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CURIOSIDADES

A �gua no Corpo Humano


Cerca de 70 % do corpo humano � formado por �gua.
- Perdemos por dia em condi��es normais:
Respira��o (durante a expira��o) - 0,4 litro
Urina - 1,2 litro
Transpira��o - 0,6 litro
Evacua��o - 0,1 a 0,3 litro
TOTAL (aproximadamente) - 2,5 litros
- Quanta �gua precisamos repor por dia:
Bebendo �gua - 1,5 litro
Ingerindo alimentos - 1,0 litro

Perigo De Desidrata��o:
- Quando perdemos um litro de �gua: sentimos sede.
- Quando perdemos 2 litros de �gua: temos sede, cansa�o e fadiga.
- Quando perdemos 3 ou mais litros de �gua: temos a forma��o de um processo de desidrata��o e risco de vida.

Vida mais saud�vel:

Para ter uma vida mais saud�vel aconselhado que:

- Beba pelo menos 250 ml de �gua mineral ou fervida por dia.

- Tome um bom banho pelo menos 4 vezes por semana.

- Viva a vida, saia um pouco de casa. A n�o ser que voc� goste de ficar em casa, da� � s� voc� fazer exerc�cios diariamente.

- Alimente-se bem, principalmente no caf� da manh�.

- Na hora do almo�o e janta coma verduras e vegetais, pois eles tem alto teor de sa�de.

- Mas n�o se limite apenas a verduras e vegetais, a carne tem alto teor de prote�na, muito necess�ria para uma vida saud�vel.

- N�o esque�a de comer pelo menor uma fruta todos os dias.

- Seja feliz, tente n�o ficar nervoso, mesmo nos piores momentos. Pense em uma solu��o em caso de algum problema, mas n�o tenha raiva. Isso � bom para se livrar do stress.

 

GLOSS�RIO DA �GUA

 

�GUA CAPILAR: �gua existente na zona de aera��o, que se move para cima a partir do len�ol d��gua devido ao fen�meno da capilaridade. Muitos vegetais absorvem a �gua da zona de capilaridade nos aq��feros fre�ticos rasos

�GUA MINERAL: �gua que cont�m sais minerais e gases em quantidade acima do normal e que se acredita serem boas � sa�de.

�GUA RESIDUAL: �gua que carrega subst�ncias l�quidas, gasosas e s�lidas, produtos das v�rias atividades do homem.

�GUA SUBTERR�NEA: �gua que preenche totalmente os poros e fraturas das rochas e sedimentos n�o consolidados.

�GUA TERMAL: �guas naturais aquecidas.

AQ��FERO: Toda forma��o geol�gica em que a �gua pode ser armazenada e que possua permeabilidade suficiente para permitir que esta se movimente. V�-se, portanto, que para ser um aq��fero uma rocha ou sedimento, tem que ter porosidade suficiente para armazenar �gua, e que estes poros ou espa�os vazios tenham dimens�es suficientes para permitir que a �gua possa passar de um lugar a outro, sob a a��o de um diferencial de press�o hidrost�tica.

AQ��FERO ARTESIANO: O mesmo que aq��fero confinado. S�o os aq��feros que est�o limitados por materiais n�o perme�veis. Nestes aq��feros a �gua n�o pode fluir livremente para baixo e para cima, e dizemos que tamb�m est� confinada. Os aq��feros artesianos quase sempre est�o em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares). Raramente tem sido relatado o fen�meno do artesianismo em regi�es de rochas metam�rficas e �gneas, como no caso do Estado do Rio de Janeiro.

AQ��FERO CONFINADO: O mesmo que aq��fero artesiano.

AQ��FERO SEMICONFINADO: Aq��feros limitados na base, no topo, ou em ambos por camadas cuja permeabilidade � menor do que a do aq��fero em si. O fluxo preferencial da �gua se d� ao longo da camada aq��fera. Secundariamente este fluxo se d� atrav�s das camadas semi confinantes, � medida que haja uma diferen�a de press�o hidrost�tica entre a camada aq��fera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunst�ncias um aq��fero livre poder� ser abastecido por �gua oriunda de camadas semiconfinadas subjacentes, ou vice versa. Zonas de fraturas ou falhas geol�gicas poder�o, tamb�m, se constituir em pontos de fuga ou recarga da �gua da camada confinada.

