Aparelho de vasos comunicantes.

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INDEX 1788: N.II.225

Machina ex duobus tubis angustioribus et vase vitreo ampliori composita, cum basi lignea; qua demonstratur fluidum in vasis secum communicantibus, etiam si fuerint diversae amplitudinis, superficiem formare ad libellam.

Máquina composta de dois tubos mais estreitos e de um vaso de vidro mais largo, com uma base de madeira; por ela se demonstra que um fluido em vasos comunicantes, ainda que estes sejam de grandeza diferente, forma uma superfície em equilíbrio.

´S GRAVESANDE, William Jacob, Physices Elementa, Leiden, 1742, Vol. I, § 1424, Tab. XLVII, Fig. 2.

Trata-se dum aparelho constituído por três peças de vidro, sendo duas delas tubos cilíndricos com diâmetros interiores diferentes, montados num plano vertical com inclinações diferentes. Estes tubos comunicam entre si através de um tubo de latão assente sobre uma base de madeira. Entre os dois tubos, e comunicando com estes através do mesmo tubo de latão, existe um recipiente com a forma de uma garrafa sem fundo, invertida. Qualquer destas peças de vidro encaixa nas três aberturas do tubo de latão, sendo as junções vedadas com lacre e cera. Na parte superior do vaso central está fixo um anel de latão.

 

Eolípila.

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INDEX 1788: O.III.267

Aeolipila aenea curriculo ex tribus rotis metallicis innixa, cui supposita est lucerna. Haec per vapores aquae ebullientis inclusae curriculum retroagit.

Eolípila de bronze apoiada num carrinho de três rodas metálicas ao qual foi posto debaixo uma lucerna. Esta, através dos vapores de água em ebulição contida no interior, faz recuar o carrinho.

NOLLET, Jean-Antoine, Leçons de Physique Expérimentale, Paris, 1764, Tomo IV, p.77, pl. 2, fig 6.

Trata-se de uma eolípila destinada ao estudo dos efeitos produzidos pelo vapor da água sob pressão. É constituída por um recipiente oco, de cobre, cuja forma faz lembrar uma pêra. No seu interior era colocada água através duma abertura existente na parte superior a qual era posteriormente vedada com uma rolha de cortiça. Este recipiente encontra-se apoiado sobre um anel de latão, que faz parte da estrutura dum carro do qual sobressaem três grandes rodas.

Na plataforma do carro, por debaixo da eolípila, coloca-se uma pequena lamparina, que aquece a água até à ebulição. Na parte posterior da eolípila, existe um pequeno orifício, através do qual é expelido o vapor de água sob pressão, fazendo com que o carro entre em movimento, no sentido contrário ao da libertação do vapor.

 

 

 

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