Anjo

Quem sabe um anjo tenha passado.
Ocular testemunha escravidão ainda
Maestria o vento e o sol se arrima
No penedo suave do templo sagrado.

Não há sacrifício sem o peso da cruz.
A obra do Aleijadinho quase esquecida
Representa ao ar livre milagre da vida.
E vampiros incrédulos na fresta de luz.

O inferno abaixo que se derrama
No turíbulo de prata tanto o que pesa
Ingenuamente fiéis no suplício da reza.

A lua só é prometida a quem se ama
De véu no altar a lançar do cupido...
Um anjo passou, mas eu duvido!

(ACHEL TINOCO)

 

 

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