História da Apple

Glen Sanford

1976 – 1981

Steven Wozniak e Steven Jobs tinham sido amigos no Segundo grau. Ambos tinham interesse em eletrônica e ambos foram tratados como intrusos. Eles mantiveram contato após a graduação e foram trabalhar em companhias do Vale do Silício (Woz na Hewlett-Packard, Jobs na Atari).

Wozniak fazia alguns serviços por curto períodos de tempo em desenho de computadores e em 1976 ele fez o que se tornaria o Apple I. Jobs, que tinha uma visão do futuro, insistiu para que Wozniak tentasse vender a máquina e assim em 1o de abril de 1976 nasceu a Apple Computer.

O mercado de jogos não os levou a sério e somente em 1977 o Apple II decolou numa Feira de Informática. O primeiro computador pessoal feito em caixa plástica com gráficos coloridos era impressionante. Pedidos foram inúmeros desde sua introdução, tornando-se um sucesso. Com a introdução, no início de 1978, do Apple Disk II, de baixo custo para a época, fácil de usar drive de disquete, incrementando bastante as vendas

Com isto, porém, a companhia teve que crescer. Em 1980, quando o Apple III foi lançado, a Apple tinha alguns milhares de empregados, e estava começando a vender computadores para fora dos EUA. A Apple estava diversos níveis de experientes administradores e executivos de porte médio e, mais importante, atraindo diversos investidores, os quais preferiram tomar assento no grupo de diretores Mais velhos e experientes, conservadores, deram credibilidade para a Apple ser vista como uma “verdadeira companhia”, para o pavor de muitos de seus empregados originais.

Em 1981 as coisas começaram a ficar um pouco difíceis, pela dificuldade nas vendas de computadores e em fevereiro a Apple foi forçada a demitir 40 empregados o que deixou Wozniak injuriado. Ele se afastou e apenas realizou retorno breve. Jobs se tornou o presidente da Apple Computer em março.

Seguindo-se à histórica visita a Xerox PARC  1979, Jobs e alguns outros engenheiros começaram a desenvolver o modelo Lisa, o qual redefiniu o conceito de computador pessoal. Jobs, por outro lado, provou ser um mal administrador de projeto e Mike Markkula assumiu o projeto do Lisa, o então presidente da Apple, sendo um dos maiores distribuidores. Jobs, que detinha apenas 11% da Apple, decidiu assumir o projeto de alguém e começou a trabalhar com o Macintosh – computador pessoal que começou com US$500,00. Jobs descobriu que seria muito mais.

Em 1981, a IBM lançou o seu primeiro PC. Com o poder da Grande Azul atrás dele, o PC rapidamente começou a dominar o mercado. O pessoal do Jobs teria que trabalhar velozmente se quisessem competir com a IBM no mercado de computadores pessoais Jobs começou a entender que a Apple teria que se tornar uma firma de grande porte e ele não era o homem adequado para administrar isto.

No início de 1983 Jobs começou a cortejar John Sculley, o presidente da Pepsi-Cola. Em abril ele conseguiu ser bem sucedido e Sculley se tornou presidente e CEO da Apple. Jobs acreditou que Sculley poderia “inchar” a Apple", mas não fazia idéia.correta do que isto lhe custaria. Eventualmente, o seu próprio cargo.

1983 – 1985

Apesar de ser um homem de negócios bem sucedido, , logo ficou claro que Sculley não sabia muito a respeito de indústria de computadores. Ele e Jobs se estranharam quase que imediatamente.

Com a aproximação do lançamento do Macintosh Jobs se tornou hiperativo. Ele trabalhava pesado e pressionava os encarregados pelo desenvolvimento para escreverem programas para a vindoura máquina – Jobs tinha realizado que o Mac deveria em última instância ser feito ou quebrar as indústria de programas.

Em 22 de Janeiro de 1984, durante as quartas-de-final do Super Bowl (Campeonato Nacional de futebol Americano), a Apple colocou no ar p seu infame comercial de 60 segundos (13.4 MB) introduzindo o Macintosh. Dirigido por Ridley Scott, a Orwelliana cena fragmentando o mundo da IBM sendo atingido pela nova máquina. Inicialmente, o Mac vendeu muito bem, mas em torno do Natal de 1984, o pessoal se ressentiu da baixa quantidade de RAM e da falta de conectividade do disco.

