Joanna de Ângelis
em "Após a Tempestade"

"Nada que o justifique. Infanticídio execrável, o aborto delituoso é covarde processo de que se utilizam os espíritos fracos para desfazer-se da responsabilidade, incidindo em grave delito de que não se poderão exonerar com facilidade".


Luiz Sérgio
em "Deixem-me viver"


"Quem interrompe uma gravidez está rasgando a passagem de alguém para a escola da evolução. Não esqueçamos que o feto só está alojado no útero porque obedeceu a um planejamento de Deus. Por que o homem não respeita semelhante obra?"


Francisco de Mello Franco
em "Luzeiro"

"(...) o aborto provocado por este [o reencarnante] é realidade a ser mais claramente oticada e compreendida, competindo aos futuros pais, assim que cientes da concepção, prepararem vibratoriamente o seu estado psicológico positivamente, emitindo ao seu bebê pensamentos de amor e alegria pela sua presença entre eles".


Joanna de Angelis
em "Luz Viva"

"Diante da tentação do abortamento criminoso, opta pela oportunidade de manter o filho.
Já que o não pode consultar, se ele gostaria ou não de ser assassinado, faculta-lhe a benção da reencarnação e ama-o, seja qual for a circunstância em que te chega.
Oferta-lhe carinho e ampara-o hoje, a fim de que ele te proteja amanhã".

Silas
em "Ação e Reação"

"Arrancar uma criança ao materno seio é infanticídio confesso. A mulher que o promove ou que venha a coonestar semelhante delito é constrangida, por leis irrevogáveis, a sofrer alterações deprimentes no centro genésico de sua alma, predispondo-se geralmente a dolorosas enfermidades, quais sejam a metrite, o vaginismo, a metralgia, o enfarte uterino, a tumoração cancerosa, flagelos esses com os quais, muita vez, desencarna (...)".


André Luiz
em "Evolução em Dois Mundos"

"Para melhorar a própria situação, que deve fazer a mulher que se reconhece, na atualidade, com dívidas no aborto provocado, antecipando-se, desde agora, no trabalho da sua própria melhora moral
(...)?
Sabemos que é possível renovar o destino todos os dias.
Quem ontem abandonou os próprios filhos pode hoje afeiçoar-se aos filhos alheios, necessitados de carinho e abnegação".


O Espírito da Verdade
em "O Livro dos Espíritos"

"358. O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção?
Há sempre crime, quando transgride a Lei de Deus.
A mãe, ou qualquer pessoa, cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes do seu nascimento, porque isso é impedir a alma de passar pelas provas de que o corpo deveria ser o instrumento"
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