Tipos de Mediunidade
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Principios e Fundamentos

Existem centenas de tipos de mediunidade, mas, os mais comuns s�o os seguintes:
a)
Intui��o: onde o m�dium recebe em seu pensamento, sob a forma de uma sugest�o, mensagens provindas de um esp�rito. Muitas vezes a intui��o n�o deve ser seguida, a n�o ser que o m�dium consiga identificar a entidade que o est� intuindo.

b)
Incorpora��o: o m�dium sintoniza a vibra��o da entidade e essa vibra��o o toma (devo esclarecer que a entidade n�o entra no corpo do m�dium, ela est� aparelhada ao m�dium). A sintonia � mental e pode produzir uma incorpora��o parcial ou integral.
Na incorpora��o parcial, o m�dium fica consciente, isto �, ele sabe que est� ali, sente, observa, mas n�o domina o corpo nem consegue controlar o racioc�nio. Muitas vezes, perde a no��o do tempo e, embora seja espectador de si mesmo, algumas vezes perde a no��o de muita coisa que se passou, ao desincorporar. Na incorpora��o parcial pode haver uma quebra de sintonia ocasional, o que permitir� ao m�dium interferir na comunica��o.
Na incorpora��o integral, o m�dium fica totalmente inconsciente , pois h� uma perfeita sintonia com a vibra��o da entidade. Neste caso, n�o h� possibilidade de interfer�ncia, e ao desincorporar o m�dium n�o se lembra do que se passou.
O que devo esclarecer � que a incorpora��o parcial � t�o autentica quanto a integral. O �nico problema � o m�dium n�o interferir, procurando se isolar e deixar que a entidade atue livremente. A grande maioria dos m�diuns trabalha com incorpora��o parcial e uma pequena minoria, com incorpora��o integral. O que n�o torna um melhor que o outro. � uma quest�o de sintonia, que muitas vezes, com o passar dos tempos o m�dium vai adquirindo, conforme sua evolu��o medi�nica.

c)
Vid�ncia: tipo de mediunidade que permite, �quele que a possui desenvolvida, ver as entidades, as irradia��es. Pode ser de tr�s tipo: direta, intuitiva e focalizada.
Na vid�ncia direta, o m�dium pode ver as entidades de quatro maneiras diferentes: na proje��o, na parcial, no acavalamento, no encamisamento.
Na vid�ncia intuitiva, o m�dium v� apenas com a mente. Ele se concentra e recebe a imagem         mental, por intui��o.
Na vid�ncia focalizada, o m�dium utiliza algum objeto para a vid�ncia, como um copo d?�gua ou um cristal. As imagens aparecem no objeto de vid�ncia.

d)
Clarivid�ncia: permite ver fatos que ocorreram no passado e que ocorrer�o no futuro. Os clarividentes podem ver os corpos astral e mental de outras pessoas, e tomar conhecimento da vida em outros planos espirituais. � um tipo de mediunidade dif�cil de ser encontrado.

e)
Audi��o: o m�dium ouve uma voz clara e n�tida nos seus ouvidos e dessa forma recebe mensagens. Na audi��o, devemos Ter o mesmo cuidado que temos na intui��o, no que diz respeito � identifica��o de quem est� dando a mensagem.


f)
Transporte: capacidade de visitar espiritualmente outros lugares, enquanto o corpo f�sico permanece repousando tranq�ilamente; o esp�rito se desliga do corpo e vai para o espa�o. Esse transporte pode ser volunt�rio ou involunt�rio.

g)
Desdobramento: transporte em que o esp�rito do m�dium fica vis�vel � outra pessoa. O corpo f�sico fica repousando, o esp�rito do m�dium se transporte a outro ambiente e, nesse ambiente, torna-se vis�vel.

h)
Psicografia: pode ser intuitiva, semi mec�nica ou mec�nica. � a capacidade de receber comunica��es pela escrita.
Na psicografia intuitiva, o m�dium recebe as mensagens na mente e as passa para o papel. � pura intui��o.
Na psicografia semi mec�nica, o m�dium, � medida que vai escrevendo, vai tamb�m tomando conhecimento do que escreve. O esp�rito atua, simultaneamente, na mente e na m�o do m�dium.
Na psicografia mec�nica, o esp�rito atua somente na m�o do m�dium, que escreve sem tomar conhecimento da mensagem recebida.
Quando ao inv�s de escrever, o esp�rito utiliza a m�o do m�dium para pintar, esse tipo de mediunidade � chamado de psicopictografia.

Existem tantos outros tipos de mediunidade, tais como: olfativo, efeitos f�sicos, materializa��o, curadora...
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