ORDEM TEMPLÁRIA
Parte 7
MITOS E LENDAS EM TORNO DOS TEMPLÁRIOS - Jacques de Molay teria deixado os "mistérios da ordem do templo", que se constituíam de estudos metafísicos e conclusões templárias acerca de vários assuntos ligados ao esoterismo da Ordem. Esse material teria passado à Pedro de Bologna, chefe do clero templário e seu companheiro de prisão.
Pedro de Bologna, já com fuga preparada, em posse desses documentos, foi se refugiar na Escócia, na época, uma espécie de reduto dos templários da Europa. Lá chegando passou os documentos aos irmãos Hairlss Marschaly e Aumont para que pudessem reestruturar a Ordem. A doutrina templária e seus mistérios foi discutida e incorporada aos rituais maçônicos que afloravam na Escócia. Desta mistura de princípios e doutrinas, uma das principais contradições da Ordem Inglesa, foi a exigência dos novos iniciados de se declararem "católicos romanos", o que é uma forma estranha para quem tinha sido destruído pela Igreja, e também, filosoficamente, pregava uma unidade universal, achando que a Igreja Católica era apenas mais uma facção religiosa.
Segundo parece fizeram desaparecer os documentos mais importantes e secretos da Ordem os quais nunca mais foram descobertos dando origem a que não haja um conhecimento totalmente exato sobre a mesma.
A Maçonaria, por exemplo, teria se originado de mestres pedreiros que aprenderam com os templários as técnicas secretas que guiaram a construção do Templo de Salomão (parece que ninguém prestou atenção ao fato de que o Templo estava destruído fazia mais de 1000 anos quando o primeiro templário pôs os pés na Terra Santa, e a mesquita construída em seu lugar utilizava as técnicas trazidas pelos muçulmanos).
No século XX, o Tenente Warren, do Royal Engineers Britanic, descobriu escavações feita pelos templários sob o Templo. Se realmente encontraram algo como o Santo Graal ou a Arca da Aliança, não se têm provas. Mas com certeza, encontraram algo mais precioso: um estilo de arquitutura, baseado em uma santa-geometria cheia de significados gnósticos, cabalístico, alquímicos e místicos conhecido como "estilo Gótico".

Catedral de Burgos
Surge daí a lenda de que teriam continuado suas atividades místicas secretamente, e que para isso teriam se ligado ao Priorado de Sião, uma ordem que supostamente permaneceria até hoje e que teria tido, entre seus líderes, o pintor Leonardo Da Vinci e o físico Isaac Newton. O grupo guardaria os principais segredos da origem do cristianismo, como o Graal e a linhagem de supostos descendentes de Jesus e Maria Madalena, tudo isso foi reforçado em livros como "O Código DaVinci" de Dan Brown. O problema é que documentos que provem a existência do Priorado de Sião são raríssimos.
Essas construções foram resgatadas pelos Cavaleiros do Templo, e utilizado para construir igrejas e catedrais. Obras magníficas como Notre-Dame e Chartes. Suas construções ficaram a cargo das Sociedades de Pedreiros-Livres, que assimilou os conhecimentos iniciáticos desses monumentos, e até hoje os guardam.
O abade Bernard de Clairvaux começa pregações sobre construir catedrais seguindo conceitos de matemática que mais se assemelham a cabala e aos princípios pitagóricos. A chamada Geometria Sagrada. Por toda Europa o estilo de arquitetura inspirados por Bernard de Clairvaux se expande, e dá-se início ao estilo gótico. Por exemplo, na torre norte de Chartres os princípios da sacra-geometria foram postas em prática (essa torre também é chamada de a Torre dos Iniciados). Bernard estava tão crente de suas idéias ligadas a matemática e a religião, que quando o indagavam quem é Deus, ele dizia: "É o comprimento, a largura, a altura e a profundidade". Os próprios Templários, revolucionam o estilo criando igrejas de planta octogonal, as chamadas "Igrejas Redondas". Muitas delas, são posicionadas em relação ao zodíaco e aos solstícios.