AQ��FERO FISSURAL: S�o os originados pelas rochas �gneas e metam�rficas, onde os espa�os cheios de �gua s�o fraturas de diversas origens, tamanhos e aberturas.

AQ��FERO FRATURADO: O mesmo que aq��fero fissural.

AQ��FERO FRE�TICO: Aq��fero em que o len�ol d��gua se comunica livremente com as camadas superiores e com a atmosfera. S�o aq��feros rasos e muito sens�veis � polui��o.

AQ��FERO LIVRE: O mesmo que aq��fero fre�tico.

AQ��FERO N�O CONFINADO: O mesmo que aq��fero fre�tico.

AQ��FERO POROSO: S�o os formados pelas rochas sedimentares e sedimentos n�o consolidados.

ARTESIANO: Express�o originada da cidade de Artois (leia-se "artoi ") na Fran�a, famosa por seus aq��feros confinados. Em muitos casos a press�o da �gua nestas camadas confinadas � tal que quando se perfura um po�o a �gua � empurrada al�m da superf�cie, dando origem a po�os jorrantes.

BOMBA SUBMERSA: Bomba hidr�ulica em que o motor e a bomba propriamente dita formam um corpo �nico e funcionam sob a �gua.

CACIMBA: O mesmo que po�o escavado.

CAMADA IMPERME�VEL: Camada que n�o permite a passagem da �gua.

CAPACIDADE ESPEC�FICA (CE): � a rela��o entre a vaz�o, em m�/h, de um po�o e o rebaixamento do n�vel d��gua em metros. Este conceito � a melhor forma de se comparar a produtividade de aq��feros distintos. Um bom aq��fero apresenta CE m�dia de 3m�/h/m, como � o caso do Aq��fero Guarani. Aq��feros mais pobres apresentam CE m�dia de 0,5m�/h/m, ou menos.

CICLO DA �GUA: O mesmo que ciclo hidrol�gico.

CICLO HIDROL�GICO: Os caminhos que a �gua toma na natureza nos v�rios processos de transforma��o de estado.

CISTERNA: O mesmo que po�o escavado.

 

CHUVA �CIDA: � toda chuva cuja �gua tem valores de pH inferior ao de chuvas normais (5,0 a 5,6).

Denuda��o: O mesmo que eros�o. Chamamos de taxa de denuda��o ao rebaixamento da altitude m�dia de uma �rea numa certa unidade de tempo. Em geral usa-se mil�metros por ano.

Deposi��o: � o ac�mulo de sedimentos transportados por �gua, vento ou gelo. A deposi��o ocorre na medida que o meio transportador vai perdendo sua energia. Os sedimentos mais grosseiros (seixos e cascalhos) s�o as primeiros a se depositarem, e os mais finos (argila) s�o os �ltimos. Os dep�sitos sedimentares tem caracter�sticas pr�prias em fun��o do agente transportador do material.

DESCARGA: Fluxo de �gua subterr�nea. Nos locais onde este fluxo atinge a superf�cie do terreno formam-se as fontes, nascentes ou brejos.

Dique: Corpo de rocha �gnea com duas dimens�es muito maiores do que a terceira, conferindo-lhe forma tabular. Originam-se da consolida��o de magma que penetrou em terreno com rochas mais antigas, de forma a interceptar sua estruturas. Normalmente s�o corpos verticais, chegando a centenas de metros de comprimento e algumas dezenas de metros de espessura. Comuns na bacia hidrogr�fica da Ba�a da Guanabara.

Disseca��o de vales: Processo pelo qual a eros�o fluvial rebaixa os vale, aprofundando-os em rela��o �s vertentes.

DIVISOR DE �GUAS: Partes elevadas dos morros e serras a partir dos quais o fluxo das �guas subterr�neas e das �guas superficiais se d� em sentidos opostos.

EROS�O: Retirada e transporte do solo e da superf�cie do terreno pela a��o da �gua; vento e gelo. O material transportado recebe o nome de sedimento e vai dar origem �s rochas sedimentares.

Eros�o diferencial: Desgaste desigual dos corpos rochosos devido a um forte contraste de resist�ncia, seja ao intemperismo qu�mico, seja ao desgaste mec�nico. Devido a esta eros�o os corpos menos resistentes s�o deprimidos e os mais resistentes s�o real�ados na topografia. Um exemplo t�pico de eros�o diferencial no Rio de Janeiro � dado pela Pedra da G�vea, real�ada e com forma de tabuleiro pelo fato de que � coroada por um corpo de granito, de forma tabular, e que protegeu da eros�o e do intemperismo o gnaisse que est� abaixo.

