OPET CET
Macintosh
Curitiba,
08/03/2003
Álvaro dos Santos Netto
Clayton Vilas Boas
Emanuel Scarabelot Kobylarz
Ivan Roberto Zenkner
Lucas Carvalhal Sergio
Ramon Tramontini dos Santos
Rogério Antonio Barboza
Curitiba, 08/03/2003
Índice
Cinema Tools para Final Cut Pro
Comparativo Macintosh x PC O
confronto final
PC existe em todo lugar; Mac é um gueto
Periféricos para Mac custam mais
O Mac OS oculta as entranhas do computador
Não tem botão para ejetar disquetes
Não aparecem as características da máquina quando da inicialização
Onde vejo os programas e janelas abertos?
Acentuação completamente diferente
O iMac não tem Delete para a frente
Situações nas quais não dá para se
livrar do PC
Nesta pesquisa você encontrará dados referente a
história, evolução e tendências para o futuro dos computadores Apple -
Macintosh.
Os dados serão divididos em:
Descreve como
surgiram a Apple e a Macintosh, quais seus fundadores e suas motivações para
criar um computador pessoal com sistema operacional gráfico.
Descreve como funciona a arquitetura dos computadores
Macintosh desde de sua criação até a sua atualidade e quais são as tendências
para o futuro.
Descreve a evolução do sistema operacional MAC-OS e quais suas principais características.
Descreve também quais são os principais softwares
comercializados e suas aplicações.
Mostra as principais vantagem e desvantagens das 2 arquiteturas.
Dado que o mercado de computadores pessoais no Brasil é dominado pela arquitetura IBM e sabendo que no exterior, principalmente nos EUA, quem dita as regras é o Macintosh, nosso desafio foi descobrir as razões que explicam o porque os computadores Apple - Macintosh, apesar de em muitos aspectos superarem os IBM - PC, não terem espaço no mercado nacional.
Durante nossa incursão pelo mundo Macintosh, ficamos impressionados com a capacidade computacional, confiabilidade e simplicidade que sempre foram características do Macintosh.
Sendo assim, convidamos a todos, para junto com a nossa equipe, viajarmos por este mundo cheio de surpresas e novidades que irá abrir novos horizontes na visão do que é e o que pode ser mudado na área de computadores pessoais no Brasil utilizando a arquitetura Apple - Macintosh e porque esta arquitetura é superior a IBM – PC.
Steven Wozniak e Steven Jobs eram amigos na faculdade. Ambos tinham interesse pela eletrônica. Continuaram juntos após a graduação, formaram-se bem e conseguiram empregos em empresas do Silicon Valley. Woz na HP e Jobs na Atary.
Wozniak trabalhou com arquitetura de placas por algum tempo quando em 1976 ele criou o que seria o Apple I. Jobs, que sempre teve visão para o futuro, insistiu para que Wozniak vendesse a máquina, e no dia 1 de Abril a Apple Computer nascia.
Os entusiastas não levaram o Apple I muito a sério e a Apple não começou a crescer antes de 1977 quando o Apple II foi mostrado em um evento de computadores. O primeiro computador a ser fabricado com um gabinete de plástico e com gráficos coloridos, o Apple II foi uma máquina expressiva.
Em 1979, em visita ao PARC, centro de pesquisa da Xerox em Palo Alto, os pesquisadores haviam criado um sistema no qual lidava-se com objetos na tela similares a realidade. Um documento era representado por uma folha de papel; para apagar o documento, arrastava o mesmo por meio de uma caneta até uma lata de lixo no canto da tela. Jobs ficou impressionado e imaginou que aquilo seria o futuro da informática. O problema era que a máquina que rodava o sistema era de grande porte e dificilmente aquilo um dia chegaria ao usuário comum. Jobs saiu dali com a idéia fixa de portar o sistema para um microcomputador. Junto carregou com ele quase toda a equipe de engenheiros e pesquisadores, que passaram a trabalhar no projeto Lisa (nome da filha de Jobs).
