Marduqueu Andrade Freitas

Filho de Paulino Raimundo de Freitas e Maria Andrade Freitas.
Nascido em Parintins AM. em uma fam�lia muito pobre financeiramente, mas rica em esperan�a. Para continuar os estudos teve que deixar sua cidade e ganhar o mundo.
Com planos de ser agr�nomo estudou T�cnico em Agro-pecu�ria no IATAI-PA, mas mudou de planos. Fez Faculdade de Ci�ncias Naturais e Matem�tica na UNASP-SP. Desenvolve pesquisa em Log�stica, Consultorias, Engenahria de Produ��o e Publica��es
Hoje leciona em S�o Paulo, onde tamb�m desenvolve v�rios projetos did�ticos e paradid�ticos.

AMAZONILIDADE

Amazonas � liberdade.
� a capacidade de criar,
Ser confundido com a cor.
� o p�r-do-sol no horizonte.
Ser �til ao mundo todo,
Terra querida.

M. Freitas
MARDU

do rio,
do Amazonas,
do Par�,
de S�o Paulo,
de Santo Amaro,
da Zona Sul,
do mundo,
do col�gio nosso.

Roberto F. Lima

Document�rios


Iniciativas por um amanh� melhor
Segunda - feira, 03 de Outubro de 2005 14h20
POR MARILlN NOVAK

O professor de ci�ncias Marduqueu Andrade Freitas comprova na pr�tica o zelo que seus alunos de 5" e 6" s�ries alimentam pela horta org�nica que eles pr�prios montaram. Tudo come�ou em 2001, quando Freitas estimulou e coordenou os estudantes na recupera��o de espa�os abandonados da escola estadual Professor Luiz Gonzaga Pinto e Silva, em S�o Paulo, SP. No lugar do abandono, hoje existem 14 canteiros de hortali�as que rendem tr�s colheitas anuais para refor�ar a merenda escolar.
Aproveitando o retomo positivo dos jovens, Freitas ainda transformou em bosque uma �rea que servia para depositar lixo e criou um sistema de coleta seletiva que j� recolheu mais de 10 toneladas de lixo. "Atividades que envolvem ecologia geram n�meros positivos e mais envolvimento dos alunos com a escola e o meio ambiente", conclui satisfeito o professor Freitas.


Publica��es:
Sexualidade e Reflex�o
No Mundo das Exatas



Honra ao m�rito por iniciativa de conscientizar sobre os problema de contamina��o ambiental.






Freitas
Hist�ria
Marduqueu Andrade Freitas
Av�s/pai: Manuel Joaquim de Freitas e Francisca Raimunda de Freitas OBS: Manuel foi do Rio Grande do Norte (Pau dos Ferros) para o Amazonas com 16 anos para extra��o de borracha.
Av�s/m�e: Euclides Costa e Marciana Andrade Costa OBS: Euclides nasceu no Par� Almerim

Pau dos Ferros - RN
A ORIGEM
Na prov�ncia do Rio Grande do Norte, na zona oeste, uma trilha estava ficando conhecida dos vaqueiros e viajantes, porque ali dava melhor acesso at� a prov�ncia do Cear�. Esta trilha seguia um curso de �gua, que estava sempre cheio nos meses de janeiro � junho, �poca do inverno na regi�o. Este rio mais tarde ficou conhecido por Rio Apodi. Essa regi�o ficava entre duas grandes serras, tornando assim f�cil de fazer longas caminhadas e aproveitar as pastagens nessa imensa plan�cie. �s margens do Rio Apodi, umas �rvores frondosas que para os viajantes tornaram-se parada obrigat�ria para al�vio do calor e como ponto de atividade comercial, como vender e marcar gados.
Tudo por causa destas �rvores, que nenhum historiador sabe dizer com precis�o se era oiticica, cajazeira ou caj�. Ali eles podiam dormir, fazer seu com�rcio, vender ou trocar seus gados. Cada vez que um neg�cio era fechado eles marcavam nos troncos das �rvores esses registros estranhos. Cada vez o tronco ficava marcado; se um neg�cio fosse marcado e n�o tivesse registro na �rvore, podia at� ficar um neg�cio duvidoso.
Meses ap�s meses, a rotina era sempre a mesma. Mas, a virada veio por volta de 1763, precisamente no dia 09 de novembro o sr. Francisco Mar�al, saqueou uma fazenda bem pr�xima aquelas �rvores que tanto serviam de descanso para esses vaqueiros que cruzavam os sert�es nordestinos at� o litoral. Neste ano de 1763, foi concedido uma sesmaria ao Sr. Luiz da Rocha Pita e Dona Maria Joana e ao Sr. Sim�o da Fonseca e seus filhos. Todos esses senhores foram os pioneiros que se estabeleceram trabalharam duro e juntos constru�ram um n�cleo de um pequeno povoado, alguns anos depois j� havia bastante casas de taipas ao redor da pequena fazenda.
Logo a pequena povoa��o continuava a crescer e come�ava a se chamar Pau dos Ferros, nome tirado das �rvores que serviam no abrigo para esses viajantes, que ap�s longo descanso no dia quente, eles aproveitavam para marcar o gado, rec�m adquirido por meio de troca ou compra. No ano de 1756, no dia 19 de setembro, com o aumento da popula��o, a pequena capela, ora fundada pelos religiosos na regi�o, foi elevada a categoria de Matriz e recebeu o nome de Nossa Senhora da Concei��o, sendo assim, a primeira freguesia do alto-oeste-potiguar.