 

 

GERENCIAMENTO DOS RECURSOS H�DRICOS: Conjunto de t�cnicas, normas operacionais e administrativas utilizadas no uso dos recursos h�dricos de uma regi�o. Do ponto de vista da auto-sustentabilidade, o melhor gerenciamento � obtido a partir de uma vis�o integrada e complementar de todos os recursos h�dricos dispon�veis na �rea em estudo: Chuvas, �guas superficiais, �guas subterr�neas. As medidas de conserva��o a serem adotadas ser�o: reuso e reciclagem de �guas; recarga artificial dos aq��feros; medidas que aumentem ou mantenham a infiltra��o da �gua no solo; represas de infiltra��o ao longo da drenagem; represas acumuladoras de grandes volumes de �gua, barreiras subterr�neas; tratamentos de efluentes dom�sticos e industriais; estrito controle da explora��o dos aq��feros, evitando seu esgotamento ou intrus�o de �gua salgada; legisla��o adequada aos fins sociais propostos e poder p�blico capaz de fazer cumprir a legisla��o existente.

GRADIENTE GEOT�RMICO: Profundidade, em metros, necess�ria para que a temperatura aumente um grau Celsius. No Brasil o gradiente geot�rmico � em media 30m/�C. Locais com gradiente geot�rmico menor s�o considerados como anomalias e s�o prop�cios a apresentarem ocorr�ncias de �guas termais. Muitos pa�ses com gradiente geot�rmico pequeno usam o calor interno na produ��o de energia el�trica ou de �gua aquecida para calefa��o. No Brasil, apesar de n�o ser uma regi�o com gradiente geot�rmico favor�vel, � poss�vel o uso de �guas subterr�neas profundas aquecidas, que chegam a temperaturas de at� 45�C, para diversos usos, principalmente industriais.

IRRIGA��O: Aporte artificial de �gua para as planta��es.

JUSANTE: Diz-se da regi�o compreendida entre o observador e a foz de um curso d��gua.

LEN�OL FRE�TICO: Superf�cie que delimita a zona do subsolo onde os poros est�o totalmente preenchidos por �gua. A press�o da �gua nesta superf�cie est� em equil�brio com a press�o atmosf�rica. Os len��is fre�ticos abastecem os mananciais e s�o importantes como fonte de �gua para a popula��o n�o abastecida por rede p�blica.. Por serem rasos s�o muito vulner�veis � polui��o.

LEN�OL D��GUA: Superf�cie formada pela parte superior da zona saturada nos aq��feros fre�ticos.

 

 

MATA CILIAR: Vegeta��o que margeia os cursos d��gua, caracterizada por esp�cies bem adaptadas � abund�ncia de �gua, e �s freq�entes inunda��es. S�o importantes na prote��o das margens contra a eros�o e na manuten��o da fauna. Servem tamb�m como barreiras, evitando que detritos das margens atinjam a calha do rio.

MONTANTE: Diz-se da regi�o compreendida entre o observador e a nascente do curso d��gua.

NASCENTE: Quando o fluxo de �gua subterr�nea intercepta a superf�cie do terreno, forma-se uma nascente. H� muitos tipos de nascentes, mas em geral a sua forma��o � condicionada pela exist�ncia de uma interfacie entre o n�vel fre�tico ou piezom�trico de um corpo perme�vel (aq��fero) e a superf�cie topogr�fica. Em terrenos �gneos e metam�rficos, as nascentes est�o, em geral, associadas a fraturas portadoras de �gua e interceptadas pelo relevo. Nem sempre, contudo, elas s�o vis�veis, devido � cobertura por material inconsolidado acumulado nas enconstas (talus e outros dep�sitos)
Nascente de um rio: � o local mais a montante de seu curso principal.

N�VEL DIN�MICO: N�vel em que se encontra a �gua num po�o que est� sendo bombeado. Nos aq��feros artesianos o n�vel din�mico � dado como rebaixamento do n�vel piezom�trico.

