecção e inflamação de um folículo piloso.
Ø Furunculose: aparecimento de vários furúnculos.



G

ü Gangrena: morte dos tecidos, tendo como causa diversos fatores.
ü Galactagogo: que estimula a secreção de leite.
ü Galactocele: dilatação da glândula mamária em forma de cisto cheio de leite.
ü Galactoforite: inflamação dos canalículos galactóforos.
ü Galactorréia: secreção excessiva de leite que se derrama.
ü Gânglio de gasser: gânglio da raiz sensitiva do 5º par craniano, o trigêmeo, situado no crânio e que às vezes precisa ser operado em caso de nevralgia intratável do trigêmeo.
ü Gânglio linfático: é um nódulo ou um aglomerado de tecidos linfóide, dividido em compartimentos por um tecido fibroso.
ü Gânglio nervoso: coleção independente de células nervosas formando um centro nervoso, como por ex: os gânglios do sistema simpático.
ü Gangliomite: inflamação do gânglio.
ü Gangrena: necrose maciça dos tecidos devido à falta de irrigação sangüínea.
ü Gangrena de Raynoud: gangrena simétrica das extremidades.
ü Garrote: curativo compressivo para deter hemorragia. Faz-se com um torniquete. É preciso afrouxar a cada meia hora, para evitar isquemia e gangrena.
ü Gastrolgia: dor no estômago.
ü Gastrectomia: excisão de parte do estômago em casos de úlcera, câncer...
ü Gástrico: relativo ao estômago.
ü Gastrite: inflamação do estômago.
ü Gastrocolostomia: formação de uma anastomose entre o estomago e o cólon.
ü Gastrocolotomia: incisão do estômago e do cólon.
ü Gastrodínia: dor no estômago.
ü Gastroduodenite: inflamação do estômago e do duodeno.
ü Gastroenterite: inflamação simultânea do estômago e do intestino.
ü Gastroenterostomia: formação de anastomose entre o estômago e o intestino.
ü Gastro-hepático: relativo ao estômago a ao fígado.
ü Gastrólito: presença de cálculo no estômago.
ü Gastromalácia: amolecimento do estômago.
ü Gastropatia: qualquer doença ou distúrbio do estômago.
ü Gastropexia: operação para fixação do estômago caído.
ü Gastroplastia: operação plástica no estômago.
ü Gastroptose: prolapso do estômago.
ü Gastroplegia: paralisia do estômago.
ü Gastrorrafia: sutura do estômago
ü Gastrorragia: hemorragia pelo estômago.
ü Gastrorréia: secreção excessiva pelo estômago.
ü Gastroscopia: exame do interior do estômago.
ü Gastroscópio: instrumento para examinar o interior do estômago, mediante a introdução pelo esôfago de um foco luminoso e um espelho.
ü Gastrostomia: abertura de uma fístula gástrica.
ü Gastrosucocorréia: excessiva secreção de suco gástrico pelo estômago.
ü Gastrotaxia: hemorragia no estômago.
ü Gastrotomia: incisão do estômago.
ü Gastrótomo: instrumento para gastrotomia.
ü Gaze: tecido frouxo usado em curativos e compressas.
ü Gel: colóide de consistência firme.
ü Geladura: lesão produzida pelo frio.
ü Gêmeos: dois fetos da mesma gestação ou dois músculos da perna que formam a panturilha ou “barriga da perna”.
ü Genal: relativo à bochecha.
ü Gengival: referente à gengiva.
ü Gengivite: inflamação da gengiva.
ü Geniano: relativo ao queixo. Mentoniano.
ü Gemioplástia: cirurgia plástica do queixo.
ü Geniculado: semelhante ao joelho.
ü Genital: relativo a um órgão da reprodução.
ü Genitália: os órgãos genitais.
ü Gênito urinário: relativo aos órgãos genitais urinários.
ü Geno valvo ou Genuvaldo: joelho deslocado para dentro da linha normal.
ü Genoplástia: cirurgia plástica da bochecha.
ü Genupeitoral: relativo ao joelho e ao peito.
ü Geriatria ou gerontologia: estudo das doenças dos velhos.
ü Germe: micróbio.
ü Germicida: que mata os germes.
ü Gestação: gravidez, formação e desenvolvimento do feto.
ü Gigantismo: doença causada pelo excesso função de hipófise.
ü Glândula: órgão que segrega um produto específico.
ü Glândula ceruminosa: série de glândula que existem no ouvido externo e que segregam o cerume de ação protetora.
ü Glândula Jecoral: fígado.
ü Glândula Lacrimal: situada no ângulo externo da órbita e que segrega lágrimas.
ü Glaucoma: doença dos olhos com grande tensão intra-ocular, endurecimento do olho, atrofina da orelha e cegueira.
ü Glicemia: presença de açúcar no sangue, existe uma glicemia normal entre 90 a 110mg por 100ml de sangue. Acima e abaixo dela surgem acidentes.
ü Glicosúria: presença de açúcar na urina, normalmente isto não deve ocorrer.
ü Glomerulite: inflamação dos glomérulos do rim.
ü Glossalgia: dor na língua.
ü Glossite: inflamação da língua.
ü Glúteo: referente às nádegas.
ü Glutural: relativo à garganta.