Freitas
Hist�ria
Em Portugal o primeiro do nome foi Jo�o [Gon�alves] das Freitas, filho de Diogo Gon�alves, por volta de 1164 da nossa era crist�. O nome Freitas surgiu, conforme fontes madeirenses e literatura afins, na �poca de D.Affonso Henriques 1� rei de Portugal. Assim se refere a "Documenta��o sobre Brazonarios" do Anu�rio Geneal�gico Brasileiro ano VI de 1944 � p�gina 259: "Freitas -Tem por Armas em campo vermelho sinco estrellas de ouro de seis pontas cada huma. Tymbre: dous bra�os de Le�o de ouro em aspa" E continua... " Procedem de Diogo Gon�alves que morreo na batalha de Ourique, filho de Gon�alo Oveques, o que fundou o Mosteiro de Cete, e de sua mulher Dona Urraca Mendes,irm� de D.Fern�o Mendes de Bragan�a, cunhado del Rey D.Affonso Henriques da qual houve a D.Jo�o de Freitas,que foy o primeiro que tomou esse appellido, do Julgado de Freitas, junto a Guimar�es, solar desta Familia". Conta a historia que Diogo Gon�alves era uma vassalo de muita confian�a de sua majestade D.Affonso Henriques; tendo lhe prestado muitos servi�os inclusive o livrado da morte numa das batalhas. (O bras�o se refere a esse epis�dio). Como recompensa D.Affonso presenteou a Diogo Gon�alves com as boas terras de seu reino. Alguns autores se expressam da seguinte forma sobre o significado do nome "De Freitas": "sobrenome de origem geogr�fica. Do latim fractus, quebradas (subentende-se: pedras). Leite de Vasconcellos diz que o sentido de fracta pode n�o ser propriamente �quebrada ou rachada�, mas metaf�rico. O fr. Freitte Longnon, admite o sentido de �brecha, abertura� e por conseguinte, �desfiladeiro�. Documentaram-se as antigas formas Frectas e Fleitas [em 1059] (Antenor Nascentes, II, 118; Anu�rio Geneal�gico Latino, I, 46). Diogo se mudou para l� ap�s casar-se.Seu primeiro filho foi chamado Jo�o.Jo�o era chamado de Jo�o das Freitais e ao longo do tempo seus descendentes foram assumindo outras formas desse apelido. Fulano das Freitas, Sicrano de Freitas e assim ficou definitivamente incorporado o DE FREITAS, como sobrenome familiar. Freitas � ent�o o que consideramos em genealogia um apelido topon�mico, ou seja, prov�m de um lugar, de uma terra, de um s�tio, etc. cujo nome lhe deu origem. Encontramos no NIM ( Nobili�rio da Ilha da Madeira) �s pags. 285 a 290, 291, 301 respectivamente, os t�tulos Freitas de Santa Cruz e Freitas D'a Madalena, tendo esses dois grandes troncos dos Freitas miscigenado com praticamente toda a genealogia madeirense. Podemos encontrar em outras fontes a cita��o de pelo menos oito entroncamentos que derivam desse mesmo apelido.

No Brasil temos que considerar dois per�odos:
1) Os Freitas, que vieram com as esquadras de Cabral,no e p�s descobrimento do Brasil (at� 1650 mais ou menos) e que portanto deram origem aos Freitas que se espalharam por todos os Estados brasileiros. Os h� � m�os cheias do "Oiapoque ao Chu�".
2) Os Freitas, que vieram como imigrantes por volta de 1880 e que tambem aqui proliferaram a contento trazendo e criando in�meras composi��es para o nome original. Encontramos Freitas compondo com Ferreira, Justino, de Jesus, Fernandes, Gomes, Pacheco, Coutinho, Silva, Candel�ria... tornando bastante heterog�neas tais ramifica��es e criando embara�os conflitivos para a pesquisa geneal�gica. Considero portanto 4 hiatos onde podemos atuar atrav�s de pesquisas geneal�gicas:
1) Primeiro hiato per�odo antes de 1164.
2) Segundo hiato - que vai de 1164 (cria��o do apelido) at� 1419 (funda��o da ilha da Madeira).
3)Terceiro hiato - que vai de 1419 e ou de 1500/1650 (j� no Brasil) at� 1880 (in�cio da imigra��o).
4) Quarto hiato - que vai de 1880 at� os dias atuais.
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