Foi em torno do início de 1985 que Jobs e Sculley começaram a rachar. Sculley acreditava que Jobs era perigoso e que estava descontrolado; Jobs achava que Sculley quase nada sabia de indústria de computadores e nem se esforçava em aprender. E maio de 1985 Jobs decidiu armar uma jogada para tomar o controle da companhia. Ele seduziu Sculley a agendar um evento na China e planejou uma reunião de diretoria após sua. Na última hora alguém vazou a informação para Sculley, que decidiu enfrentar Jobs. Após argumentação debatida entre os dois, o conselho diretor votou sem ânimo com Sculley. Jobs se retirou neste dia, deixando Sculley no comando da Apple.

1985 – 1993

Sculley tornou-se  de facto líder da Apple em maio de  1985. Nos meses imediatos seguintes, a Apple foi forçada a demitir 50% de sua força de trabalho, cerca de 1.200 empregados. A companhia também publicou sua primeira perda no balanço. Tudo isso, mais a saída de Jobs, serviram para erodir a confiança na capacidade de Sculley como CEO da Apple.

Na mesma época, Sculley ficou travado numa batalha legal com a Microsoft de Bill Gates sobre a introdução do Windows 1.0, ao qual apresentava muita similaridade com a GUI do Mac. Gates finalmente concordou em assinar um acordo em que a Microsoft nunca usaria a tecnologia do Mac no Windows 1.0, - isto não falava nada das versões futuras do Windows e os advogados de Gates garantiram que assim estivesse definido. A Apple efetivamente perdera os direitos de exclusividade da interface gráfica. Isto poderia provar a importância de um documento nas futuras questões legais entre a Apple e a Microsoft quanto à interface do Windows.

O que fez o Mac sair do buraco foram duas ocorrências gêmeas com a introdução de uma impressora a Laser, a primeira que se deu ao luxo de ser PostScript, para Mac, bem como o lançamento do PageMaker, o primeiro de todos programas realmente para Editoração Eletrônica, sendo ele para Mac.. Estes dois feitos para o Mac tornaram o computador a solução barata para a publicação, tornando-o de novo um sucesso.

Em 1987, a Apple introduziu o Mac II. Tendo em mente a expansibilidade em sua construção, o Mac II tornou a linha Macintosh uma família de computadores viável e poderosa. A Apple era a "queridinha de Wall Street" de novo, (Rolling Stone) entregando 50.000 Macs por mês. Parecia que em 1989  o  Windows ia caindo e o Mac estaria subindo alto na próxima década.

Isto não aconteceu. Em torno de 1990 o mercado estava saturado de Clones de PC que eram de muito conveniente e flexível configuração e a Apple era a única que vendia Macs. No final de maio, a Microsoft saltou o Windows 3.0 que podia virtualmente rodar em qualquer Clone de PC no mundo. A Apple estava com um problema.

A principal idéia da Apple para solucionar foi à licença do Mac OS. Enquanto muitos acreditavam que isto iria minar a qualidade do Mac, ou a’te criar mais competição ficava claro que a Apple não podia tocar adiante tanto como fabricante de máquinas como de programas. Também se falou em portar o OS para rodar em máquinas baseadas em processador Intel.

Foi Michael Spindler, o novo CEO da Apple's, quem anulou a idéia, dizendo que “era tarde demais para licenciar”.

No final de 1991, a Apple liberou a sua primeira geração de PowerBooks, a qual foi um sucesso instantâneo. O trabalho estava sendo feito em um novo tipo de computador, o Assistente Pessoal Digital (PDA), que a Apple chamou de Newton. Sculley se interessou de imediato no Newton e o pôs no mercado em agosto de 1993. A primeira geração de  Newtons era extremamente pobre no reconhecimento de caligrafia (2.1 MB) e não vendeu tão bem assim.

Sculley começou dia após dia a se desinteressar nas operações da Apple. Assim sendo, o Conselho Diretor da Apple decidiu que eles não tinham o bastante que ele fornecer. Em junho de 1993, eles destituíram Sculley de sua posição de, pondo Spindler na grande cadeira. Sculley permaneceu ainda por algum tempo e depois se afastou definitivamente da Apple.

1993 – 1996

Spindler, no final das contas, era o homem errado para o trabalho. Um homem bem arrumado e impessoal, sendo quase impossível entrar no escritório de Spindler. De qualquer forma, nos seus dois anos e meio como CEO, Spindler vislumbrou algumas realizações..

Em 1994 a Apple anunciou a família dos  PowerMac, os primeiros Macs baseados no chip PowerPC, um processador extremamente rápido co-desenvolvido pela IBM com a Motorola. O processador PowerPC permitiu competir e às vezes superar a velocidade dos novos processadores da Intel.

