| Masculinas ilus�es em poesia o inverso de tudo o que tenho feito, um amigo, esta tarefa me estendeu. Fosse Hom�rica, de lutas e bravia ... Mas, como h� de a f�mea sentir no seu peito sentimentos que ela nunca compreendeu ? Como pode empunhar arma a m�o macia ? Como pode o fogo ardente lhe dar frio ? Como pode um ser passivo ir � frente ? Qual Ulisses em combate acaricia? Meu amigo, � t�o dif�cil o que pediu!!! Que murm�rio ter� tal for�a eloq�ente ? E assim eu desisto, e sequer tento... E me confesso incapaz, n�o como poetisa mas de escrever, como mulher, o que o homem sente Por n�o ser a voz de mando, mas lamento ... Por n�o ser como um tuf�o, mas fraca brisa ... E assim eu me rendo humildemente. Sintra, 15 de Julho de 2002 |
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