Lurry Channel e seu namorado
Ering tinham ido almoçar em um rodízio, ficaram ali comendo
e empanturrando-se como dois porcos, enquanto mastigavam toda aquela carne,
pegavam palitos do paliteiro ali na mesa, e com eles ficavam desenhando
na toalha de papel. A mesa a cada minuto que passava, aumentava a sujeira.
Restinhos de arroz, ou uma batata frita toda mole ali caída.
Decidiram ir embora – já
era hora – enquanto era passado o cartão de credito ficaram sentados
impacientes esperando e esperando. Quando foram pegar o carro, esperaram
e esperam por ele, ate que o manobrista apareceu.
Enquanto iam para o apartamento,
o sol de um sábado de tarde entrava pelo vidro deixando a viagem
mais desagradável. Pois tudo que queriam era chegar, tirarem a roupa
e os sapatos e ficarem nus a descansar, deixar o corpo livre para a digestão.
Ao chegarem foram isso que fizeram,
ele na sala vendo o futebol e tocando o seu membro como forma de distração,
e ela no quarto para ouvir musica.
Lá pelas cinco da tarde,
quando Enrig foi para o quarto ao encontro da amada, ela estava nua pintando
as unhas do pé. Só vestia uma presilha roxinha - nos cabelos
que iam ate os ombros.
Enrig ficou excitado com a visão, a chuva
batendo no vidro do quarto trazendo junto um friozinho, sua mulher com
o estojo de esmaltes nua, sentada na cama com uma das pernas pisando o
chão, enquanto a outra estava dobrada, o calcanhar encostava na
bunda, assim ficando numa posição melhor para pintar. Nessa
posição ele contemplava, a sua bocetinha cheia de pelinhos
aparados já há uma semana já estavam um pouco crescidinhos,
e o rasguinho da xoxota era como uma braguilha aberta.
Ela ali inocente, entretida
em seu narcisismo, não percebeu que ele de pé encostado na
porta, se masturbava. Só sentiu algo molhar seu corpo, pensou que
era a chuva, mas o liquido vinha da porta.