Spindler também decidiu licenciar o Mac OS para algumas companhias, incluindo a Power Computing, uma das mais bem sucedidas fábricas de Mac-Clones. Mas muitos acreditavam que a Apple era por demais restritiva nos seus licenciamentos e apenas algumas companhias completas licenciaram o Mac OS.

 O principal problema da Apple não era vender computadores, mas construí-los. Em torno de junho de 1995 a Apple tinha US$ 1 bilhão de dólares de encomendas e não tinhas os componentes para construí-los. O problema foi agravado pelo lançamento de fim de verão do Windows ‘95, o qual parecia a GUI do Mac mais do que nunca.

A Apple teve sue pior mergulho no inverno de 1995-96. Julgando mal o mercado, a Apple forçou o baixo custo dos Performas sobre o de médio custo PowerMacs e falhou em ter lucro de todos. A Apple declarou uma perda de US$ 68 milhões neste período. Em Janeiro de 1996, Spindler foi convidado a se afastar como CEO e foi substituído pelo Gil Amelio, o presidente técnico da National Semiconductor.

1996 – 1997

Amelio fez um grande esforço para que a Apple voltasse a dar lucro, mas seus esforços provaram serem ineficazes. Seguindo-se aos seus primeiros 100 dias como CEO, Amelio anunciou sérias mudanças na estrutura corporativa da empresa. A companhia foi dividida em 7 divisões separadas, cada uma delas responsável por seus lucros e prejuízos. Ele também se esforçou para manter seus desenvolvidores e associados bem informados dos negócios do dia-a-dia  da. Embora a companhia tenha anunciado a cambaleada de US$ 740 milhões de perda no 1o trimestre de 1996, ele levou essa perda para baixo com US$ 33 milhões no 2o trimestre, ultrapassando todas estimativas dos mais experientes financistas. No 3o trimestre a Apple lucrou cerca de US$ 30 milhões, novamente surpreendendo os especialistas financeiros, os quais previram a perda muito maior (A Apple perdeu consideravelmente no 4o trimestre).

No final de dezembro de 1996, a Apple adquiriu a NeXT, o que trouxe de volta  Steven Jobs. A união foi atingida para adquirir o NeXTstep, o qual se tornou a base para a nova geração  de OS, Rhapsody, o qual foi finalizado para a distribuição em 1998.

O departamento do Newton foi cuspido for a como uma subsidiária toda independente, a Newton Inc.

No início de julho de 1997, a Apple anunciou a saída de Gil Amelio, após a perda trimestral de muitos milhões de dólares. Foi uma surpresa para quase todos e um novo CEO iria ainda ser anunciado. O Conselho Executivo declarou que Amélio tinha feito o que pode pela Apple e que ainda ele era responsável por muitos implementos na Apple, mas ele não teria mais como fazer mais pela companhia. .Fred Anderson, CFO da Apple, foi encarregado do dia-a-dia da empresa, e Steven Jobs recebeu uma “função expandida” como interino.

1997 - 2000

A presença de Jobs foi conhecida tão rapidamente quanto foi adquirida. A graduação de Jobs como “função expandida” foi logo percebida. Sem CEO, com a Apple Fundos baixa ao máximo que pode em 5 anos, havia algumas decisões a serem tomadas e não havia muito tempo para serem realizadas. Jobs começou fazendo mudanças surpreendentes, incluindo o cancelamento da separação da Newton Inc. (o Newton seria descontinuado alguns meses depois). A hora e o local para o mais pesado anúncio seria, entretanto, por ocasião da MacWorld Boston em agosto de 1997.

Jobs, que agora era referido como “CEO interino”, fez seu sumário (“keynote”) e ele falou de uma campanha empresarial mais agressiva, com novos Macs e Rhapsody. Ele também anunciou um quase todo renovado Conselho Diretor, incluindo Larry Ellison, CEO da Oracle. Mas ele guardou o melhor para o final. No terreno da área divisória, Jobs anunciou uma aliança com a Microsoft. Por um investimento US$ 150 milhões na  Apple Fundos, a Microsoft e a Apple deveriam ter 5 anos de licença compartilhada e, mais importante, a final acordo na questão da GUI. A Microsoft concordou em pagar uma não liberada verba de fundos adicionais para satisfazer as alegações de que teria roubado a propriedade intelectual da Apple no projeto do seu Windows OS. A Microsoft também anunciou que o Office ’98, o seu popular pacote de trabalho, estaria disponível para o Mac até o final do ano.