H

· Hidramnio: excesso de líquido aminiótico.
· Hipercalcemia: quantidade excessiva de cálcio no sangue.
· Hipercapnia: excesso de gás carbônico no sangue.
· Hiperpirexia: febre alta.
· Hipertricose: excesso de pelos ou sua localização anormal.
· Hipertrofia: aumento anormal de um órgão ou tecido.
· Hemocaterese: destruição das hemáceas pelo baço. Quando da retirada do baço (esplenectomia) é a medula que passa a destruir as hemáceas.
· Hemocultura: cultura de sangue através de técnicas laboratoriais.
· Hemodiálise: extração de substâncias tóxicas contidas em excesso no sangue mediante difusão através de uma membrana semipermeável.
· Hemofílico: doença congênita na qual a pessoa está sujeita a hemorragias freqüentes, por deficiência de coagulação.
· Hemoglobina: pigmentos de glóbulos vermelhos, destinados a fixar o oxigênio do ar e levá-los aos tecidos.
· Hemólise: destruição dos glóbulos vermelhos do sangue.
· Hemorragia: sangramento, escape do sangue dos vasos sangüíneos.
· Hemostasia: processo para conter a hemorragia, coagulação do sangue.
· Hepatite: inflamação do fígado.
· Hepatomegalia: aumento do volume do fígado.
· Hepatoesplenomegalia: aumento do volume do fígado e do baço.
· Hérnia: protusão de um órgão, parte dele ou outra estrutura através da parede da cavidade que contém normalmente.
· Hálito: o cheiro da boca e da respiração.
· Hálito diabético: hálito adocicado, cheiro de maçã estragada.
· Hálito fétido: no abcesso do pulmão nas nasolaringites, nas amigdalite.
· Hallux: o dedo grande do pé.
· Hematúria: presença de sangue na urina.
· Hemeralopia: cegueira diurna, diminuição da visão à luz do dia.
· Hematêmese: vômito com sangue.
· Hemianalgesia: analgesia de um lado ou de uma metade do corpo.
· Hemiparesia: fraqueza muscular em um lado do corpo.
· Hemicolectomia: remoção cirúrgica de metade do cólon.
· Hemiplegia: paralisia de metade do corpo.
· Hemoftalmia: hemorragia no olho.
· Hemoptise: hemorragia que provém dos órgãos respiratórios e passa pela glote.
· Hemotóras: derrame sangüíneo no interior do tórax.
· Hepatalgia: dor no fígado.
· Hepatomegalia: aumento do tamanho do fígado.
· Hérnia: passagem de um órgão ou parte dele através de um orifício deslocando-se de seu alojamento natural.
· Herps: infecção por um vírus com erupção de pequenas vesículas com base avermelhadas e causando forte dor.
· Heteroinfecção: infecção por germes vindo do exterior.
· Heteroplástia: enxerto de tecidos de outra pessoa.
· Hidratado: com água.
· Hidrocefalia: aumento anormal da quantidade de líquido na cavidade craniana.
· Hematoma: extravasamento de sangue fora da veia.
· Hidruxia: urina excessiva e com baixa densidade, quase aquosa.
· Hiperalgesia: excesso de sensibilidade à dor.
· Hiperglicemia: excesso de glicose no sangue.
· Hiperêmese: vômito excessivo.
· Hiperpirexia: febre muito alta, acima de 40 graus C.
· Hiperpnéia: respiração acelerada.
· Hipertimia: estado mental, com impulso a ações repentinas.
· Hipertensão: aumento da pressão arterial.
· Hipotensão: baixa pressão arterial.
· Hipofixia: falta de oxigênio.
· Histerectomia: extirpação do útero.
· Histeropexia: operação para fixar o útero.
· Homolateral: do mesmo lado.



