Consultórios, Clínicas, Serviços RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA PERIAPICAL
Não é permitida a utilização de água de poço (mesmo tratada) onde passa a rede pública.

Springway News
:: Dentistas podem estar usando água contaminada no tratamento
Segundo estudo realizado na Inglaterra, bactérias encontradas na água para lavar a boca ameaçam pacientes com sistema imunológico vulnerável.
Nesse estudo foi descoberto que os níveis de microorganismos patogênicos (ou capazes de produzir doenças) excediam a limites de segurança para a água potável da Grã-Bretanha em 52 das 55 amostras coletadas.

A equipe que efetuou o trabalho encontrou um elevado grau de contaminação nos dutos de água dos consultórios, mesmo daqueles que se abasteciam com água engarrafada. Foram encontrados níveis de contaminação entre 5 a 1.200 vezes o máximo permitido (2.500 micróbios por colher de chá de água).

Não sabemos qual o grau de contaminação encontrado nos consultórios dentários brasileiros. Contudo, a situação encontrada na Inglaterra deve nos servir como alerta. Seria recomendável utilizar, nestes casos, purificadores de água por destilação, ultravioleta (com irradiação superior a 16.000 µwatt.seg/cm²) ou OSMOSE REVERSA. Infelizmente, filtros comuns com micragem superior a 1 milésimo de milímetro (mícron) deixam passar a maioria das bactérias e todo o tipo de vírus).

Maiores detalhes sobre esta matéria poderão ser encontrados em artigo publicado no jornal "O Estado de São Paulo" - edição de 04.09.00.




BIOSECURITY: EVALUATION OF WATER CONTAMINATION IN DENTAL EQUIPAMENTS
Priscilla Campanatti de Almeida Chibebe
Mariko Ueno
Débora Pallos
Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté

SÍNTESE DA PESQUISA
Tendo em vista que a água dos equipamentos odontológicos durante o uso pode ser ingerida, inalada na forma de aerossol ou, ainda, ser agente contaminante direto na ferida cirúrgica, a ADA (American Dental Association) recomenda, para o ano 2000, que a água usada para procedimentos não cirúrgicos deve conter não mais que 200UFC/mL (unidades formadoras de colônias/mililitro) de bactérias aeróbias na seringa tríplice.

AMOSTRAS
Foram coletadas 40 amostras de água da seringa tríplice de unidades dentais dos consultórios odontológicos particulares e de clínicas populares da cidade de Taubaté-SP. As amostras foram mantidas em caixa de isopor e levadas ao Laboratório de Microbiologia do Departamento de Biologia da Universidade de Taubaté. O início das análises não ultrapassou 2 horas após a coleta.
Decorrido este tempo, com o auxílio de um microscópio estereoscópio, foi realizada a contagem total de microorganismos aeróbios mesófilos, através do cálculo de unidades formadoras de colônias (UFC) por mL da amostra. O padrão de contaminação foi o estabelecido pela ADA, considerando nível aceitável de consumo com menos de 200 UFC/mL.

RESULTADOS
Os resultados laboratoriais evidenciaram 29 clínicas cuja água foi considerada contaminada (A1 > 200), totalizando 72,5% das amostras.
A maioria das bactérias encontradas nos condutores de água dos aparelhos dentários surgem naturalmente e apresentam pequeno risco para pessoas com sistema imunológico saudável. Porém em pacientes imunodeprimidos, os microorganismos isolados: Micobacterium sp, Legionella sp, Streptococcus orais,Pseudomonas, Klebsiella, Staphilococcus saprophyticus, Acinetobacter ssp., Pasteurella hemolytica e Serratia marcescens estão regularmente associados com sérias desordens sistêmicas (Database AEGiS, 2000).
Acreditamos que o único caminho para reduzir os níveis de contaminação de bactérias na água a níveis aceitáveis seria eliminando o biofilme e prevenindo sua nova formação. Assim, os profissionais estariam mais perto de um controle das infecções, permitindo uma maior atuação na tão almejada biossegurança.


Springway News
:: É saudável beber água com cloro?
A adição do cloro na água teve início por volta de 1890. A idéia era utilizar esse poderoso bactericida para eliminar da água fornecida pela rede pública os microorganismos nocivos à saúde. Contudo, nunca devemos usar água clorada para beber ou até para tomar banho. Em primeiro lugar, o cloro como substância química potencialmente tóxica deve ser retirado da água.
Diversos doenças e disfunções tem sido relacionadas à ingestão de água com cloro.
Arteriosclerose: Dr. Joseph Price, em seu livro "Coronaries Cholesterol, Chlorine" sugere que a ingestão de água com cloro seja a causa primária da arteriosclerose e de suas conseqüências (enfartos e ataques cardíacos). Uma experiência interessante, feita com galinhas, mostrou que 95% dos animais aos quais foi fornecido cloro diluído em água destilada desenvolveram arteriosclerose em um período de meses.
Câncer: no processo de cloração da água, o cloro se combina com matéria orgânica formando substâncias cancerígenas chamadas Trialometanos (THM's). Essa substância tem sido associada ao aparecimento de câncer no trato urinário e digestivo. O THM tem também sido relacionado com casos de abortos espontâneos durante os primeiros meses de gravidez.
Assim, se você recebe em sua casa água clorada, não a beba "in natura". Você pode adquirir hoje filtros com capacidade de retirar 99% do cloro da água. Essa simples providência poderá protege-lo de doenças degenerativas graves, e lhe garantir uma vida mais saudável.
Afinal, conforme estatísticas do governo brasileiro, "65% das internações hospitalares no País são devidas a doenças transmitidas pela água" (site da Radiobrás, www.radiobras.com.br; Revista Veja de 17.11.99).
Lembrando que nosso corpo é composto de aproximadamente 70 - 75% de água, é fácil imaginar os danos que um equilíbrio hidrológico deficiente pode trazer ao nosso organismo.




Academias investem em alternativas ao cloro nas piscinas
Diga adeus aos cabelos verdes --a não ser em caso de atitude fashion. As piscinas salinizadas (higienizadas com sal), com ozônio e até gás carbônico estão substituindo os métodos tradicionais de tratamento de água.
Olhos vermelhos, nariz irritado, pele ressecada e cabelo danificado sempre foram queixas comuns à maioria dos freqüentadores de piscinas, principalmente as aquecidas. Quem já freqüentou um curso de natação ou hidroginástica sabe que o maiô não resiste muito tempo aos efeitos da química presente na água.
Dos vestiários para os consultórios médicos, o ataque ao cloro se mantém. Muita gente começa a desenvolver doenças como sinusites, otites e conjuntivites com mais facilidade, principalmente bebês e crianças.
Pedro Luiz Mangabeira Albernaz - otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). / Fonte: Dr. Rui Dammenhain, presidente do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária www.inbravisa.com.br / Da Assessoria de Imprensa do Cremepe. / Com Informações da Folha de São Paulo. / Jornalista: Luanda Nera.


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