Essas notícias deram nova vida a Apple, mas Jobs ainda não tinha terminado. Existia ainda um obstáculo a ser transposto: os Clones. Jobs sentiu que os vendedores de clones tais como a Power Computing, estavam cortando grande parte do Mercado da Apple, com o principal lucro de suas vendas. Os clones falharam em efetivamente expandir o mercado do Maços em vez de retirar a clientela da Apple. Jobs remediou esta aparente falha do experimento dos Clones simplesmente retirando suas tomadas. No início do outono de 1997, a Apple anunciou sua intenção em cancelar licenciamento do MacOS da Power e de muitos de seus engenheiros. A Power saiu do Mercado alguns meses mais tarde, com a Apple absorvendo o suporte de seus produtos.A Apple também retirou a licença do MacOS da Motorola e da IBM. A Umax foi autorizada a continuar no jogo, mas apenas devendo cobrir o Mercado final, com custo baixo, com máquinas até US$1000. A Umax vendeu o resto de seu estoque de Macs e atualmente vende "Wintel" caixas.

Em 10 de novembro de 1997, a Apple promoveu outra reunião de imprensa, na qual Jobs anunciou próximas mudanças na estratégia corporativa da Apple. A Apple agora iria vender computadores diretamente, inclusive pela rede e pelo telefone, à semelhança do que a Power Computing fizera no passado. Jobs também anunciou duas novas máquinas: o PowerMac G3 e o PowerBook G3.

The Apple Store foi um rápido sucesso e em semanas foi o terceiro lugar em sítio de eComércio na rede. Na MacWorld San Francisco em janeiro, Jobs anunciou que, pela primeira vez em vários anos, a Apple teve lucro no primeiro trimestre, a cifra de US$ 44 milhões.Isto logo eclipsou as projeções de analistas e colocou a Apple entre as 20 primeiras empresas. Em abril de 1998, Jobs anunciou outro lucrativo trimestre (US$ 57 milhões), o que foi uma grande surpresa para quase todos. Jobs manteve o ritmo e no início de maio  anunciou o novo PowerBook G3, uma Educational Apple Store e um totalmente novo desenho de Mac – o iMac. O iMac deveria ser a resposta para a questão do consumidor final, com mais do que necessária potência de computador para a maioria das pessoas, com um preço accessível. Em pouco mais que um mês, no seu sumário no WWDC, Jobs anunciou um desvio dramático na direção do OS da Apple. O Mac OS X deveria fundir o OS 8 e o Rhapsody – a atualizada versão da Apple para o NeXTStep em um robusto OS, com todos os recursos de um moderno OS e retroativa compatibilidade com a maioria dos aplicativos do OS 8.

Em julho de 1998, Jobs anunciou que a Apple lucrou no terceiro trimestre consecutivo a cifra de US$ 101 milhões. Isto ajudou a subir os fundos da Apple's para níveis de 52 semanas em alguns dias. O iMac foi o mais vendido computador do país, em todo outono, Jobs anunciou outro trimestre lucrativo, fazendo um ano inteiro rentável. E isto gerou a Apple vender bem mesmo com opiniões preconceituosas. Em janeiro de 1999, Jobs anunciou o quinto tremeste consecutivo com lucros, com ano após ano de crescimento e um lustroso novo  PowerMac G3.

Em julho de 1999, Steven Jobs preencheu o quadrante final no "Apple Product Matrix" – O Portátil do Consumidor – quando introduziu o iBook. Baseado nos mesmos princípios que fez o iMac com altas vendas no início do ano, o iBook tomou forma no mercado final dos portáteis. Alguns meses mais tarde, Jobs anunciou o PowerMac G4, uma significante nova máquina dentro da concepção de mesa (“desktop”). Os fundos da Apple aumentaram todo o verão e no meio de setembro estava negociando sua seu fundo de ações no topo  em tempo integral, em torno de 70.

Em um dramático Sumário na MacWorld Expo SF em Janeiro de 2000, Jobs revelou a nova estratégia de Internet da Apple: um conjunto de aplicativos para Internet baseados em apenas Mac chamado de "iTools" e uma exclusiva parceria com a  Earthlink bem com ISP conforme recomendado pela Apple. Jobs também anunciou que gostaria de abandonar o título de “interino”, tornando-se o CEO permanente da Apple. As vendas da Apple continuaram a subir, bem como o fundo de suas ações, os quais atingiram 130 em torno do início de março.