São Bernardo de Clairvaux e os Templários, dão uma regra de vida e trabalho a uma corporação de pedreiros livres chamada "os Filhos de Salomão". Essa corporação de ofício construía catedrais góticas e se inspiraram no Rei Salomão, o mesmo que construiu o Templo de Jerusalém.
Por trás da Ordem do Templo, se ergueram figuras míticas de personagens bem curiosos, que inspiraram o ideal Sinárquico Templário do Oriente em conjunção com os Ismaelitas do Velho da Montanha, os cabalistas, judeus da Espanha muçulmana, as ordas do Khanat de Gengiskan, os cavaleiros árabes de Saladino, as histórias do cálice, romances e lendas da Távola Redonda, Parcival entre outros. Um ímpeto espiritual sem precedentes na história medieval.
Não há dúvida, todavia, que a Ordem Templária foi um dos repositórios da Sabedoria Oculta na Europa, durante os séculos doze e treze, porém seus segredos eram transmitidos tão-só a alguns de seus membros selecionados. Em sua seção religiosa, as cerimônias de recepção eram executadas sob estrito sigilo, e daí, naturalmente, a razão de lhe haverem os leigos atribuído as mais horríveis práticas e histórias infundadas. O cultivo e o desenvolvimento do conhecimento esotérico parecem ter sido a tarefa de uma ordem interna dentro da ordem externa. A esse círculo só podiam pertencer os membros escolhidos os quais, por meio de rituais secretos, obtinham sua filiação.
A CAPELA ROSSLYN
- Em 1314 muitos templários ajudam Robert the Bruce a tornar a Escócia livre da Inglaterra na famosa Batalha de Bannockburn no dia 24 Junho (dia de São João). Um dos cavaleiros templários a lutar ao lado de Robert the Bruce foi Sir William St. Clair, terceiro e último Príncipe de Orkney. Uma sociedade secreta contemporânea chamada Scottish Knights Templar (Cavaleiros Templários da Escócia) ainda hoje comemoram a batalha de Bannockburn na Capela Rosslyn, o dia em que "O véu foi levantado dos Cavaleiros Templários".

A Misteriosa Capela Rosslyn - rica em simbolismo Templário e Maçônico.
Com a queda dos Templários, muitos se refugiaram na Escócia pois esse país estava excomungado, e os templários fugitivos tiveram a proteção de Robert, the Bruce. E também das corporações de pedreiros-livres escocesas. Com o retorno da Igreja na Escócia, as propriedades templárias, foram divididas, partes para os Hospitalários e parte para os donos originais, dentre eles, a família St. Clair, que além de ter vários membros de sua família iniciados templários, eram os grão-mestres hereditários das corporações de ofícios de Rosslyn. A ligação entre os St. Clair
(posteriormente o nome viraria Sinclair) e os Templários já remonta a própria
fundação da Ordem. O fundador e Grão-mestre da Ordem Templária, Hughes de Payens,
foi casado com Catherine St. Clair. Hughes e Catherine visitaram as terras dos
St. Clair de Rosslyn lá estabeleceram a primeira comendadoria dos Templários na
Escócia, no qual se tornaria o quartel-general naquele país. Além do casamento
entre Hugues e Catherine, muitos outros St. Clairs foram iniciados na Ordem do
Templo, assim como grandes doações a Ordem era proveniente dessa família.
Por mais de 40 anos e pelo custo de uma fortuna, o terceiro e último
"Jarl" [Conde] de Orkney Sir William St Clair, de Rosslyn desenhou e
construiu a Capela de Rosslyn, costumeiramente chamada de "Catedral dos Códigos"
ou de "Capela do Graal". Curiosamente ela nunca foi chamada pelo nome original,
The Collegiate Church of Saint Matthew (A Igreja Colegial de São Matheus).
Em seu interior aparecem símbolos templários (150 anos depois de supostamente
serem instintos) e maçons (cerca de 200 anos antes dos maçons terem sido
oficialmente fundados). Os próprios domínios de Rosslyn ficam a poucos
quilômetros do antigo quartel-general escocês dos templários.
