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Vida de Santa Paulina Amábile
Lúcia Visintainer nasceu em Vígolo Vattaro (Trento, Itália), em 16
de dezembro de 1865. Devido à grande crise econômica do Sul-Tirol, em 25
de setembro de 1875, emigrou com sua família e com muitos outros
trentinos para o Brasil. |
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No dia 12 de julho de 1890, junto com a amiga Virgínia, Amábile acolheu e cuidou de ângela Lúcia Viviani, gravemente doente de Cãncer, dando início a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, aprovada pelo Bispo Dom José de Camargo Barros, em 25 de agosto de 1895. Na profissão religiosa, Amábile assumiu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Guiou com simplicidade e sabedoria a congregação, com Fundadora e Superiora Geral, fundando escolas, hospitais, educandários e lares geriátricos. Em 1903, deixou Nova Trento para cuidar dos velhos ex-escravos e das crianças órfãs em São Paulo. Demonstrou obediência e humildade heróicas, em 1909, quando foi destituída do cargo de Superiora Geral e enviada a trabalhar com pessoas doentes e idosas em Bragança Paulista, sem poder nunca mais ocupar cargo algum na Congregação. Viveu, portanto, 33 anos no anonimato como simples religiosa, até sua morte no dia 9 de julho de 1942.
Etapas importantes até a canonização de Madre Paulina O segundo milagre atribuído a Madre Paulina aconteceu no Acre em 1992 e foi confirmado no ano de 2000. A menina Iza Bruna de Souza nasceu com uma doença grave e rara que causava deformidade no crânio, e sobreviveu sem nenhuma seqüela. Em julho de 2001, o Papa João Paulo II assinou um termo de reconhecimento dos milagres de Madre Paulina. No dia 26 de fevereiro de 2002, o Papa João Paulo II anunciou para 19 de maio de 2002 o dia da canonização de Madre Paulina, passando a chamar-se então: Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Extraído do
livrreto "O Santo Terço com Madre Paulina", Diocese de
Apucarana-PR |
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