Mas em conversa com os outros sócios da Apple, Jobs teve que abortar o projeto Lisa, bem como outros projetos e então começou a desenvolver um novo projeto chamado Macintosh, que era a idéia de fazer um computar pessoal custando em torno de 500 dólares, Jobs conseguiu isso e muito mais.
O aumento das vendas trouxe o crescimento da Apple, em 1980 nos preparativos de venda do Apple III a empresa já tinha centenas de funcionários e começou a vender computadores fora dos Estados Unidos. A Apple tinha excelentes profissionais, e o mais importante, novos investidores que resolveram tornar-se diretores da empresa. Com mais idade e mais conservadores, os novos diretores fizeram a Apple tornar-se uma verdadeira empresa.
No início de 1983, Jobs começou a investir no John Sculley que era presidente da Pepsi-Cola, em abril Jobs teve sucesso, Sculley tornou-se CEO da Apple.
Jobs acreditava que Sculley ajudaria a Apple a crescer, mas Jobs não tinha idéia do que estava fazendo, e isto custou o seu emprego.
Após o sucesso do grande homem de negócios, começou a ficar claro que Sculley não sabia muito sobre a industria de computadores, ele e Jobs entraram em divergência rapidamente e o lançamento do Macintosh estava próximo. Jobs trabalhou duro para desenvolver programas para a nova máquina, ele criou um computador que poderia transformar-se em um sucesso ou ser destruído pela indústria de programas.
Por volta da década de 80 Sculley estava ocupado com a batalha com a Microsoft de Bill Gates que estava introduzindo o Windows 1.0 que era muito parecido com o ambiente do Mac OS. Gates finalmente mostrou que o Windows não era baseada na tecnologia da Apple, e os advogados de Gates criaram um documento que certificava que as novas versões do Windows não estariam correndo riscos de direitos autorais e a Apple perdeu o direito exclusivo do ambiente gráfico. Isto provou ser um importante documento no futuro para evitar problemas legais entre as duas empresas envolvendo o ambiente gráfico.
Em meados de 1986 foi lançado o Macintosh Plus. Na época, a maioria dos micros vinha somente com memória soldada na placa. O MacPlus introduziu alguns conceitos utilizados no Macintosh até hoje bem pouco tempo. O mais interessante era a possibilidade de montar uma rede AppleTalk simplesmente interligando dois Macintoshes ou através de conversores, utilizar a fiação telefônica comum para construir uma pequena rede com vários equipamentos. Isto tudo intuitivamente em minutos! A geração seguinte dos Macs (Macintosh SE) monoblocos trouxe outra inovação que resiste até hoje. O SE vinha também com um slot de expansão. Mas isto ainda não era suficiente par tornar o Macintosh competitivo no mercado corporativo.
Em 1987 a Apple começou a vender o Mac II construído com a expansibilidade em mente. O Mac II tornou viável uma linha poderosa da família Macintosh. A Apple tornou-se mais uma vez a queridinha de Wall Street, a banda Rolling Stone comprou 50.000 Macs em um mês. Em 1989 o mundo Pc começava a ver disquetes de 1.44 (a Apple já havia desenvolvido em 1984) e o Mac já estava lá na frente correndo para próxima década.
Em 1990, a Apple lançou um Laptop, o Macintosh Portable. O engenheiro de projetos era tão obsessivo pela qualidade do produto que acabou criando um monstro. Era tão grande e tão pesado que necessitava de um carrinho para ser carregado. Como novidade foi bom, como produto, um fracasso. O verdadeiro notebook Macinstosh veio em outubro de 1991. O PowerBook 100 era bem projetado: robusto, leve e elegante. Ganhou vários prêmios de design. Por dentro, ainda era bem parecido com o portable. A Apple estava trabalhando com um novo conceito de computador o PDA que foi batizado de Newtons foi lançada em agosto de 1993, o sistema de reconhecimento de escrita era muito pobre e por isto não vendeu muito bem.
Em 1994 a Apple anunciou a família Power Mac que eram os primeiros computadores baseados chin Powerpc, um poderoso processador desenvolvido pela IBM e a Motorola. O processador Powerpc permitiu que os Macs competissem com os PCs e em muitas vezes eles ultrapassaram a velocidade dos processadores da Intel.
