Estou quase
chegando. Quase ultrapassando
a camada informe
do ser-se, mergulhando
corpo e tudo o que
demais sou eu
no nao ser-se - na
dissolução deste eu
que se me gruda
como fardo
que amo como
amante e amigo
que odeio
que dispo como
roupa, velha e suja
chorando
às margens
escuras do rio da separação
na dispersão
eterna
na Unidade do
ser-se
afinal
real.