Em julho de 2000, Apple anunciou a chacina de novas máquinas, incluindo o PowerMac G4 Cubo, o qual acrescentou a quinta categoria da estratégia de quatro cantos da Apple. O Cubo foi a resposta da Apple para os que queriam um iMac sem monitor, bem como o desafio de uma indústria de computadores de menor tamanho, com  incremento de seu encanto visual. O Cubo foi a maior aposta que Jobs fez desde o lançamento do iMac. E que se tornou um retumbante fracasso.

2000 –

A Segunda metade de 2000 foi pesada para a Apple. Vendas fracas (tanto para a Apple como para a indústria em seu todo), combinadas com a má compreensão do mercado consumidor, o que resultou no primeiro trimestre sem lucros em três anos. Um fator neste declínio foi o G4 Cubo, o qual pouco vendeu, primeiramente por sue custo elevado comparado aos demais produtos da Apple. Outro fator foi a decisão da Apple em incluir drives de DVD em suas máquinas de consumidores e de profissionais, em vez de drives CD-RW. Como resultado, a Apple perdeu os consumidores que queriam gravar seus próprios CDs. A Apple começou a retificar esses problemas no final de 2000, quando cortou os preços em toda linha de PowerMac. A Apple deu o próximo passo em Janeiro de 2001, quando anunciou uma nova linha de PowerMacs, com tanto CD-RW ou com o novo "SuperDrive" o qual pode ler e gravar CDs e DVDs. A Apple dois novos aplicativos: iDVD, um programa de autoria de DVD e o iTunes, o qual permite os usuários codificarem e ouvirem músicas em , bem como também queima-las em CDs.

Tudo isso fez parte da nova estratégia corporativa da Apple, desenvolvida em face da redução massiva na Indústria Tecnológica: a Apple deseja tirar vantagem da explosão de dispositivos eletrônicos – aparelhos de CD, aparelhos de MP3, câmeras digitais, aparelhos de DVD etc – criando aplicativos apenas para Mac que acrescentem valor e uso a estes aparelhos. Justamente, como o iMovie acrescentou tremendo valor às Câmeras Digitais e aos aparelhos de DVD e o iTunes deve adicionar valor aos aparelhos de CD e MP3. A esperança da Apple é fazer do Mac um “Hub Digital”, de um “Novo Modo de Viver Digital”, que deverá revitalizar as vendas da Apple e garantir a sobrevida por longo período para a companhia.

Em maio de 2001, Steve Jobs anunciou que a Apple deseja abrir diversas lojas de revenda nos EUA, vendendo não só computadores, mas também produtos de “modo de vida digital” de terceiros, como aparelhos de mp3, câmeras e filmadoras digitais e PDAs. A Apple também anunciou uma maior atualização na linha de iBook, um desenho menor e mais leve, fortemente inspirado no PowerBook G4. Em julho, a Apple refrescou iMacs e G4 e “suspendeu a produção" do G4 Cubo, terminando meses de especulação como a Apple iria tratar o fracasso do Cubo no mercado.

O outono de 2001 trouxe novas revisões para as linhas do PowerBook G4 e do iBook, esse ultimo que tinha apresentado ótimas vendas durante o verão. No final de outubro, a Apple anunciou o seu primeiro produto não-computador em muitos anos, o iPod. O iPod consistia em um aparelho de música digital baseado em disco rígido e representou o primeiro hardware da Apple em adição a estratégia de “hub digital” Custando US$ 399,00, o iPod encarou o similar desafio para o desgraçado G4 Cubo: considerar mais a forma e o estilo e não o preço. A Apple está fazendo nova aposta, enfatizando as qualidades do iPod por seu desenho superior e pequenas dimensões.

Em Janeiro de 2002, Apple reinventou o computador de mesa do consumidor, de novo, lançou o seu iMac de tela plana. Também foi anunciado o iPhoto, um novo pacote de programas objetivando o fomento da experiência da fotografia digital do usuário. A Apple rolou a primeira metade de 2002, mostrando lucros em dois trimestres.

Em julho de 2002, Steve Jobs anunciou que o serviço gratuito do iTools seria modificado em uma assinatura nova baseada em serviço “.Mac”. Combinando com os recentemente anunciados iCal e iSync, o .Mac foi direcionado para próxima centralização do Mac no modo de vida hi-tech. Em janeiro de 2003 a Apple lançou o iLife, um montado pacote de programas que inclui iTunes, iPhoto, iMovie e iDVD, por US$ 50,00. (todos, menos iDVD, podem ser baixados gratuitamente do sítio da Apple), de forma a forçar o imediato conceito de hub digital no espaço do consumidor.


 
v.6.1.0

http://www.apple-history.com/

Traduzido em 24 de maio de 2003

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