Mas o problema da Apple não era vender computadores e sim fabrica-los, em junho de 1995 a Apple precisava de 1 bilhão de dólares e não tinha, para complicar ainda mais, a Microsoft lançou o Windows 95, um sistema tosco porém moderno.
Mais tarde em dezembro de 1996 a Apple comprou a NeXT empresa que desenvolvia um sistema operacional cujo dono era Steve Jobs, com isto, ele retornou a Apple após 10 anos fora. Jobs estava em alta depois que a Pixar, sua empresa de animação, produziu Toy Story. A NeXT foi adquirida na intenção de usar a tecnologia do seu sistema na nova geração do sistema operacional da Apple conhecido como Rhapsody que tinha uma versão bem desenvolvida em 1998.
Em 1997, Jobs recebeu o título de CEO temporário, sendo ele quem apresentou a campanha agressiva que a Apple agora tinha, mostrando o Rhapsody e os novos Macs inspirados no desenho futurista dos Jacksons.
Em 10 de novembro de 1997 a Apple prepara um novo evento em que Jobs anuncia as mudanças na estratégia da Apple, agora a empresa venderá computadores diretamente através da Web e do telefone coisa que a Power Computing já fazia e bem no passado. Jobs também anunciou dois novos computadores o PowerMac G3 e o PowerBook G3.
No início de maio de 1998 anuncia u novo PowerBook G3, uma Apple Store Voltada à classe estudantil e um computador completamente diferente de tudo que já foi visto antes com o nome de iMac. Este novo computador foi desenvolvido visando o usuário doméstico e pequenos escritórios, tendo um desempenho superior ao necessário para este tipo de usuário e com um preço baixo ele logo se tornou um sucesso. Alguns meses depois Jobs anunciou uma dramática mudança nos rumos do Macs OS, foi apresentado o projeto de um novo sistema totalmente inovador e moderno com características do Rhapsody e do Unix, previsto para ser lançada em 2000.
Em julho de 1999, Steve Jobs lança o iBook um notebook baseado nos mesmos princípios do iMac, alguns meses depois Jobs anuncia o Power Mac G4 o computador de mesa mais rápido do mundo chegando a Giga Flop de processamento ou um bilhão de instrução por segundo, a Apple vai para o topo no mercado de informática.
Nos nossos dias não houve ainda avanços para os G4, por isso a Apple teve a idéia de colocar dois processadores de 1,25 GHz (ou 1 GHz) em um computador, criando assim o Power Mac G4 Dual torre. Essa idéia foi assim passada para o Xserve Dual, que é a mesma máquina mas com a altura de 4,45 cm, tamanho padrão para unidade de rack para servidor.
Para os notebooks, ano passado foi lançado o Power Book 12” e o Power Book 17”. Com tela widescreen, são o menor e o maior notebooks da história. Foram lançados em julho de 2002 e talvez cheguem aqui no Brasil em abril.
O hardware
Macintosh original era composto de um processador Motorola 68000, com bus de 16
bits externos e 32 bits internos a 7,83Mhz. Vinha com 128KB de memória Ram e
64K de Rom e 256bytes de PRAM (Ram de parâmetro, algo como a CMOS dos PC´s)
.Não possuía HD mas vinha com um Floppy Drive Sony de 3.5" de 400k de face
única e auto ejetável: o usuário ejetava o disco através do sistema, como faz
até hoje. Havia pouca possibilidade de expansão. Possuia duas portas seriais
RS-232/RS-442 com conectores DE-9 e um conector para expansão de FloppyDisk
Drive DB-19. O teclado era ligado na frente por um conector RJ-11 e a grande
inovação, o mouse, era ligado num conector DE-9 na parte traseira.
