PADR�O DA RA�A

1 _ Trufa

13 _ Perna

25 _ Bra�o

2 _ Focinho

14 _ Jarrete

26 _ Ponta do esterno

3 _ Stop

15 _ Metatarso

27 _ Ponta do ombro

4 _ Cr�nio

16 _ Patas

 

5 _ Occipital

17 _ Joelho

a _ profundidade do peito

6 _ Cernelha

18 _ Linha inferior

b _ altura do cotovelo

7 _ Dorso

19 _ Cotovelo

a + b = altura do c�o

8 _ Lombo

20 _ Linha do solo

 

9 _ Garupa

21 _ Metacarpo

 

10 _ Raiz da cauda

22 _ Carpo

 

11 _ �squio

23 _ Antebra�o

 

12 _ Coxa

24 _ N�vel do esterno na cernelha

 

 

Classifica��o F.C.I.:

Grupo 2 - Pinscher, Schnauzer, Moloss�ides, Boiadeiros e Montanheses

Su��os e ra�as assemelhadas.

Se��o 2 - Moloss�ides

2.1 - Tipo Mastife

Padr�o FCI no 292 - 29 de janeiro de 1999.

Pa�s de origem: Argentina

Nome no pa�s de origem: Dogo Argentino

Utiliza��o: Ca�a

Sem prova de trabalho.

Cr�nio:
Massudo, convexo, longitudinal e transversalmente, em raz�o do relevo muscular dos mastigadores e da nuca. 

Focinho:
De comprimento igual ao do cr�nio, assim, o stop est� situado na metade da dist�ncia do occipital � ponta do focinho. 

Separamos cr�nio e focinho, mas � o conjunto de ambos que define, a tipicidade da cabe�a do Dogo pertencendo ao tipo mesocef�lico, devendo delinear um perfil convexo/ c�ncavo: o cr�nio convexo pelo relevo da inser��o dos m�sculos mastigadores, cl�ssico do cr�nio de c�o de presa do tipo mastigador e o focinho, ligeiramente c�ncavo e arrebitado, pr�prio do c�o de excelente olfato, o que, em resumo significa, que o Dogue Argentino tem cr�nio de mastigador e focinho de farejador; uma integra��o funcional, reunindo faro alto (ventor) e ex�mio mordedor. 
 Arcos zigom�ticos bem afastados do cr�nio, formando uma fossa temporal ampla, para a c�moda inser��o do m�sculo temporal, um dos principais mastigadores. 
 

Olhos:
 Escuros ou cor de avel�. 
 P�lpebras com orias pretas ou claras, inseridos bem separado, de express�o esperta e inteligente, mas, ao mesmo tempo, com marcante dureza. 
 Os olhos claros ou p�lpebras vermelha reduzem a pontua��o. 
 A desigualdade de cores � sarcos � � falta desqualificante. 
 

Maxilares:
 Bem articulados, sem prognatismo, fortes, com dentes grandes e bem inseridos. 
 N�o importa o n�mero de molares. O mais importante � a homogeneidade das arcadas dent�rios, a aus�ncia de c�ries de prognatismo superior ou inferior, e especialmente, os quatro caninos, que s�o grandes, limpos e perfeitamente articulados, cruzando-se, na mordida, ao fazer a presa. 
 

Trufa:
 Preta e muito bem pigmentada, narinas bem amplas, com um ligeiro stop. 
 A trufa branca ou muito manchadas de branco desconta pontos. 
 Trufa fendida ou l�bios leporinos � falta desqualificante. 
 

Orelhas:
De inser��o alta, portadas eretas ou semi-eretas, de forma triangular, devem se apresentar sempre cortadas. 
O juiz n�o deve julgar um Dogo Argentino com orelhas inteiras, devendo retir�-lo da pista. 
Na f�mea, pode-se aceitar um corte de orelhas um pouco mais longo, como no Dogue Alem�o, no macho � prefer�vel um corte um pouco mais curto. 
O Dogo Argentino � um c�o de presa: durante a luta as orelhas longas permitem uma presa f�cil e muito dolorosa. Al�m disso, raz�es est�ticas tornam necess�rio, o corte das orelhas. 
 

L�bios:
Bem ajustados, secos, de bordas livres, pigmentados de preto.  Exige l�bio curto, para que, quando o c�o estiver fazendo a presa, possa respirar, tamb�m, pela comissura labial. Se os l�bios fossem pendentes, apesar de o maxilar ser bastante longo, fariam o papel de v�lvula, impedindo a inspira��o suplementar pelas comissuras labiais, fechando a comissura e obrigando-o a soltar a presa, por insufici�ncia respirat�ria, como acontece nas ra�as de l�bios pendentes. 
 

Occipital:
 Completamente oculto pelos potentes m�sculos da nuca, n�o pode ser marcado, sendo marcado, sendo a inser��o de cabe�a e pesco�o em forma de arco. 
(Confunde-se com a curva da linha superior do cr�nio). 
 