N�VEL EST�TICO: N�vel em que se encontra a �gua num po�o que n�o est� sendo bombeado, ou seja, em repouso. Nos aq��feros livres coincide com o n�vel fre�tico. Nos aq��feros artesianos o n�vel est�tico � o da superf�cie piezom�trica naquele local.

N�VEL FRE�TICO: Profundidade em que se encontra a superf�cie superior do len�ol fre�tico. Em linhas gerais, o n�vel fre�tico acompanha, aproximadamente, a topografia do terreno.

PERMEABILIDADE: Propriedade dos aq��feros de permitir o fluxo livre das �guas. Nos meios porosos isotr�picos a permeabilidade � uma constante (coeficiente) calculada pela equa��o de Darcy, que relaciona a quantidade de �gua que passa atrav�s da unidade de �rea do material sob uma perda de carga igual a 1. Para que um material seja perme�vel � necess�rio que seus poros tenham aberturas capazes de permitir o fluxo da �gua e que estes poros estejam conectados entre si, para que o fluxo se processe.

pH: O pH (potencial hidrogeni�nico) � uma escala logar�tmica que varia de 0 a 14, e nos indica qu�o �cida ou alcalina � uma subst�ncia. Valores abaixo de 7,0 s�o �cidos e acima s�o alcalinos. O valor 7,0 � neutro. O aumento da acidez � inversamente proporcional ao valor do pH, isto � uma diminui��o do valor pH significa uma aumento da acidez, em forma logar�tmica. Exemplo: um pH igual a 4,0 � 10 vezes mais �cido do que um pH igual a 5,0 e 100 vezes mais �cido do que um pH igual a 6,0. Alguns exemplos de valores aproximados de pH: lim�o= 2,3, vinagre = 2,9; vinho tinto = 3,8; �gua da chuva = 5,0 a 5,6; leite = 6,8; �gua destilada = 7,0; sangue = 7,3; amon�aco = 12,0; soda c�ustica = 14,0. As �guas subterr�neas possuem pH que varia de 5,5 a 8,3. As �guas com pH maior do que 7,0 s�o as mais leves ao paladar.

PO�O: Perfura��o ou escava��o atrav�s da qual podemos captar �gua subterr�nea.

PO�O ARTESIANO: � aquele perfurado em aq��feros artesianos ou confinados. O fen�meno do artesianismo � uma caracter�stica do aq��fero e n�o do po�o. Um po�o perfurado a m�quina, num aq��fero livre, deve ser chamado de po�o profundo ou po�o tubular profundo, para se diferenciar dos po�os rasos escavados manualmente. As companhias perfuradoras de po�os t�m usado erradamente o termo "po�o artesiano" para todo e qualquer po�o perfurado atrav�s de m�quinas. Esta � a forma que encontraram para valorizarem seu trabalho e seu produto. Acreditamos que tanto os conhecimentos t�cnicos, como a engenharia envolvida numa obra de capta��o de �gua profunda, j� s�o suficientemente importantes, n�o necessitando de nenhum subterf�gio valorizativo.

PO�O ESCAVADO: Po�o raso escavado manualmente, de di�metro grande, usado para retirar �gua de aq��feros fre�ticos. S�o os mais baratos e populares apesar de serem muito sens�veis � polui��o, por captarem �gua da parte superficial do aq��fero fre�tico.

PO�O JORRANTE: Po�o perfurado em aq��fero artesiano, no qual a �gua jorra naturalmente na superf�cie do terreno.

PO�O PROFUNDO: Po�o perfurado com m�quinas de grande porte.

PO�O TUBULAR PROFUNDO: O mesmo que po�o profundo.

PO�O RADIAL: Po�o escavado com di�metro maior do que o normal que possui em sua parte inferior um conjunto de drenos cravados nas paredes e que penetram radialmente o aq��fero, aumentando a �rea de capta��o de �gua e, portanto, a produ��o do mesmo.

PONTEIRA: Haste perfurada, com termina��o c�nica, que � cravada no terreno, e atrav�s da qual pode-se retirar �gua com bomba de suc��o. Muito popular, s� funciona em aq��feros muito rasos. Muito usada em obras de engenharia civil para o rebaixamento do len�ol fre�tico.