Com Macintosh
128k, logo se percebeu que a pouca memória era um problema para programadores
mais ousados, então logo foi lançada sua sengunda série, o Macintosh 512K. Nele
poderia se instalar um drive para disquetes de dupla face de 800K. Mas não era
o suficiente. Os Hard Drives já abriam um novo horizonte e os limites dos
disquetes já eram claros. Depois dele foi lançado o Macintosh Plus. Ele vinha
de fábrica já com 1MB de memória SIMM expansíveis até 4MB por meio de dois
slots de 30 vias! Na época, a maioria dos micros vinha somente com memória
soldada na placa. O MacPlus introduziu alguns conceitos utilizados no Macintosh
até hoje bem pouco tempo. Possuia hard drives internos e porta de expansão no
padrão SCSI. Isto permitia não só ligar um HD externo, bem como outros
periféricos.. Mas o mais significativo foi a introdução das portas seriais
(ModemPort e PrinterPort) com conectores MiniDIN-8, compactos e fáceis de
plugar, que permitiam a comunicação com qualquer equipamento serial. O mais
interessante era a possibilidade de se montar uma rede AppleTalk simplesmente
interligando dois Macintoshes ou através de conversores, utilizar a fiação
telefônica comum para construir uma pequena rede com vários equipamentos. A
geração seguinte dos Macs (Macintosh SE) monoblocos trouxe outra inovação que
resiste até hoje: o ADB, Apple Desktop Bus, um bus serial direcionado que
permite ligar em cascata periférica de controle como o teclado, mouse ou
tabletes gráficos. O SE vinha também com um slot de expansão. Mas isto ainda não
era suficiente par tornar o Macintosh competitivo no mercado corporativo.
Foi
introduzido o Macintosh II com um chip de 32 bits o 68020, a 15,6772 Mhz, seis
slots NuBus (padrão criado pela Texas) com endereçamento em 32bits, e 4 slots
para expansão de memória SIMM 30 vias, dois disk drives , um HD SCSI de 40MB, e
finalmete, suporte a vídeo num monitor externo e em cores. O conector de vídeo
era um DB-15.Outra grande novidade era a Fonte Ativa, que era controlada
remotamente pelo sistema. Para ligar a maquina, bastava apertar um botão no
teclado, para desligar, bastava dar Shut Down no sistema. Agora sim a Apple
poderia bater de frente com qualquer PC. Finalmente foi possível a editoração
eletrônica plena, a partir dos conceitos de Metáfora de Desktop (transformar a
tela do computador em algo como a sua escrivaninha) e WYSIWYG (What you see is
what you get, o que você vê é o que você consegue). Nada mais de códigos do
Wordstar. Agora você podia ver em tempo real o que você estava produzindo, sem
previews. Programas como o Audus Pagemaker salvaram o Macintosh. Um Mac II e
uma Apple Laser Writer podiam fazer coisas que levavam dias em apenas algumas
horas. O Mac em cores permitia a edição de fotografias. Em pouco tempo,
empresas como a Radius já ofereciam placas de alta resolução e monitores
especiais de até 20 polegadas suportando milhares de cores.
As gerações seguintes do Mac II trouxeram novos chips
(Motorola 68030) e mais compactação. O Mac IIci e o Mac IIcx, com um gabinete
pequeno e retangular, eram elegantes e poderosos. Haviam ranhuras em sua
lateral que permitiam que ele fosse pendurado como uma gaveta debaixo da mesa,
assim como colocado na vertical ou na horizontal. Não havia muitas novidades no
hardware. A diferença entre os dois é que o CI possuía a placa de vídeo On
Board.
As novas
gerações do Mac II foram trazendo modificações no clock e no gabinete: Menor,
mais arredondado e, posteriormente, com suporte a CD ROM. Os herdeiro dos Macs
monoblocos agora eram a Serie Classic. Uma modificação significativa foi a da
série LC.
A série LC
tinha um conceito especial: Micros finos, leves, que não ocupassem muito
espaço. Sua altura era pouco mais do que a altura do drive de disquete. Não
possuía a fonte ativa e sua expansão era limitada a um slot LC Card.
Apple lançou
um Laptop, o Macintosh Portable. O engenheiro de projetos era tão obsessivo
pela qualidade do produto que acabou criando um monstro. Era tão grande e tão
pesado que necessitava de um carrinho para ser carregado. Como novidade foi
bom, como produto, um fracasso.
