Há várias centenas de anos, a energia humana
vem sendo pesquisada por inúmeros pesquisadores
do mundo todo. Porém, os povos que mais persistiram
em suas pesquisas foram os maometanos, tibetanos, hindus
e caldeus; e por fim, todos queriam saber exatamente em
que consistia o corpo humano.
Mas, devido, naquela época, leis proibitivas que
não admitiam que se falasse em energia humana...
reis e sábios acreditavam existir no corpo humano,
além de carne e ossos, nervos e músculos,
apenas um espírito dominante, a matéria
e nada mais.
Acreditavam ainda que, quando se falava em energia humana,
estava-se atribuindo a crendices... feitiçarias
e, por essa razão, foram criadas leis proibitivas,
castigando, condenando, e até mesmo sacrificando
aquele que ousasse falar em energia humana.
De todos os povos, o que mais sofreu, na pesquisa da
aura humana, foi o hindu, pelo seu arrojado valor científico
e persistente, enfrentando a tudo e a todos, a fim de
levar a cabo todas as experiências que porventura
tivessem como saliência o ser humano.
Na teoria do maometanos e tibetanos o homem receberia
energia diretamente da luz solar que deveria penetrar
no cérebro, dando às células forças
para sobrevivência.
O Hindus, muito mais aguerridos à pesquisa humana
(admitiam a possibilidade da existência de cinco
cavidades microscópicas no cérebro, que
receberiam, talvez, uma energia até então
desconhecida, capaz de fazer funcionar as células
cerebrais.
As pesquisas se intensificaram e correram o mundo.
Todos pesquisavam secretamente, quando em 1935 aproximadamente,
vinha a público o casal Kirlian, conseguindo provar,
através de uma kirliangrafia, a existência
de uma energia na periferia do corpo humano.
Mais e mais se interessaram os pesquisadores pela energia
humana, por mais esse fio de esperança que se abria
em suas frentes, quando, por volta de 1938, nos Estados
Unidos, um pesquisador inglês admitia a possibilidade
de penetração de uma energia no cérebro
humano, vindo confirmar a teoria dos Hindus.
Depois de intensas pesquisas e de longo tempo, chegou-se
à conclusão de que, realmente, cinco cavidades
microscópicas existentes no cérebro humano
eram receptoras e emissoras da energia humana.
Não se tinha certeza, pois ainda não se
havia pesquisado a espécie da energia penetrante
no cérebro.
Seis meses após, o Rádio Biômetro
em testes de um pesquisador norte-americano acusava a
penetração de uma energia no cérebro
humano, talvez telúrica, radiônica, ou mesmo
cósmica, contornando-o com uma defasagem na altura
do ombro esquerdo.
Meses após, nos vinha outra informação
de que a energia em pauta era telúrica e se alojava
justaposta ao nosso corpo, seguida de uma onda de vinte
e um centímetros de comprimento sobrepondo-se à
primeira, e que as mesmas penetrariam em nosso corpo através
de nossos pés.
Em Setembro de 1940, descobríamos que uma outra
energia realmente penetrava em nosso cérebro, e
após orvalhá-lo iria unir-se às demais,
já alojadas na periferia do nosso corpo.
Depois de longas pesquisas, conseguimos discernir as
energias assim distribuídas:
Telúrica, Radiônica e Cósmica.
Energias essas, penetrantes no corpo humano, que dariam
consistência ao nosso emaranhado celular.
Mas, como uma energia nunca poderá sofrer impacto
com a mesma energia, em nossa opinião, as três
energias deveriam trabalhar pela lógica, da seguinte
forma:
Uma seria positiva, outra, a negativa e uma restante,
a que iria servir de resistor, resistência, no fechamento
do circuito.
Exemplificando:
Um ferro elétrico, tendo apenas uma energia, jamais
aquecerá sua resistência, pois lhe faltaria
uma resistência de impacto.
É necessário que haja um pólo positivo
e um pólo negativo, onde ligaríamos um resistor,
ou um fio níquel cromo para o encandecimento, parte
elementar da eletricidade.
No corpo humano, sucede a mesma coisa; após sabermos
que as energias telúrica e radiônica tinham
seus princípios na terra, restaria saber se a energia
penetrante em nosso cérebro, a energia detectada,
logo em seguida, como sendo uma energia cósmica,
viria do espaço.
Nessa distribuição seria muito difícil
um curto-circuito no corpo humano, porém não
impossível.