I

o Icterícia: coloração amarelada da pele e mucosa.
o Incontinência: incapaz de reter urina ou fezes.
o I.A.M Infarto agudo do miocárdio.
o I.C.A Isquemia coronária aguda.
o Icterícia: excesso de pigmentos biliares no sangue com deposição amarelada na pele e nas mucosas.
o Íleo: a segunda metade do intestino delgado e sua terceira porção (duodeno, jejuno e íleo).
o Incontinência: impossibilidade de reter uma secreção natural. Ex.: urina.
o Indolor: sem dor.
o Infecção: invasão do organismo por germes causadores de doenças com reação dos tecidos e órgãos.
o Ingestão: relativo à virilha.
o Insônia: falta de sono, impossibilidade de dormir.
o Intra: dentro.
o Intra-ósseo: dentro de um osso.
o Intranasal: dentro da cavidade nasal.
o Involução: volta, regressão.
o Involuntário: que não depende da vontade.
o Isquemia: insuficiência local de sangue.
o Isquialgia: dor no quadril.



J

§ Jejuno: a segunda porção do intestino delgado.
§ Jejunostomia: ligação cirúrgica do jejuno ao abdome, formando uma abertura artificial.
§ Jugular: referente ao pescoço.



L

q Laparoscópio: endoscópio para exame da cavidade abdominal.
q Laparotomia: incisão do abdome.
q Lienteria: diarréia de fezes líquidas contendo matéria não digerida.
q Lipotímia: desmaio ligeiro com perda dos sentidos.
q Litotomia: abertura da bexiga para retirada de cálculos.
q Luxação: separação das superfícies óssea de uma articulação.



M

v Mácula: mancha rósea na pele, sem elevação. Com elevação é pápula.
v Mama: veio glândula mamária.
v Marca-passo: aparelho elétrico (a pilha) que se implanta perto do coração para regular os impulsos destes, quando o nódulo sinoventricular não funciona normalmente.
v Mastalgia: dor no seio.
v Meato: abertura.
v Menarca: primeira menstruação.
v Metrorragia: sangramento fora do período menstrual.
v Melena: hemorragia pelo ânus em forma de borra de café é o sangue que vem do estômago ou duodeno e sofreu transformações químicas.
v Menorralgia: hemorragia menstrual.
v Miastemia: fraqueza muscular.
v Micção: expulsão de urina da bexiga pela uretra.
v Míase: presença de larvas de moscas no organismo.



N

Ø Necrose: morte dos tecidos localizados.
Ø Nádegas: região glutes.
Ø Náusea: enjôo, vontade de vomitar.
Ø Necrose: morte de uma região do corpo.
Ø Nefro: prefixo que indica “rim”.
Ø Neo: noplasia, câncer.
Ø Neurastemia: esgotamento nervoso, depressão, cansaço facial.
Ø Nictalopia: cegueira noturna.
Ø Nictúria: Micção freqüente à noite.
Ø Notal: doreal.
Ø Notalgia: dor na região dorsal.



O

ü Obeso: gordo.
ü Oligomenorréia: menstruação insuficiente.
ü Obstipação: constipação rebelde, prisão de ventre.
ü Obstrução: bloqueio de um canal.
ü Odontalgia: dor de dentes.
ü Oligúria: diminuição da quantidade de urina.
ü Omalgia: dor no ombro.
ü Otalgia: dor no ouvido.