Pelo que se sabe, William St Clair temia que os "segredos
templários" caíssem em mãos erradas ou se perdessem. Temia escrever em um livro,
pois poderia ser queimado ou destruído, e temia a tradição oral, pois algo
poderia ser perder, ou uma geração poderia não passar adiante por motivos de
morte prematura. Preferiu construir a capela, que seria um "Livro de Pedra", mas
somente conhecendo a "chave" certa se poderia ler. E se fosse uma igreja, não
haveria a desconfiança da Igreja.
A palavra "Rosslyn" tem origem hebraica que significa algo como "O
lugar onde se oculta o segredo".
Os St. Clair também eram os grãos-mestres hereditários das corporações de ofícios de sua região. Essas corporações de ofícios eram comuns na Europa, reuniam-se em empreiteiras chamadas guildas. Essas guildas faziam reuniões em bares. Para se adentrar nessas reuniões fechadas, somente através de senhas e palavras de passe secretas. Essas guildas eram muito poderosas, com muita força política, pois os canteiros de obras, esquentavam a economia local e seus trabalhos eram bem vistos pela nobreza e pelo clero. Nascia assim, o primeiro modelo de Maçonaria: pedreiros (e posteriormente não-pedreiros), versados em altos conhecimentos, que se reuniam em uma confraria e faziam caridade. Segundo o Príncipe Miguel de Albany, essas foram as primeiras instituições de caridade estabelecidas na Grã-Bretanha fora do controle direto ou instigação da Igreja.
A Capela de Rosslyn, foi um grande marco para as corporações de ofícios da época. Mesmo com todo o mistério, a construção dessa capela ficou por conta das corporações de artífices nas quais os St Clairs eram senhores a séculos. Sob a orientação dos St Clairs, os membros escolhiam os candidatos adequados para as guildas e recebiam suas instruções ligadas à construção e geometria sagrada.
O registro mais confiável sobre o lugar, escrito por um padre pouco mais de 200 anos depois da construção, narra em detalhes como o próprio sir William St. Clair, o fundador da capela, acompanhou minuciosamente a construção - do desenho à posição exata de cada entalhe. Pedreiros e artesãos foram trazidos de outros reinos e regiões, e a vila de Roslin surgiu e cresceu para abrigá-los. A área ao redor de Rosslyn desempenhou um papel importante na história da Escócia, o castelo era considerado um lugar seguro durante as disputas de independência.

Catedral de Notre Dame (em estilo gótico), Paris
Não podemos nos esquecer, que foram os Templários que foram os precursores do estilo gótico. E chegaram a estabelecer uma regra de vida e trabalho a uma corporação de ofício chamada "Filhos de Salomão".
A Obra:
A Capela Rosslyn fica na margem florestada do Esk Valley, a cerca de dez quilômetros ao sul de Edimburgo, na Escócia. O largo desfiladeiro rochoso, embaixo com suas corredeiras, dá o nome a Rosslyn. A Capela tem sido um lugar de peregrinação há séculos.
A pedra de fundação foi colocada no dia de São Mateus, 21 de setembro de 1446 por sir William St. Clair, conde de Rosslyn e príncipe de Orkney. A orientação é do leste para o oeste. Esta posição foi marcada a partir do nascer do sol dessa data, como era de costume dos pedreiros da época. Outro costume é usar uma figura geométrica para definir a planta baixa. No caso da Capela de Rosslyn, foi usado um triângulo eqüilátero.
A planta da capela é baseada na cruz templária. Infelizmente a planta original se perdeu, deixando assim especulações se a planta atual é espelho dos planos originais. O motivo da dúvida está em suas fundações, que são bem maiores que a capela. As dimensões da capela atual estão situadas no que seria apenas o coro das fundações encontradas nas escavações do século XIX. Caso seja verdade, porque abandonaram o plano original? Falta de recursos? Mudança de planos? Outra peculiaridade da capela é o fato de seu layout ser completamente assimétrico. Isto é, completamente fora dos padrões da época.
