&variavel1=Valor da variável 1 O predatismo ocorre quando um organismo (predador) mata o outro (presa) para dele se alimentar. O predatismo é mais frequente na natureza do que a frequencia em que você vai às aulas. Do ponto de vista individual, existe prejuízo para as presas, que são devoradas pelos predadores. Considerando-se o aspecto populacional, porém, as populações de predadores e de presas geralmente mantêm um equilíbrio dinâmico, fundamental a sobrevivência de ambas. Exemplos não faltam nessa relação, como mamíferos carnívoros e mamíferos herbívoros, clássico. Porém existe um arsenal de adaptações nas presas e nos predadores: os dentes caninos bem desenvolvidos dos animais carnívoros, o veneno da cobra, as armas do homem, a velocidade do guepardo, as listras da zebra, o casco da tartaruga, o chifre do rinoceronte, o tamanho e as presas do elefante, entre outros, que poderia ficar o dia inteiro falando. Mas três deles, devido à sua importância ecológica, merecem ser vistos mais detalhadamente: a camuflagem, a coloração de advertência e o mimetismo. A camuflagem como todos devem saber, o animal se confunde com o ambiente em que está. Para a presa, a camuflagem serve de defesa (pode se enconder), já para o predador, serve para se aproximar sem ser detectado. Tal fenômeno foi levado a sério pelos insetos, que podem se confundir com galhos, folhas, espinhos e etc. Coloração de advertência não é aquela tinta usada no seu boletim, é um artifício pelo qual a presa, através de seu aspecto ou cor, adverte o predador de que possui defesas, que podem ser gosto ruim, secreções irritantes ou venenos. Mimetismo ocorre quando os indivíduos de uma espécie(esperta por sinal) se assemelha à outra, obtendo alguma vantagem com essa semelhança, às vezes esse animal é delicioso e não possui nem veneno, nem secreções, nem a cor daqueles que têm essas defesas. Através desse artifício o animal é poupado, pois engana o predador que já teve experiências desagradáveis com o modelo copiado.