(...) tudo começou, quando um certo Senhor Bovis,
um francês que visitava a Pirâmide de Queops,
notou, ao lado de várias latas de lixo na câmara;
corpos de gatos e outros animais mortos, que apesar da
forte unidade, não exalavam mau cheiro. Bovis estranhou:
os animais pareciam mumificados.
Em casa, ele construiu um modelo da pirâmide de
90 centímetros de base, orientou-a corretamente
no sentido norte-sul e colocou em seu interior um gato
morto. Passado algum tempo o gato mumificou-se. Sucessivamente
fez outras experiências com outras matérias
orgânicas e o resultado foi o mesmo.
Publicou os resultados, concluindo que algo na pirâmide
não só impede a decomposição
dos corpos, como provoca a rápida desidratação.
Estaria assim garantida a preservação dos
corpos dos faraós no caso de falhar o processo
de embalsamamento. Tal publicação chamou
a atenção de vários curiosos que
passaram a fazer testes em suas casas. Raul Drbal, engenheiro
de rádio e televisão na Tchecoslováquia,
após diversas experiências com um modelo
feito de pirâmide de papelão, concluiu que
existe uma relação entre a forma interior
da pirâmide com os processo físicos, químicos
e biológicos que ali se verificam.
O assunto já fora objeto de vários estudos.
Uma firma francesa patenteou um recipiente dotado de forma
especial que ativa o processo do iogurte.
Também as famosas cervejarias da Tchecoslováquia
sabiam que a forma do recipiente pode afetar o conteúdo,
pois quando modificaram o desenho de seus barris notaram
que a qualidade da cerveja piorou. Continuando com suas
experiências; lembrou-se me uma brincadeira muito
comum no seu tempo de exército: os soldados deixavam
a lâmina de barbear ao luar, para que perdesse o
fio. Hoje, sabe-se que a luz polarizada da lua exerce
um efeito desfavorável sobre o corte da lâmina.
Mas, debaixo da pirâmide não existe luz polarizada;
e Drbal indagou se não poderia haver relação
entre a forma piramidal e as ondas eletromagnéticas
e raios cósmicos. Assim, colocou uma lâmina
usada debaixo do modelo da pirâmide. Usou-a mais
três vezes. Não perdeu o fio. Continuou a
guardá-la sob a pirâmide e surpreendeu-se:
barbeou-se duzentas vezes. Como na década de 50
não se conseguia na Tchecoslováquia, importar
lâmina de barbear, Drbal, a conselho de amigos,
patenteou, em 1959 no registro de patentes da república
da Tchecoslováquia, sob o nº 91/304, o "afiador
de lâminas de barbear pirâmide de Queops".
Atualmente, as pirâmides, que a princípio
eram de papelão, são de plástico.
Drbal continuou com suas pesquisas, acumulando evidências
cada vez mais fortes sobre a influência das formas
nos seres humanos e nos objetos, pois atuam como ressonadores
de toda a energia que nos cerca. Vivemos em casa e edifícios
em forma de caixas ou automóveis com tetos longos.
Segundo Drbal, algumas formas são saudáveis
para os seres humanos. A forma esférica ou piramidal
tem um bom efeito, já uma semi-esfera exerce efeito
danoso no organismo.
Outros pesquisadores acham que se os hospitais fossem
construídos com formas diferentes os doentes se
recuperariam mais depressa. No Canadá, em Sasktchewan,
há um hospital para esquizofrênicos, com
salas trapezoidais, forma que se mostrou benéfica
aos doentes. Alguns estudiosos norte-americanos acham
que a pirâmide funciona como uma lente capaz de
focalizar um tipo de energia desconhecida. Para os tchecos
há duas espécies de geradores de energia
psicotrônica (energia psi do homem): os cósmicos
e os biólogos. A pirâmide seria um gerador
cósmico.
Ao dirigirmos um golpe de vista para todo esse glorioso
passado, aparece-nos a imagem daqueles velhos tempos,
tão viva e tão verdadeira que quase nos
parece ouvir os passos das crianças egípcias,
com aqueles sapatinhos ainda tão pouco usados e
os tristes lamentos do fúnebre cortejo, conduzindo
a múmia do ser querido até a oculta caverna
sepulcral...
e a tua voz, oh! velho e lendário Egito, vinda
do fundo misterioso dos séculos, ainda hoje reboa
em todo o Universo, desafiando o passar dos séculos
e dos milênios!...