- Fique nua – disse Ering.
Ela obedeceu despindo-se. De pé ia desabotoando
o casaquinho preto de linho, depois de joga-lo no chão. Sobrou sua
sai cinza. Ela estava com um sutiã de renda que segurava seus seios
enormes – sem silicone – estilo camponesa da Holanda. Mas ela pintava seus
cabelos de preto, dando um estranho contraste com os pubianos clarinhos.
Depois abaixou a saia, agora estava só de calcinha, tinha uma xotão.
Ele com uma tesoura, cortou as laterais da sua calcinha, a parte da frente
caiu deixando tudo amostra. A parte detrás continuava enfiada no
meio da bunda, com a boca ele logo a puxou arrancando.
Ele estava muito excitado em poder controlar a
situação, e ela também por estar sendo submissa, começou
a beijar sua boca, suas bochechas, orelhas, depois voltava para a boca,
beijava o pescoço quente, cheirava o pescoço dela, que já
estava com um cheiro misturado de suor e saliva. Um gosto agridoce. Cheirava
seu cabelo, seu corpo inteiro, parecia um touro no cio. Tinha pedido a
sua namorada, que ficasse sem tomar banho três dias, portanto ela
estava como ele gostava. Uma relação sexual, muito parecida
com a animal. Pois o cheiro da sua vagina, e de seu corpo estava forte,
sem ver água a três dias. Logo a deitou no chão, e
gritou alto: Fique quieta.
Foi beijando seu corpo inteiro, cheirando suas
axilas, lambendo seus seios, e lambendo sua barriga, sua virilha, coxas.
Ela podia sentir melhor o ar do ambiente, com
o seu corpo todo encharcado de saliva. Sua respiração era
ofegante devido ao tesão.
Depois de ter cansado de lamber, e beijar o corpo,
começou a lamber a virilha dela quentíssima e um pouco suja,
com as mãos fez com quem dobrasse as pernas, e foi enfiando os dedos
na sua vagina, depois de enfiar logo tirava para chupa-los, e cheira-los.
Depois de cansar da brincadeira, como um cão farejador ficou cheirando
e cheirando o seu xotão. Adorava aquele cheiro desde sua adolescência.
Gozou com o nariz em seu sexo.