Sob o ponto de vista cristão, a reencarnação é uma mentira
A mentira existe. Continua sendo um instrumento muito usado e muito eficiente.
É tão antiga quanto o próprio homem. Faz muitas vítimas.
Em alguns casos, tem vida curta. Em muitos outros, tem vida longa.
Há mentiras que atravessam séculos. Não poucas pessoas nascem, vivem e morrem
debaixo da mentira.

Presente nas relações familiares, sociais e diplomáticas, a mentira faz parte
intrínseca do comércio, da política e da religião. O verdadeiro motivo
de uma guerra nunca é declarado: sempre se apresenta uma elaborada
mentira para justificar o conflito e obter a adesão dos que, na verdade, vão
pagar o preço dela.

Porque mexe com o que o homem tem de mais precioso, a mentira na área religiosa
é a mais hedionda e a mais nefasta de todas. A primeira mentira da
história humana é de fundo estritamente religioso. Ela perturbou o bom
relacionamento da criatura com o Criador e provocou a chamada queda do
homem. Por meio dela, o pecado entrou no mundo, trazendo todas as tragédias
e todas as desgraças que desde então acometem o ser humano. Essa
mentira aconteceu no Jardim do Éden, o berço da civilização.
Deus havia dito a Adão com absoluta clareza: “No dia em que comeres da árvore do
conhecimento do bem e do mal, certamente morrerás” (Gn 2.17).
Mas a serpente, personificação de Satanás, contradisse a voz de Deus e declarou à
mulher: “É certo que não morrereis” (Gn 3.4). Nenhuma outra mentira foi tão
desastrosa quanto essa.

Quando Jesus ressuscitou, na presença da escolta que guardava o túmulo, os
principais sacerdotes ofereceram aos soldados grande soma de dinheiro para
eles esconderem o fato da ressurreição e divulgarem a versão de que os
discípulos haviam roubado o corpo do Senhor durante a noite (Mt 28.11-15). Essa é outra mentira de conotação religiosa tremendamente absurda.

Ao longo da história, Deus tem levantado profetas que falam da parte dele com
o propósito de desobstruir o caminho e abrir clareiras de salvação.
Ao mesmo tempo, outros profetas se levantam e anunciam mensagens diferentes.

Como conseqüência, aqueles que já estavam sendo alvos da misericórdia
divina, voltam atrás e se perdem por completo. Isso aconteceu diversas vezes
com o povo de Israel no Velho Testamento e acontece hoje. O caso mais
dramático envolve o profeta Jeremias, que exerceu o seu ministério
entre os anos 627 e 587 a.C., antes do cerco e da tomada de Jerusalém pela
Babilônia. Enquanto ele anunciava com autoridade e insistência a proximidade
da terrível tríade espada, fome e peste (Jr 24.10), os falsos
profetas rebatiam com insistência: “Nenhum mal nos sobrevirá, não veremos
espada nem fome” (Jr 5.17). Alguém estava pregando uma mentira.
Só depois da destruição de Jerusalém por Nabucodonosor no ano 586 a.C.
é que a mentira dos falsos profetas ficou a descoberto. Porém, já era tarde demais.

Existe uma mentira chamada reencarnação, que desvia definitivamente o
homem da cruz de Cristo. Ela é muito antiga. É muito mais velha que o cristianismo.
Os primeiros registros da reencarnação de que se tem notícia
situam-se na Índia, no ano 700 a.C., no seio do hinduísmo.
Nesse tempo, Ezequias era rei de Judá. Isso quer dizer que a reencarnação tem pelo
menos 2.700 anos.

A reencarnação é uma mentira porque exclui impiedosamente o perdão de
Deus, aqui e agora, desde que haja convicção de pecado, arrependimento e conversão,
tudo por causa do sacrifício expiatório de Jesus Cristo.
No lugar da mensagem da maravilhosa graça, coloca-se a impiedosa mensagem de que
cada um deve expiar seus próprios pecados por meio de vidas sucessivas.<
De todas as mentiras de fundo religioso, a reencarnação é a mais antiga, a mais
perseverante, a mais ampla, a mais atual e a mais iníqua.

A má notícia e a boa notícia

Há uma má notícia e uma boa notícia. Aquela é a reencarnação; esta é a salvação.
A má notícia cobra a dívida até o último centavo. A boa notícia perdoa a dívida
(Cl 2.13, 14).
A má notícia deixa todo o fardo nas costas do devedor. Ele que se vire.
A boa notícia transfere todo o fardo para os ombros de Jesus Cristo (Is 53.6).
A má notícia coloca o devedor num ciclo infinito de nascimento, morte e
renascimento. A boa notícia coloca o devedor no patamar do paraíso (Lc
23.43).
A má notícia transfere o devedor de cadeia em cadeia. A boa notícia tira o
devedor da cadeia (Cl 1.13, 14).
A má notícia fala de muitas mortes. A boa notícia fala de uma só morte (Hb
9.27).
A má notícia prega o renascimento. A boa notícia prega a ressurreição (Jo
11.25).

A má notícia promete a iluminação. A boa notícia promete a glorificação (Rm
8.18).
A má notícia glorifica o homem. A boa notícia glorifica a Deus.
A má notícia estimula as boas obras como instrumentos de purificação. A boa
notícia estimula as boas obras como instrumentos de adoração (Mt 5.16).
A má notícia pretende resolver o problema do sofrimento humano aos poucos,
vagarosamente. A boa notícia pretende resolver o problema do sofrimento
humano de uma hora para outra, “num momento, num abrir e fechar de olhos,
ao ressoar da última trombeta” (1 Co 15.52).
A má notícia é atribuída em grande parte à revelação dos espíritos dos mortos.
A boa notícia é atribuída à revelação do Espírito do Deus vivo (Is 8.19, 20).

Quando a má notícia já dominava o Oriente e o Ocidente por meio do hinduísmo,
do budismo e do platonismo, a boa notícia surgiu nas montanhas
ao redor de Belém, no dia do nascimento de Jesus, por boca de um
anjo: “Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo
o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é o Cristo, o
Senhor” (Lc 2.10, 11, NVI).

Este material é parte de uma reportagem extraida da revista Ultimato

copyright© 2002, 2003 e 2004- By Paulo Ricardo - Este conteúdo pode ser
distribuído,
copiado e/ou reproduzido sem prévia autorização, desde que, seja citada a
fonte.

http://www.lideresembrasilia.com.br
GLÓRIAS A DEUS ETERNAMENTE AMÉM

Deus vos abençoe em Jesus Cristo

Abraços
[

Hosted by www.Geocities.ws

1