Uma vez que já eram do nosso conhecimento as principais
energias constantes do corpo humano, restava-nos agora,
saber seus efeitos e ações sobre o mesmo,
e também as suas reações, época
em que começamos a testar os seres humanos.
Depois de milhares de testes realizados, notamos que
87% tinham suas energias fora do comportamento normal
e o nosso trabalho agora seria descobrir como centralizá-los.
Prosseguimos em nossas pesquisas para descobrir algo
que fosse capaz de centralizá-las e somente conseguimos
em 1963, através de réplicas de pirâmide
de cartolina.
Partimos depois para outros materiais, chegando, finalmente,
no mais arrojado e eficiente que é o cristal.
Uma vez conscientes de que a energia cósmica penetrava
pelo chacra central, coronário ou mesmo centro
do cérebro, sua evasão, após o aproveitamento
energético, deveria se processar pelos chacras
auxiliares que simbolizam as laterais direita e esquerda,
ou temporal direito e temporal esquerdo, frontal e glândula
hipófise e cerebelo.
Começamos a testar os comportamentos humanos com
as energias fora de posição e após
corrigidas.
Notamos que todas as pessoas, com as energias penetrando
pelo frontal ou glândula hipófise, sofriam
um esquecimento alarmante, e após sua correção,
tudo voltava ao normal.
Quando as penetrações se davam pelo temporal
direito, as pessoas apresentavam sintomatologia de angústias,
melancolias etc. Quando se davam pelo temporal esquerdo,
as mesmas tinham propensão mórbida pelo
sexo oposto, taras sexuais etc., e pelo cerebelo, apresentavam
sintomas de insônia, ódio, vingança,
repulsa, inveja e sempre estavam com os pensamentos voltados
à delinquência.
Tínhamos uma boa parte do conhecimento nas mãos
para ajudar a humanidade que sempre foi o nosso mais sincero
objetivo, uma vida de paz e de tranquilidade.
Restava-nos saber até onde iria essa recomposição
de energia, e qual a segurança de sua centralização.
E, por mero acaso, a fatalidade, que também nos
traz momentos de grandes realces, mostrou-nos uma jovem,
cujas energias acabávamos de centralizar, que ao
atravessar a rua quase foi atropelada, bem de frente de
nossa casa.
Pedimos para que ela voltasse para examinarmos de novo
a sua energia e, para nosso espanto, estava fora do lugar.
Tínhamos um boa parte do conhecimento nas mãos
provocar impactos em uma grande quantidade de pessoas
para testar o comportamento áurico, e para nossa
satisfação, com excelentes resultados.
Já podíamos afirmar que apenas um impacto
emocional seria o bastante para desequilibrar a aura humana.
Muitas e muitas pesquisas foram feitas, a fim de poder
selecionar todos os comportamentos áuricos, inerentes
a essa energia.
Somente assim pudemos testar que muitas e muitas pessoas
estavam com as suas energias penetrando por todos os pontos
energéticos, tanto de recepção como
de emissão.
Isto aconteceu inúmeras vezes e com relativa frequência,
o que nos permitiu delinear o caminho correto, para as
nossas pesquisas científicas áuricas.
A nossa equipe do Centro Nacional de Pesquisas Científicas
e Psicotrônicas, cuidadosamente, começou
a selecionar os casos. E assim, iniciava-se uma nova tarefa,
selecionar os vários pontos de penetração
de energia em nosso cérebro e seus efeitos no corpo
humano.
Com essas pesquisas, conseguimos saber que a energia
penetrando pelo chacra central e passando através
da glândula Pineal, traz ao corpo exatamente o suprimento
de suas necessidades energéticas, dando-nos consistência
à vida e, consequentemente, equilíbrio ao
sistema nervoso.
Sabemos que a formação de todos os cérebros
é composta de dois hemisférios, sendo que
o hemisfério direito comando o lado esquerdo do
corpo humano e o esquerdo comanda o lado direito.
Hemisférios esses, compostos cada um, de aproximadamente
30.000 células em formatos de piramidais.
Quando à penetração se faz correta,
a energia passa por esses dois globos, descendo pela glândula
Pineal, fazendo com que esse mecanismo funcione religiosamente
perfeito.
Quando a penetração energética se
dá pelas perfurações auxiliares,
o centro do cérebro ou chacra central fica desprovida
de energia, pois, a mesma passará por debaixo do
cérebro, razão do estado nervoso imediato.
