Arco Íris: os poemas para o Anjo

ser um estado de revolução permanente
amar com amor com paixão com coração

Natal em palha humilde

Nasceu um dia o Menino
em palha bruta a ser comida
pobre teto, humilde companhia:
mas trazia luz e alegria.

A ti ele deu larga benção:
que teu olhar traga luz
que teu riso traga alegria
aos que te vejam em claro dia.

Eu, carneiro, galo, beija flor
burrinho a balançar a face
boi a aquecer o Seu sono
agradeço comovido, e choro.

 

 

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