
Da torre de vigia
em noite fria
vejo-te partir...
Preferiste
os ermos campos
ao terror
do meu amor -
minha boca
gotejante
ofegante
em desvario...
No aço letal
de meu punhal
eu selo a sorte.
Amado,
prefiro a morte
ao desamor...
Mas, ah, desdita!
Sou maldita -
não há morte
para mim...