P

· Ptose: perda da posição original ou queda de um órgão interno.
· Prolapso: queda de órgãos ou vísceras ou desvio de sua posição natural devido ao afrouxamento físico.
· Prostração: exaustão, grande estafa.
· Prurido: coceira intensa.
· P.A: Pressão arterial.
· P.G: Paralisia geral.
· Palpitação: batimento rápido do coração despertando sensação da existência deste órgão.
· Panturrilha: barriga da perna.
· Parenteral: pôr uma via que não a bucal.
· Paresia: paralisia ligeira ou incompleta.
· Patela: rótulo, osso do joelho.
· Pélvis ou pelve: bacia óssea, constituída pelos ossos ilíaco e sacro.
· Perspiração: sudorese.
· Pirose: azia, fermentação ácida com sensação de calor no estômago.
· Piúria: presença de pus na urina.
· Podialgia: dor no pé.
· Polaquiúria: micções freqüentes e em pequena quantidade.
· Polipnéia: respiração rápida e ofegante.
· Poliúria: aumento da quantidade de urina.
· Posição de fowler: posição semi-sentada que se obtém com cama articulada ou com auxílio de travesseiros.
· Posição de trendelemburg: com os pés em nível mais alto que a cabeça.
· Precordial: relativo á área torácica que corresponde ao coração.
· Proctalgia: dor no reto.
· Proctorragia: hemorragia retal.
· Proctorréia: evacuação do muco pelo ânus.
· Prostração: esgotamento extremo.
· Ptialismo: hipersecreção salivar.
· Pulso cheio: o que dá a sensação de artéria cheia.
· Pulso filiforme: pulso mole e muito pequeno.
· Pulso intermitente: pulso em que algumas pulsações não são percebidas pela mão que o apalpa.
· Pus icoroso: pus ralo.



Q

o Quadriplegia: paralisia das duas pernas e dos dois braços.
o Queilose: afecção dos lábios e dos ângulos da boca.
o Quelóide: excesso de tecido conjuntivo na cicatriz, que fica exuberante.



R

§ Rádio: osso externo do antebraço:
§ Redução: colocação dos fragmentos ósseos na posição normal.
§ Retenção: incapacidade de eliminar.
§ Rinirragia: hemorragia nasal, epistaxe.
§ Rinorréia: coriza, descarga nucosa pelo nariz.



S

q Safenas: nome de duas grandes veias do membro inferior.
q Sânie: secreção fétida de uma úlcera.
q Sarna: infestação da pele de mamíferos por larvas se insinuam na camada epidérmica por larvas se insinuam na camada epidérmica: caracteriza-se por lesões múltiplas cutâneas, com formação de vesículas e pápulas, acompanhadas de prurido intenso.
q Secreção: Produto de uma glândula.
q Sibilante: semelhante à assobio.
q Sublingual: abaixo da língua é uma das vias de administração de medicamentos.
q Supuração: formação de pus.



T

Talalgia: dor no calcanhar.
Taquicardia: aceleração dos batimentos cardíacos. O normal é entre 72 e 80. de 200 em diante o pulso se torna incontável.
Taquipnéia: aumento de freqüência dos movimentos respiratórios.
Tarsalgia: dor no pé.
Tarso: tornozelo.
Telalgia: dor no bico do seio.
Tenalgia: dor no tendão.



U

Úlcera: necrose gradual do tecido, com perda de substância.
Úlcera varicosa: ulceração da parte inferior da perna devido a redução no suprimento de sangue.
Ulceração: formação de úlceras.
Ulorragia: hemorragia gengival.
Ureteralgia: dor no ureter.
Ureteropiose: supuração no ureter.
Uretralgia: dor na uretra.
Urina residual: urina que permanece na bexiga após a micção. Mede-se mediante cateterismo.



V

Vasoconstrição: contração dos vasos com estreitamento do seu canal ou luz.



