A.I.J. médica, e seu esposo V.M., advogado, resolveram
testar as energias da Pirâmide a fim de comprovarem
sua eficiência energética tão propalada
ultimamente.
Passaram a dormir sob uma pirâmide por longo tempo,
sentindo-se ambos maravilhosamente bem.
Foi quando surgiu a idéia de gerarem um filho,
sob a proteção dessa simetria tão
vulgarmente conhecida pelo nome de pirâmide, na
esperança de conceberem esse filho com perfeita
energia.
Durante a gestação, A.I.J., passava o maior
tempo possível sob a proteção da
pirâmide, a fim de não faltar energia a aquele
que futuramente seria parte de sua vida.
Sua gravidez transcorreu na maior tranquilidade possível,
sendo que, aos três meses, ela sentia, admiradamente,
os movimentos em seu ventre.
Oito meses decorridos e A.I.J. dava à luz a uma
criança do sexo feminino, linda, perfeita, parecendo
uma boneca de louça, muito embora em parto prematuro.
Maria Helena, nome que recebera na pia batismal, examinada
pelo pediatra da família constatou ser perfeita
e de uma saúde espetacular.
Desde o seu nascimento, dorme tranquilamente, sorri,
chora o necessário, dando tranquilidade a seus
pais.
Maria Helena nunca aceitou uma chupeta, e aos quatro
meses já tomava leite em copo, sem usar canudinho.
A partir do sexto mês, passou a receber uma alimentação
completa, sem dificuldades, rejeitando muitas vezes a
mamadeira, preferindo a colherzinha.
Para espanto de seus pais, no sétimo mês
começou a caminhar segurada pelas mãos.
É uma criança com elevado grau de precocidade,
segundo seu pediatra, enobrecendo e enriquecendo o lar
de seus pais, que agradecem ao nosso querido e bondoso
Deus.
Fonte: A pirâmide e o mundo novo, Abeilard Gonçalves
Dias, Livraria Ciência e Tecnologia Editora, São
Paulo-SP, pp. 105-106.