Expiração...

Nada mais natural que a respiração! Inspira-se... Expira-se...

Para mim, nada mais natural que a poesia... Respiro-a! Nela tenho a bendita inspiração... Para quem a lê, nada mais é que a minha Expiração

 

Este livro reúne os mais amarelecidos dos meus poemas. Escritos entre 1996 e finais de 1999, neste livro o leitor envolve-se numa negra penumbra que coloco em quase todos os poemas. Ainda que raros sejam os poemas mais "iluminados", nota-se que estes são dedicados a amores não correspondidos ou falhados.

No entanto, por mais palavras que se usem para descrevê-los, nada melhor que lê-los!

 

Adeus Morte Noite Vera
Solidão Dei-te (para nada) Do sonho à realidade E foi-se tudo
Vaidade de Poeta Poesia viva Versos Homem sofredor
Para ti A minha vida Diz-me Este aperto
Feelings O meu orgulho Ventus et Luna Será?
Duas faces Quero-te ter aqui Assim se passa em Timor Letras Tímidas
Em que penso Amor sonhado Entristecendo Fica comigo
O teu choro Novamente para ti Amizade (a nossa) Velha querida

 

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