As sintomatologias das penetrações por
cavidades indevidas, causam aos seres humanos os seguintes
distúrbios: confirmando dados anteriores.
Quando a penetração se dá pelo temporal
direito, os sintomas são os seguintes: abstenção
pela vida, melancolia, tristezas etc., quando se der pelo
cerebelo, os sintomas são os seguintes: raiva,
ódio, vingança, maldades, tendências
à criminalidade, insônia e estado de nervos
excessivo.
Quando a penetração se der pelo chacra
frontal ou glândula Hipófise, a propensão
é para o esquecimento, a divagação.
Quando a penetração se der pelo temporal
esquerdo, a sintomatologia é: estado nervoso e
propensão mórbida pelo sexo oposto, e taras
sexuais.
Quando a penetração se der pela glândula
hipófise, o sintoma é o esquecimento e a
mente aérea.
A energia cósmica deverá penetrar pela
chacra central e se esvair pelos chacras auxiliares, que
é o correto.
As pesquisas se intensificaram e continuamos na esperança
de encontrar uma solução para esses casos.
Em equilíbrio energético, chegamos a testar
as energias das pirâmides e concluímos, que
na realidade eram idênticas às energias humanas,
e após muito testá-las começamos
a usá-las com eficientes resultados.
Em 1952, um pesquisador, nos Estados Unidos, propagava
aos quatro ventos que a energia perfeita do ser humano
era a energia Cósmica.
Ora, compreendemos, então, que estávamos
no caminho certo, pois, a nossa teoria era a mesma do
aludido cidadão.
Foi quando começamos a construir uma grande quantidade
de réplicas de pirâmides, para conseguir
captar essa energia e usá-la em benefício
do homem.
Começamos a testá-las na centralização
energética de milhares e milhares de pessoas, com
excelentes resultados, data em que começamos a
centralizar as auras humanas, sem o menor risco ou prejuízo
aos seres humanos.
E assim, estávamos certos de termos em nossas
mãos o domínio da energia humana. Sabíamos,
também, que o homem era possuidor da mesma energia
contida na pirâmide de Quéops.
Nossas pesquisas não pararam aí, pois tínhamos
que pensar em aproveitar essa mesma energia nas enfermidades
corriqueiras, como: dores de cabeça, inflamações,
enfim, saber sua total utilidade a todos nós.
Começamos a testar essa energia para saber, depois
de aproveitada em nosso corpo, por onde se esvaía,
foi quando pudemos ampliar os nossos conhecimentos de
aura que contorna o nosso corpo, conhecida hoje entre
nós por aura humana.
A rigor, o comportamento energético assim se posta:
energia telúrica: cor rosada junto do corpo; a
energia radiônica é de cor azulada, sobrepondo-se
a rosada; e a cósmica que é de cor branca,
sobrepondo-se às demais, formando assim a aura
humana, sem suas três cores.
Continuando os nossos testes, passamos a detectar os
corpos, principalmente quando enfermos, e para nossa surpresa,
passamos a constatar que: cada lugar dolorido ou ferido,
era carente de energia, e tomado de calor, intenso (febre)
pois, o comando passaria a ser da energia telúrica,
desprovida das demais energias. Razão pela qual
hoje afirmamos que todos os lugares sem energia contêm
calor e, contendo calor, logicamente, estão doentes.
Um corpo humano perfeito te, em seu contorno, três
energias, formando a aura, numa espessura de aproximadamente
sete a oito centímetros, obedecendo à mesma
largura.
Da nossa frontal, ou testa, um jato energético
d aproximadamente um metro, esvai-se do nosso cérebro,
ou terceira visão.
Da nossa coluna inteira se esvai uma larga energia, formando
a nossa reserva vital, que deverá ser, sempre que
possível, de um metro e cinquenta centímetros,para
as pessoas normais, pois para os paranormais, não
há medida certa, às vezes chegam a dezenas
de metros.
Qualquer deficiência energética em seu corpo
físico poderá ser recomposta com a energia
das pirâmides, que lhe dará pronto restabelecimento.
Portanto, chegamos à conclusão que a energia
humana deverá ser cuidada carinhosamente, para
que possamos sentir perfeita saúde e desfrutarmos
as belezas da vida.
Fonte: A pirâmide e o mundo novo, Abeilard Gonçalves
Dias, Livraria Ciência e Tecnologia Editora, São
Paulo-SP, pp. 47-55.