Conviver é um exercício impressionante, não é mesmo?
As pessoas parecem assumir inúmeros papéis e os representam.
São convincentes no que atuam, de tal forma que vemos... o que querem que vejamos.
É quando deveríamos exercitar por outro ângulo: o que vemos, ouvimos e lemos, passaria, forçosamente, por nossa experiência de vida, por nossos valores e conhecimentos.
Não dê seu aval incondicional, sem a certeza do que assina.
Bom senso, então, é a palavra de ordem.
Uma das coisas mais irritantes é sermos subestimados, é a tentativa de manipulação de sentimentos.
Quantas vezes concordamos com algo quando, no fundo, não é o que faríamos.
Aplaudimos o que nem nos tocou tanto...
Reverenciamos sem mérito...
Elogiamos efusivamente... o que deveria ser melhorado.
E por quê? Por estar na moda? Pra ir na "onda"?
Por ser o esperado? Pra não cair no desagrado?
Talvez... pra ser aceito?
Querendo não magoar?
Faltando com a sinceridade, privando o outro de um possível crescimento, que seu 'feedback' leal daria... não magoa mais?
Não é uma forma equivocada de ir firmando o seu espaço, o seu EU?
E tudo que aprendemos sobre personalidade própria, atuar com lisura, ter coragem, ser objetivo, ser ético?
Na prática... não vale?
Erguer dois pesos e duas medidas para uma mesma situação;
Acender uma vela pra Deus... e outra pro diabo;
Ir de acordo com a maré;
Ir... aonde Maria vai...
É triste.
Não permita que manipulem sua pessoa, seus sentimentos.
Valorize o que é.
O que pensam que é de nada vale... se, de fato, não for.
Chute o pau da barraca quando a situação assim o exigir.
Seja sincero quando buscarem sua opinião.
Critique construindo, apontando caminhos...
E, sim, distribua carinho, mas de forma consistente, por ser a real tradução do que sente.
Enfim... hora de agirmos como gente.
Gente de bem.
Gente saudável.

 

Desconheço a origem
(se você conhece o título desse texto e a autoria, envie-me, para os devidos créditos)
 

 

 

 

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