ABREVIATURAS

REOP: reoperação
IAO: insuficiência aórtica
ICC: insuficiência cardíaca congestiva
RJ: ritmo juncional
PCR: parada cárdio respiratória
RCD: recesso costal direito
DCM: doença cardíaca mitral
VSCD: veia subclávia direita
VSCE: veia subclávia esquerda
VJD: veia jugular direita
VJE: veia jugular esquerda
IMS: insuficiência mitral severa
IAM: infarto agudo do miocárdio
RCI: ritmo cardíaco irregular
RCR: ritmo cardíaco regular
CIV: comunicação interventricular
CAV: comunicação atrioventricular
CPC cor pulmonale crônico
IVD: insuficiência ventricular direita
CMO: cardiomiopatias obstrutivas
TV: taquicardia ventricular
TA: taquicardia atrial
BAVT: bloqueio átrio ventricular total
EAM: estenose artéria mitral
EAO: estenose aórtica
TVM: troca de válvula mitral
EP: estenose pulmonar
DVAO: disfunsão válvula aórtica
DPM: disfunsão mitral
FV: fibrilação ventricular
AVE: aneurisma ventrículo esquerdo
DLM: dupla lesão mitral
DLAO: dupla lesão aórtica
ARD: artéria radial direita
ARE: artéria radial esquerda
IRC: insuficiência respiratória crônica
IRA: insuficiência respiratória aguda
FA: fibrilação atrial
HVD: hipertrofia ventricular direita
HVE: hipertrofia ventricular esquerda
BRD: bloqueio de ramo direito
BRE: bloqueio de ramo esquerdo
HAS: hipertensão arterial severa
RAA: reumatismo articular agudo
SARA: síndrome da angústia respiratória no adulto (edema pulmonar)



CLASSIFICAÇÃO DE INFARTOS – KILLIP

A) KILLIP I – normal, assintomático
B) KILLIP II – tem bulhas fonéticas b3
C) KILLIP III – tem bulhas fonéticas b3 , estertores até 2/3 dos pulmões
D) KILLIP IIII já tem edema agudo de pulmão, 100% óbito



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Blakiston, Dicionário Médico, 3ª edição, Copyright: McGraw-Hill Book Company Inc.
Copyright da Edição Brasileira: Organização Andrei Editora LTDA.



Como garantir um verão saudável

Ø Escolhe o horário para tomar sol e de preferência, que seja antes das 10h ou após as 16h;
Ø Prefira uma alimentação balanceada e leve com muitas frutas e verduras;
Ø Use sempre filtro solar;
Ø Beba bastante líquido, para se manter hidratado, mas evite bebida com cafeína, álcool ou com muito açúcar, pois elas farão você perder mais o líquido corporal;
Ø Use roupas largas e de tecidos leves e claros. Assim, você ajuda a transpiração;
Ø Use chapéu e óculos escuros;
Ø Tenha, ainda cuidado especial com bebês e idosos. Eles têm a saúde mais instável.



Para evitar a desidratação:

§ Evite bebidas muito doces ou gaseificadas;
§ Dê preferências às bebidas isotônicas (Gatorade e Marathon), água de coco, suco de frutas, chás e água mineral:
§ Evite fazer exercícios físicos nas horas mais quentes do dia, para que não ocorra transpiração excessiva;
§ Evite tomar sol nos horários de pico, de 11h às 16h (Horário de verão).
§ Estar bem hidratado é um cuidado indispensável com a saúde. Não se descuide!



VOCÊ SABIA?

ü Que o corpo humano suporta até 49 dias em greve de fome, mas apenas 4 sem água.
ü Que a água é 85% do seu sangue, 75% do cérebro, 13% da pele e cerca de 70% dos músculos.
ü Que a transpiração leva 500ml de água por dia de 1 a 1,8 litro vai embora com a urina e 400ml saem pelos pulmões?
Portanto, esqueça aquela história de que não gosta ou não consegue beber água, porque ela é fundamental para a sua vida, saúde e beleza.
Lembre-se: 8 copos de água por dia, no mínimo.
E não espere sentir sede para encher o copo, porque quando ela aparece é sinal de que seu estoque já está muito baixo.
O coro humano é um sistema integrado e quando o abordamos de formas distintas surgem modificações neurofisiológicas que interferem no todo, proporcionando uma nova forma de ser e estar.



HÁBITOS SAUDÁVEIS QUE AJUDAM A EVITAR O CÂNCER

1. Mantenha uma dieta equilibrada
ü Frutas, verduras e legumes frescos.
ü Azeite de oliva e canola são mais saudáveis.
ü Fibras e alimentos com Omega 3 e 6: cereais, pães e leites.
ü Evite gorduras, carne vermelha, embutidos e defumados.
ü Diminua o sal.
ü Evite frituras.

