Takefu e cotidiano

Consegui um bico ajudando um japonês fazer limpeza de apartamentos desocupados por brasileiros (segunda a sexta, das 9 às 18 horas). Serviço kitsui e kitanai (mas não muito). Não engorda, não dá colesteral alto, não leva problemas para cama e não pensa muito. Tashiro-san segue rigorosamente a jornada de 8 horas, e ainda leva e traz na porta de casa.

Eventualmente fazia mudanças de Fukui para Nagano. O trajeto é de 400 km, mas para o Japão isso equivale a cruzar o país de ponta a ponta. Pelo menos 10 horas sentado no caminhão. Apreciando a paisagem e ainda ganhando alguns trocados (1200 ienes a hora, US$ 10).

Encontrei-me algumas vezes com Hattori sensei em Tóquio e por aqui. Ele cuida de um templo budista, não tem filhos e procura um sucessor para o seu posto.

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