Pesco�o:
Grosso, arqueado, elegante, com a pele da garganta muito grossa, formando rugas como no Mastim, Dogo de Bord�us, Bulldogue e n�o esticada como no Bullterrier. 
A elasticidade da pele no pesco�o se deve � grande flacidez do tecido dessa regi�o, possibilitando o deslizamento da pele sobre a aponeurose superficial, de tal maneira que os caninos ou as garras inimigas n�o consigam atingir os m�sculos, apenas, o couro. 
 Por exemplo: no caso de um Puma tentar segur�-lo pelo pesco�o, a pele el�stica esticar-se-ia muito, permitindo-lhe, tamb�m, fazer a presa. 
 

Peito:
 Amplo, profundo, dando a sensa��o de possuir pulm�es grandes. 
 Visto de frente, o esterno deve atingir um n�vel abaixo dos cotovelos. 
 Sendo o Dogo Argentino um c�o de trabalho e luta, �bvio destacar a necessidade de um peito profundo e amplo, pela import�ncia da respira��o. 
 

Cernelha:
 Alta, muito forte, de grandes relevos musculares. 
 

T�rax:
 Amplo, visto de perfil, a linha inferior atinge o n�vel dos cotovelos. 
 

Linha Superior:
Mais alta na cernelha, inclinada em dire��o � garupa, em suave declive. 
Nos adultos, quando o desenvolvimento muscular do dorso e dos rins � bom, visto de perfil, 
nota-se o relevo dos m�sculos espinhais, formando um canal mediano ao lado da coluna. 
 

Anteriores:
Retos, bem aprumados. 
As patas t�m dedos curtos e bem compactos. 
O comprimento dos dedos guarda uma propor��o com o da pata. 
T�m almofadas plantares altas, bem carnudas com uma sola muito �spera ao tato, com calosidades que lhe permitem correr muito, por terreno �spero e pedregoso, sem se ferir. 
 

Lombo:
 Oculto pelos m�sculos do dorso.
 

Posteriores:
Coxas muito musculosas, com jarretes curtos e dedos bem fechados, sem ergots. 
Com boa angula��o, lembrando sempre que s�o respons�veis pela propuls�o, velocidade e sustenta��o na luta corpo a corpo, portanto, nunca ser� demasiadamente insistir quanto � import�ncia da for�a na musculatura da coxa. 
Os dedos de lobo (ergots) t�o f�ceis de ser suprimidos nos primeiros meses, descontam pontos, como na caracter�sticas recessiva do Dogo dos Pirineus, por�m n�o acarreta desqualifica��o. 
 

Cauda:
Grossa e longa, sem ultrapassar os jarretes, portada naturalmente ca�da. 
Durante a luta, mant�m-na levantada, em cont�nuo movimento lateral, como quando faz festa ao dono. 
Deve-se ter presente, que a cauda constitui uma grande ajuda, tanto na mudan�a de dire��o durante a corrida, atuando como leme, em a��o compensat�ria, como na luta, servindo de sustenta��o ou ponto de apoio, colaborando no trabalho dos membros posteriores. 
 

Peso:
 De 40 a 45 quilos. 
 

Altura:
De 60 a 65 cent�metros. 
Tanto na altura como no peso, o juiz deve ser inflex�vel, pois sendo o Dogo Argentino um c�o de luta, entre as ra�as de ca�a maior, a redu��o do tamanho lhe tira efici�ncia. 
Entre v�rios exemplares bons prefere-se o de maior altura. 
Os criadores da ra�a ensinaram que o Dogo Argentino � um normotipo e dentro disso um macrot�lico, quer dizer, que deve existir uma harmonia na propor��o, que sob o ponto de vista funcional, � eurritmia ou seja normal correla��o org�nica, que se traduz por uma maior capacidade de for�a, portanto deve-se buscar o de maior altura e peso, naturalmente, sem chegar ao gigantismo. 
 

Cor:
Completamente branco. Toda e qualquer mancha de cor deve desqualificar o exemplar por ser uma caracter�stica at�vica. 
Os brancos com a pele muito pigmentado de preto, devem ser considerados como exemplares inaptos para a cria��o, pelo car�ter recessivo que demostram e que pode passar a ser dominante nos filhos, se forem acasalados com exemplares, que, potencialmente, tenham esse defeito. 
As manchas pequenas na cabe�a n�o s�o motivo de desqualifica��o, mas entre dois exemplares equivalentes, o desempate ser� pelo exemplar que mais se aproxime do completamente branco. 
Por outro lado, qualquer mancha no tronco � motivo desqualifica��o. 
 

Faltas:
 Qualquer desvio dos termos deste padr�o dever� ser considerado como falta e penalizado na exata propor��o de sua gravidade. 
 

Desqualifica��es:
Olhos de cores desiguais 
Surdez 
Manchas no corpo 
P�lo Longo 
Trufa branca ou muito manchada (despigmentada)
Prognatismo inferior ou superior 
L�bio muito pendente 
Cabe�a afilada 
Orelhas inteiras (n�o operadas) 
Altura inferior a 60 cent�metros 
Mais de uma mancha na cabe�a 
Toda e qualquer despropor��o f�sica 
 

Nota:
Os machos devem apresentar dois test�culos visivelmente normais, totalmente descidos na bolsa escrotal. Explica��es entre par�nteses: aprovados pelo Club de Criadores de Dogo Argentino.

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