A FARSA DO DR. FRITZ

A FARSA DO DR. FRITZ

O que surge agora como uma verdadeira bomba não é nenhuma novidade para os evangélicos. A farsa do “Dr. Fritz”, incorporado pelo engenheiro Rubens Faria, que tomou as páginas dos jornais, já vinha sendo avisada há muito tempo pela Folha Universal em diversas matérias. Alertamos não apenas sobre os perigos espirituais como também tentamos abrir os olhos das autoridades para outros fatores, como por exemplo, o uso de substâncias estranhas e a realização de cirurgias feitas sem o menor  cuidado com a assepsia.

      Além de nunca darem crédito aos alertas dados por este jornal, a mídia ainda revidava com matérias enaltecedoras em reportagens especiais, onde o “engenheiro-médico” era exaltado por seus feitos mediúnicos. Nunca questionaram o fato de ele estar exercendo ilegalmente a Medicina. Ilegal porque, pelo menos neste planeta, não se sabe de nenhum país que aceite diplomas conferidos pelo além. A imprensa, tão detalhista e implacável, deixou passarem despercebidos detalhes tão óbvios. Como ninguém suspeitou do enriquecimento repentino do “engenheiro”? Segundo a própria imprensa afirma, Rubens Faria Júnior lucrava com suas consultas em média R$ 168 mil por mês.

      Por semana, o “doutor” engordava a sua conta bancária em pelo menos R$ 42 mil, fora as doações. Atendendo no Rio às segundas e terças-feiras, e em São Paulo às quintas e sextas-feiras, fica mais do que claro que o engenheiro só vivia para (ou de) dar consultas mediúnicas. Um filão rentável que lhe proporcionou carros importados, um luxuoso apartamento em São Conrado, Zona Sul do Rio, no valor de R$ 760.760, e um outro apartamento em Miami avaliado U$ 639 mil. Sua fortuna é calculada em R$ 2 milhões, mas acredita-se que esse valor seja maior, pois o “Dr. Fritz” ainda dá consultas aos sábados e domingos em Feira de Santana, na Bahia.

      Além da (gorda) questão financeira de Rubens Faria, a imprensa também fechou os olhos para outros fatores ainda mais agravantes, como, por exemplo, a forma com que os pacientes eram operados e medicados.

      Cortes profundos eram feitos com instrumentos que ninguém sabe se eram descartáveis ou esterilizados. Sabe-se também agora que antes da cirurgia ele fingia aplicar nos pacientes uma mistura de iodo com aguarrás. Há também denúncias de aplicações de injeções e anestésicos quando a pessoa ainda estava sendo preparada para a “operação espiritual”. Sobre tudo isso nós falamos. Mas ninguém deu ouvidos. Em uma das últimas matérias que publicamos, na edição 338, denunciamos o caso da menina Vanessa de Biasi, de 17 anos, que morreu, vítima de uma “cirurgia” feita pelo Dr. Fritz, no dia 14 de agosto do ano passado. A jovem era portadora de leucemia e foi com a mãe, Aparecida Oliveira de Biasi, ao galpão de uma antiga fábrica, localizada na Rua dos Patriotas, bairro do Ipiranga, Zona Sul da capital de São Paulo, na esperança de obter a cura milagrosa. Vanessa, há um ano vinha se submetendo a um tratamento espiritual com “Dr. Fritz”.

      Durante o atendimento, o “médico” fingiu aplicar uma injeção composta, segundo ele mesmo afirmou, de uma mistura de aguarrás com iodo. Em seguida, um assistente da entidade aplicou uma outra injeção, diferente da anterior, alegando estar obedecendo às ordens do “médico alemão”.

      Vanessa começou a passar mal e a vomitar. A menina entrou em coma, e a equipe de “Fritz” providenciou para que ela fosse transportada para o Hospital Leão XIII, distante cinco minutos do local. A mãe da menina conta que antes de saírem do tal galpão, um dos integrantes da equipe pediu que ela não falasse nada aos médicos do hospital, alegando que nenhum deles acreditam em curas espirituais. A menina foi encaminhada imediatamente para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), apresentando o seguinte quadro clínico descrito pelos médicos: coma induzido, acompanhado de morte cerebral.

      No dia 17, ela faleceu. Quantos outros, a exemplo da jovem Vanessa, não morreram vítimas dessa farsa? Por que os jornais não deram a mesma importância a essa denúncia publicada pela Folha Universal como deram às matérias sobre o padre Marcelo Rossi? Quantas vidas não poderiam ter sido poupadas, inclusive a do médium, que na verdade é tão vítima quanto réu? Existe apenas uma Verdade, que é a Palavra de Deus, aquela que realmente cura, salva e liberta.

      Se as pessoas dessem ouvidos ao que diz as Sagradas Escrituras, saberiam perfeitamente que essa história não poderia acabar bem. Aliás, não precisa nem conhecer a Bíblia para se chegar a essa conclusão, basta ser um pouco inteligente para perceber que um espírito que acaba com a vida de seus “servos” de uma maneira tão trágica e pré-anunciada ( vide José Arigó e o destino traçado para Rubens, que segundo “Fritz”, será morto com três tiros ) não pode fazer o bem a ninguém.

      Se você que está lendo este editorial é um dos que precisam de uma cura milagrosa, saiba que só existe Um capaz de concedê-la: o Senhor Jesus.

      Segundo a Palavra de Deus, Ele é o único mediador entre Deus e os homens e somente em Seu nome há poder. Certamente Ele te concederá a cura sem precisar cortar o seu corpo ou injetar substâncias, pois o milagre é algo sobrenatural. fonte : amizade gospel
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