2. Faça exercícios regularmente
ü Faça esporte. Caminhada, bicicleta, ginástica, natação. Qualquer movimentação é boa, ao menos três vezes por semana.
ü Controle o peso e a massa corpórea.

3. Comportamento e atitude
ü Modere o consumo do álcool, especialmente os destilados. Seu corpo agradece e é seguro para conduzir. Porém, um copo de vinho tinto por dia é bom para o coração.
ü Largue o cigarro.
ü Controle seu estresse e tensão do dia-a-dia. Faça sesta e relaxe.
ü Curta a natureza, a famílias, amigos, faça ioga, trabalhe menos, passeie mais.
ü Proteja-se do sol. É melhor se expor antes das 10 e após as 16 horas.
ü Tenha uma boa atitude sobre a vida. Seja otimista, equilibrado(a), amável.
ü Reze e medite. Ajuda a reduzir sua tensão e freqüência cardíaca. E dá paz na alma.



Sexo é saúde

Coração – O sexo é um excelente exercício para o músculo cardíaco, além de ajudar a combater a arteriosclerose e prevenir o enfarte.
Pele – A circulação ativada oxigena as células da pele. Fazer sexo favorece a produção de estrógenos, os hormônios sexuais femininos, que mantêm a pele firme por mais tempo.
Genitais – A vagina e o pênis são músculos que também precisam de exercícios. Ter vida sexual ativa só fará bem para esses dois órgãos.
Stress e insônia – A endorfina, substância produzida pelo cérebro sob influência do prazer, leva o corpo a relaxar e a mente esvaziar-se, induzindo o sono.
Obesidade – Se durar bastante for intensa, uma relação sexual pode queimar até 300 calorias. O mesmo que uma partida de futebol, com prorrogação.
Dores – A relação sexual é relaxante, para alguns tipos de dores é um santo remédio, como as dores de coluna e as artrites. A dor de cabeça também pode sumir, dependendo da relação.
Memória – O sexo, até mesmo a masturbação, clareia as idéias e melhora a concentração, pois o sistema nervoso é bem trabalhado nas relações e o hipotálamo (centro nervoso) também é influenciado pelo prazer.
Tensão pré-menstrual – Estudos revelam que o ato sexual ajuda na menstruação e nos períodos da menopausa.
Prisão de ventre – Os músculos abdominais são mais exigidos durante oi ato sexual, quem funciona como uma verdadeira massagem anticonstipação.



A SAÚDE DOS PÉS

Existem pessoas que só se lembram dos pés quando as unhas crescem e furam as meias, e se esquecem quanto tempo eles são usados diariamente, pois sem eles não vamos a lugar algum.
Aqui vão algumas dicas para manter o pé saudável:
ü Andar descalço que possível;
ü Tomar banho de sol nos pés, inclusive nas plantas;
ü Sempre que tomar banho ou molhar os pés por algum motivo, devemos secar muito bem e não colocar as meias logo em seguida, espere alguns minutos até que a umidade se evapore, pois ela provoca frieiras, responsáveis pelo mau cheiro, ou seja o popular “chulé”!
ü Evitar usar meias que não sejam de algodão;
ü Devemos cortar as unhas sempre retas. O corte redondo proporciona a compressão do sapato nos cantos do pé provocando unhas encravada. Lembre-se, seja o que for que você vai utilizar para o corte, deve estar esterilizado;
ü Calos e joanetes podem ser prevenidos se evitarmos usar sapatos apertados e bicos finos;
ü Em casos de pessoas que transpiram muito nos pés, devem usar produtos específicos contra o excesso de umidade nos sapatos;
ü A cutícula é uma proteção da unha, portanto não devemos retira-la em excesso. E, para quem gosta de pintar as unhas do pé, deve desacansá-las do esmalte por pelo menos uma semana, para que elas respirem;
ü Ao acordar, massageie os pés. Bata na sola deles com a palma das mãos para estimular o organismo;
ü Nunca use sapatos sem meias, para não atrair “chulé”;



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