Capítulo I
1.8 Descrição de algoritmos

A descrição de um algoritmo pode ser feita basicamente de 3 formas:
 

Em Linguagem Natural
Através de Pseudo-Linguagens
Através de Fluxogramas
Leia a primeira nota;

Leia a segunda nota;

Calcule a média aritmética;

Se a média calculada for superior a 5 o aluno estará a provado;

Caso a nota for menor ou igual a 5 o aluno estará reprovado.

 

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   Ler Nota1,Nota2 

   Média  (Nota1+Nota2)/2

   Se (Média<5) Então 
       Imprime "Reprovado" 

   Senão 
       Imprime "Aprovado" 

   Fim Se 
Fim.

A linguagem natural é imprecisa, pois conforme aumenta a complexidade do sistema a ser definido ou do problema a ser resolvido, pode-se gerar sentenças duvidosas. No exemplo acima ficou fácil entender que o aluno com média igual ou menor que 5 estaria reprovado, mas na maioria dos  casos, os testes e as sentenças serão muito mais complexas que estas. 
Tanto as pseudo-linguagens quanto o uso de fluxogramas têm grande valia para a descrição de algoritmos. Costuma-se utilizar ambas as ferramentas de forma complementar. Talvez as pseudo-liguagens, por sua proximidade com as linguagens de programação, possam ser consideradas a melhor das ferramentas apresentadas. Em minha opinião cada qual tem sua validade de acordo com a necessidade e a etapa do desenvolvimento de software.

Em nossa descrição de algoritmos estaremos utilizando principalmente as pseudo-linguagens (chamadas PDLs - Program Design Language - Linguagem de Projeto de Programação). Estas são mais fáceis de serem utilizadas na criação de documentos escritos, não obstante existam ferramentas e mesmo editores de texto com ferramentas especialmente criadas para a elaboração de fluxogramas.

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