O verdadeiro
notebook Macinstosh foi o PowerBook 100 era bem projetado: robusto, leve e
elegante. Por dentro, ainda era bem parecido com o partable. Vinha com o já
ultrapassado processador 68000. Não tinha drive de disketes. Este era conectado
externamente ao equipamento. Entre os conceitos que introduziu estava o
trackball embutido e descanso para os pulsos.
As novas
séries de PowerBooks foram alterando o que era necessário: Mais velocidade,
mais expansibilidade, cores na tela. A grande novidade em materia de portáteis
viria depois. O PowerBook Duo/Dock tenha um conceito muito interessante. O
equipamento era composto de duas partes: o PowerBook Duo, simples, sem
comunicação ou expansão (apenas um slot na parte traseira) e o Dock, chassi onde
se encaixava o PowerBook. Quando isto era feito, ele se transformava num micro
de mesa, com monitor, teclado, impressora e demais periféricos. As expansões
eram possíveis no Dock, e assim, o usuário poderia sair para apresentar um
trabalho com o Duo e processar tarefas.
A última
serie de computadores CISC profissional da Apple foi a Quadra/Centris. Com o
Chip 68040, era muito rápido em relação a seu clock. Até hoje tem gente que
jura de pé junto que o Quadra era mais rápido que qualquer Power. A série Quadra
foi a primeira a vir com suporte a Ethernet embutido na placa. Sua morte era
tão anunciada que os últimos modelos vinham com um slot de upgrade para
PowerPC! As versões AV vinham com funções de áudio e vídeo sem placas
auxiliares e inéditas num microcomputador O Quadra 950 era um monstro de quase
1m de altura. Tinha espaço de sobra para unidades de disco rígido removível,
fita , CD, discos ópticos e outros. Sua placa era enorme e a fonte assustadora.
E era a máquina mais rápida da época. E assim morreu o Mac.
A Apple
procurava uma nova família de processadores para suas máquinas. O chip 68060
não interessava.. A IBM já vinha desenvolvendo pesquisas sobre processadores
RISC a um bom tempo. A Motorola, que possuía o know-how em fabricação de chips
em grande escala também procurava modernizar sua linha. Daí surgiu o projeto
PowerPC: Um processador RISC de baixo custo e alta velocidade. A Apple entraria
com a base instalada de seus programas. Por um sistema de micro Kernel, ela
fazia uma emulação dos programas antigos para o novo processador em tempo real.
Por isto, no inicio, a velocidade dos equipamentos decepcionou.
Os primeiros
Power Macintoshes foram lançados em três modelos: 0 6100 era o mais simples: em
gabinete desktop fino, seu chip era um PowerPC 601 a 60 Mhz possuia um único
slot NuBus. O 7100 era mais robusto. Em gabinete desktop mais alto, tinha
espaço para mais expansões. Vinha com 3 slots NuBus e um PDS preenchido com uma
placa de vídeo. O 8100 era o topo de linha. Vinha em gabinete mini-torre com muito
espaço.Seu clock era de 80 Mhz. Havia uma saída de vídeo no formato HDI, que
não colou, pois não era compatível com monitores mais antigos. Todos estes
modelos tinham como opcionais os recursos AV, para captação de áudio e vídeo e
o CD-ROM. Na verdade, eram simplesmente transposições dos micros da linha
Qudra/Centris com chips PowerPC, sem muitas novidades.
As mudanças significativas ficaram para geração
seguinte: com a nova série de PowerMac´s começou a aderir aos padrões de
mercado. Os slots NuBus, já obsoletos, foram substituídos pelos PCI´s. Assim,
as placas usadas em PC´s poderiam ser utilizadas também em Macintosh,
simplesmente implementando os driver para a plataforma. O porta Ethernet da
placa foi implementada também no padrão RJ-11, além do AUI usado anteriormente
e que geralmente precisava de transceivers para ser utilizado. As máquinas
ganharam vida nova. A linha 7200 continuava utilizando o PowerPC 601, mas agora
possuía 4 slots de memórias DIMM. Seu gabinete é um show a parte. Sem parafusos,
bastava puxar a capa e levantar a fonte através de dobradiças e se tinha acesso
total a placa principal.