O exterior da Capela:
Por fora ela é uma rústica catedral gótica, construída de acordo com a "sagrada geometria".
A Capela Rosslyn é a única construção medieval regularmente usada pela Igreja Episcopal Escocesa.
O interior da Capela:
A Capela Rosslyn é única e famosa mundialmente pela beleza de suas esculturas e pela aura de mistério e magia que a rodeia. Ela sempre foi um ímã para caçadores do Santo Graal, escritores esotéricos, historiadores medievais e adeptos de teorias conspiratórias. Ela não foi construída de acordo com a arquitetura contemporânea, nem em qualquer outro estilo. Agora, seus mistérios ganharam o mundo com o livro de Dan Brown, "O Código DaVinci".
Rosslyn está longe de ser uma típica capela cristã. É estranho que poucos símbolos cristãos sejam encontrados em seu interior. Na Idade-Média a atividades dos Sinclais eram de promover celebrações "pagãs" e proporcionar um acampamento seguro aos ciganos (os ciganos são conhecidos por cultuarem a Santa Sara Kali, e a lenda da Virgem Negra e o Santo Graal). Muitas autoridades acreditam que havia uma Virgem Negra na cripta da Capela Rosslyn. Por dentro é uma sinfonia em pedra esculpida; cada centímetro do interior da capela é coberto com símbolos e construído de acordo ao design da sagrada geometria. A capela possui gravada em suas paredes uma quantidade impressionante de símbolos egípcios, célticos, judeus, cristãos, templários e maçônicos e outros tantos originários das tradições pagãs. Nas paredes e nos cubos que se destacam do teto, palavras em grego, latim e hebraico encontram pentagramas, flores, pombas com o ramo de oliva no bico... As esculturas apresentam uma perfeição notória comparadas a quaisquer outras encontradas em toda a Europa.
Os Templários são muito bem representados nas paredes da capela de Rosslyn. Uma figura em alto relevo mostra dois cavaleiros em um cavalo, uma alusão ao Selo Templário.
Estão representadas em suas paredes:
- Dois cavaleiros templários em uma única montaria;
- José de Arimatéia portando o Graal;
- Uma figura muito semelhante à do Santo Sudário;
- Há estudiosos que contaram mais de uma centena de imagens de uma cabeça verde de homem com folhagens saindo da boca - especula-se que possa ser uma representação do misterioso Baphomet, a cabeça adorada pelos templários ou que sejam imagens do deus nódico Mimir também chamado o "Homem Verde" (Greenman - que representa a fertilidade na Cultura Céltica), às vezes relacionado com o deus babilônico Tammuz. A partir do leste e movendo à direita, os "Homens Verdes" envelhecem; começando como figuras de criança e progredindo por velhice e finalmente - perto da cripta ao norte da capela - para meros crânios copados;

Greenman
- Figuras de reis, pontífices, cavaleiros.... todos sendo seguidos por uma figura parecendo uma esqueleto, talvez representando a morte;
- O deus grego Hermes (uma alusão ao Hermetismo);
- Há também uma coluna chamada a "Coluna do Aprendiz" muito bem esculpida, que mostra a "Árvore da Vida" da cabala. Diz a lenda que o mestre construtor havia sonhado com aquele pilar, mas quando chegou na capela, viu que seu aprendiz de pedreiro havia feito seu trabalho. Com ódio, o matou com uma martelada na cabeça (muito semelhante à lenda de Hiram Abiff, mestre construtor do Templo do Rei Salomão, cultuado pelos maçons).
- A cruz floreada [Rosa-Cruz];
- O véu de Verônica.
- Esculpidas na parede encontra-se uma escultura enorme do milho e várias folhas de babosa (Aloe-vera), plantas que só haviam na América, e não foi cultivada lá até depois de cerca de cem anos. Assim, alguns pesquisadores vêem estas esculturas como evidência que os Cavaleiros Templarios tinham viajado às Américas 50 anos antes de Colombo. Todavia, outros estudiosos olham para estas esculturas e não vêem nada mais que lírios estilizados.

