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Poderás
dar-lhes teu amor,
mas não teus pensamentos,
Pois eles têm seus próprios pensamentos.
Poderás acolher seus corpos mas não suas almas,
Pois suas almas habitam a mansão do amanhã
Que não podes visitar nem mesmo em sonhos.
Poderás tentar ser como eles,
Mas não tentes torná-los semelhantes a ti.
Pois a vida não para, nem se atrasa com o dia passado.
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Tu és
o arco pelo qual teus filhos,
como flechas vivas, são projetados.
O Arqueiro vê o alvo no caminho do infinito,
e ele te dá sua força para que
suas flechas voem céreles para longe.
Que tua firmeza pela mão do arqueiro seja para a alegria.
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
ama o arco que permanece firme.

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