Megálito (grande pedra) em arqueologia designa o conjunto de construções de grandes blocos de pedras edificadas essencialmente no período neolítico e por vezes na idade do cobre e bronze. Esses monumentos megalíticos foram construídos com objetivos simbólicos, religiosos e principalmente funerários.
As construções megalíticas estão dispersas pela Europa Ocidental, desde os países Nórdicos até à Península Ibérica.
Tipos de construções da cultura megalítica:
MENIRES


Monumentos pré-históricos em pedras, cravadas verticalmente no solo (ortóstatos), às vezes de tamanho bem elevado (megalito denominado menir).
Embora a maioria dos historiadores relacionem o seu aparecimento com:
- Culto da fecundidade (menir isolado)
- Marcos territoriais (menir isolado)
- Orientadores de locais (menires isolados e em linha)
- Santuários religiosos (menires em círculo)
Pelo peso dessas pedras, algumas de mais de três toneladas, acredita-se que não poderiam ter sido transportadas sem o conhecimento da alavanca (ver Arquimedes).
Estas pedras (os menires) deram origem às colunas. Mais tarde percebeu-se que, usando três elementos, era possível construir. Assim nasceu o dólmen, em forma de mesa, ou o trilito (três pedras), formado por duas colunas que apoiavam uma arquitrave. Uma série de trilitos fez a colunata.

Menir dos Almendres, Évora, Portugal
DÓLMEN



Os Dólmens são monumentos megalíticos tumulares coletivos. Estes monumentos pré-históricos também são conhecidos por antas, orcas, arcas, mamoas e, menos vulgarmente, por palas.
Na Europa, há dólmens nas zonas costeiras do Mediterrâneo e do Atlântico e também no litoral do Mar do Norte e do mar Báltico. Há também monumentos megalíticos semelhantes no Norte da África, na Síria, na Pérsia e na Índia.
É na Andaluzia e no Sul de Portugal que, no entender dos arqueólogos, se situa o centro de onde irradiou a chamada cultura dolménica ou megalítica.