 

POROSIDADE: Volume de vazios existentes nas rochas e sedimentos n�o consolidados. Nas rochas sedimentares e sedimentos n�o consolidados os espa�os vazios s�o poros intergranulares, homogeneamente distribu�dos. Nas rochas �gneas e metam�rficas os espa�os vazios s�o constitu�dos por fraturas. Para que uma rocha �gnea ou metam�rfica seja aq��fera, � necess�rio que estas fraturas sejam longas, abertas e que v�rias fraturas sejam conectadas entre si, permitindo a infiltra��o e fluxo da A porosidade � expressa em termos percentuais, e representa a quantidade de �gua que a unidade de volume de um material pode armazenar em seus vazios. Como exemplo, temos que um solo com porosidade igual a 15% � capaz de reter 150 litros de �gua por metro c�bico de solo. Abaixo do n�vel fre�tico os poros s�o preenchidos totalmente por �gua e acima do n�vel fre�tico por ar e parcialmente por �gua aderida � superf�cie dos gr�os. Apesar da porosidade ser um fator importante na infiltra��o da �gua no solo, � necess�rio separ�-la do conceito de permeabilidade, pois um solo argiloso pode ser muito poroso, mas ter pouca permeabilidade.

REBAIXAMENTO DO LEN�OL D��GUA: T�cnica que consiste em bombear a �gua num certo ponto em quantidade tal que as proximidades do po�o ficam temporariamente secas. Muito usada em obras de engenharia onde � necess�rio trabalhar em locais abaixo do n�vel fre�tico local.

RECALQUE DO TERRENO: Abaixamento da altitude da superf�cie do terreno, em virtude do bombeamento da �gua de po�os nas proximidades. O recalque pode provocar rachaduras no solo e em constru��es. Em casos extremos pode haver desmoronamento das constru��es afetadas.

RECARGA: Local ou �rea onde a �gua passa da superf�cie do terreno para o interior do solo, indo alcan�ar a zona saturada. �rea onde ocorre infiltra��o capaz de alimentar o aq��fero.

SUPERF�CIE PIEZOM�TRICA: Superf�cie cont�nua que representa as press�es da �gua na parte superior dos aq��feros confinados. Nas regi�es onde esta superf�cie est� acima do n�vel do terreno temos artesianismo jorrante.

TALUDE: Sin�nimo de vertente (talude natural). Termo mais aplicado em estudos geot�cnicos. Talude artificial quando feito pelo homem, podendo ser devido � remo��o de material ( talude de corte) ou ac�mulo (talude de aterro).

 

 

TRANSGRESS�O: Sedimenta��o decorrente do avan�o do mar sobre uma regi�o. Em oposi��o temos regress�o, que acontece com o recuo do n�vel do mar, transformando �reas de sedimenta��o em �reas emersas, sujeitas ao retrabalhamento pela eros�o.

TROCA CATI�NICA: Fen�meno que ocorre no solo e nos aq��feros, relacionado � reten��o de c�tions na superf�cie das part�culas finas (argilas e mat�ria org�nica) atrav�s de pequenas cargas el�tricas. Os principais c�tions envolvidos nesta troca s�o o S�dio, o C�lcio e o Magn�sio. Quando um solo recebe uma �gua com alto teor de s�dio, este desloca o c�lcio e o magn�sio adsorvidos, substituindo-os, endurecendo o solo e diminuindo sua permeabilidade. Contrariamente, se a �gua for rica em c�lcio e magn�sio, estes deslocar�o o s�dio. � por esta raz�o que se adiciona calc�rio nos solos agr�colas.

TRANSPIRA��O: Processo pelo qual a �gua absorvida pelos vegetais se evapora para a atmosfera.

USO SUSTENTADO: Uso da �gua que n�o provoque a degrada��o de suas fontes e de suas qualidades, permitindo que as gera��es futuras possam tamb�m dela dispor para sua sobreviv�ncia.

VERTENTES: Superf�cies inclinadas do terreno que drenam as �guas das chuvas para os vales

ZONA DE AERA��O: Regi�o entre o len�ol fre�tico e a superf�cie do terreno. Recebe este nome porque est� preenchida por ar atmosf�rico e cont�m pouca �gua, na forma de umidade. Esta camada do solo � importante na purifica��o das �guas que se infiltram, atuando como filtro, como zona de oxida��o de mat�ria org�nica e de reten��o de uma gama variada de metais pesados.

ZONA DE SATURA��O: Regi�o em que os poros e fraturas dos aq��feros est�o totalmente preenchidos por �gua. Sua superf�cie superior d� origem ao len�ol d��gua.

 

 

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