Coluna do Aprendiz
A Capela é famosa também por duas de suas colunas: a Coluna do Aprendiz e a Coluna do Mestre, que se levantam lateralmente à Coluna do Artífice e têm escultura distintamente diferente. Os Arquitetos maçônicos acreditam que estas estruturas pudessem significar os pilares de Jachin e Boaz. Existe uma lenda em torno da "Coluna do Aprendiz", segundo os escritos feitos pelo Dr. Forbes, bispo de Caithness em 1774. Diz a lenda que um mestre pedreiro recebeu a tarefa de esculpir uma pilastra, única e maravilhosa, mas suas habilidades não eram suficientes para tal empreitada. Por isso foi a Roma para aprender a técnica correta para concluir seu trabalho. Ao voltar, viu que seu aprendiz havia esculpido a pilastra com maestria, inspirado por um sonho que teve. O mestre pedreiro, com inveja e ódio, matou o aprendiz com um golpe na cabeça com seu malhete. O mestre pedreiro teve que pagar pelo seu crime. O aprendiz ficou imortalizado com sua cabeça esculpida no interior da capela. Ao seu lado esquerdo está a escultura da cabeça de sua mãe. Em nenhum ponto se encontra o pai do aprendiz. Alguns acreditam que o aprendiz era filho de uma viúva (curiosamente "filhos da viúva" é o título que se atribui aos membros da Maçonaria).
Não se sabe se tal narrativa é mito ou retrata um acontecimento real, mas de acordo com algumas fontes, o Bispo St. Andrew esperou durante muito tempo para receber a permissão do Papa para consagrar Rosslyn, devido a um acontecimento violento que havia ocorrido na Capela.
A Coluna do Aprendiz é obviamente uma representação da Árvore da Sabedoria, chamada de "Yggdrasil", na qual Odin, divindade máxima do panteão nórdico fez seu sacrifício para obter o segredo da sabedoria da cabeça decepada do deus Mimir. Seu sacrifício foi recompensado com as Runas. A Coluna do Aprendiz possui esculturas dos dragões de Neilfelheim, deitados, alimentando-se das raízes de Yggdrasil.

Coluna do Mestre
O "Pilar de Aprendiz" é realmente uma obra de arte se comparada ao "Pilar do Mestre".
O investigador Trevor Ravenscroft reivindicou em 1962 a descoberta do paradeiro do Santo Graal em Rosslyn. Sua pesquisa de mais de vinte anos a procura do Santo Graal revela que as paredes da Capela de Rosslyn são documentos que registram segredos ainda ocultos para o público em geral, ao mesmo tempo em que afirma existir um objeto encravado no Pilar do Aprendiz. Este objeto fora detectado utilizando detectores de metais e concluiu-se, nestes procedimentos, que realmente haveria um objeto na pilastra do tamanho apropriado para um cálice e exatamente no meio desta. Os responsáveis atuais pela capela recusam-se a permitir que o pilar seja radiografado.
A capela é formada por uma arcada de doze arcos pontudos, onde aparecem gravados o sol, a lua e as estrelas. Muitos arqueo-astrônomos acreditam que as paredes são esculpidas com azimutes que dão coordenadas para locais na Islândia e na Grã Bretanha.
Para ver maiores detalhes da Capela Rosslyn, clique
aqui.
CONCLUSÃO
- Se os Templários cometeram algum pecado, talvez seja o da cobiça. Se mataram foi porque acreditavam na sua causa... O cruel fim imputado à Ordem, em especial ao seu último líder, Jacques DeMolay, hoje em dia assumiu aquele caráter que transformou a própria Ordem, como um todo, em mártir e em mito.
Os templários deram uma lição de fraternidade, honra e coragem. Suportaram até os limites da carne e do espírito em nome de seus juramentos.
Muitos fatos, talvez os mais importantes, nunca foram revelados pela história, dando sempre ensejo a novas especulações. Os cavaleiros templários tinham um segredo... e é somente isso que sabemos!