O PowerMac
8500 (mini-torre) e 9500 (torre) possuíam um chip PowerPC 604, que agora vinha
numa placa em separado, facilitando o upgrade. A diferença básica entre os dois
é o número de slots: 3 no 8500 e 6 no 9500. O 8500 era uma máquina pronta para
aplicações multimedia. Vinha com portas de áudio e captação vídeo de série e
uma saída vídeo monitor on board. O 9500 vinha com uma placa de vídeo ATI e era
mais cru. Seu objetivo era: "Pegue esta máquina e faça dela uma
workstation". Assim, as pessoas que compravam o 9500 o transformavam em
estações e áudio, vídeo, animação, 3D, CAD, servidores etc.
A linha
desktop foi sofrendo alterações no chip. 7500, 7600, 7300 vinham no mesmo
gabinete (que na verdade era quase perfeito, o verdadeiro estado da arte) mas
agora com o chip na Processor Board. Pessoalmente, o PowerMac 7300 200Mhz foi a
máquina mais estável com a qual já lidei. E a mais rápida até o surgimento dos
G3.
Junto com o
7300, foram lançados dois modelos torre. O 8600e o 9600 eram máquinas
inteligentes, sem muitas novidades. A diferença essencial entre os dois modelos
continuava sendo o número de slots PCI:. três no 8600, seis no 9600. A única
inovação realmente notável foi o novo gabinete, idêntico para os dois. Ele foi
inspirado no gabinete desktop, e dava total acesso aplaca em apenas dois
movimentos. Sem parafusos, sem fadiga, sem traumas. Não era mais necessário
retirar a placa principal para instalar memórias ou fazer uma vistoria de
rotina. Tudo agora era mais simples. Outra novidade era o Zip Drive como
opcional. Esta foi a ultima geração antes da grande revolução.
A partir do
Performance 630, as coisa mudaram um pouco. Ele já era uma máquina construída
especificamente para usuários domésticos e por isto tinha sérias limitações. O
HD SCSI foi substituído por um IDE para baixar custos. Os componentes de
hardware já não eram de tão boa qualidade quanto os profissionais. Isto gerou
uma série de defeitos o que fez o nome da Apple cair ainda mais numa época que
já não era das melhores. Além de tudo os performance eram lentos. Muito lentos.
E tinham pouca possibilidade de expansão. Um slot PDS e um slot para
periféricos de comunicação. Também havia uma baia para um módulo de TV ou
Vídeo. O 630 foi o último Macintosh com processadores 68k. Quando os Performas
aderiram ao PowerPC 603 (um 604 com menos cache interno), eram montado
basicamente em duas plataformas. Uma era o mesmo gabinete desktop do 630, a outra
era um monobloco com monitor embutido, como a tradição dos Macintoshes mandava.
Era uma máquina elegante, mas a série Performas 5200 era muito lenta e tinha
muitos defeitos de fabricação. O lema nesta época era fazer o mais barato
possível. Quem perdeu foi a qualidade.
Com a série
6360, 5400 e 6400, houve um salto de qualidade. Os micros agora vinham com um
slots PCI e eram rápidos e estáveis. O 6360 vinha no tradicional gabinete
desktop e o 5400 (que não foi vendido no Brasil) no gabinete monobloco. O 6400
vinha num gabinete minitorre. Com um sistema de som respeitável e uma placa de
alta qualidade, virou o sonho de consumo da época. Havia uma baia de expansão
onde se poderia colocar um Zip Drive ou outro HD. Com o nome sujo pela baixa
qualidade, a Apple resolveu mudar a denominação dos Performas para PowerMac´s,
para atingir também um mercado de pequenas empresas. Então, o PowerMac 6500 era
na verdade o 6400 com um chip 604ev, assim como o 5500 era um 5400 com o mesmo
chip. Este foi o último modelo da série doméstica a ser vendido no Brasil.
Com a
política de clones adotada, o mercado de Macintosh foi canibalizado: 30% do
mercado de Macs era dos clones. Este realmente foi um erro grande, embora
parecesse a coisa certa a se fazer na época. Componentes de baixa qualidade,
gabinetes de PC. Tudo era terrível. O Mac havia se transformado num micrinho
comum.
Após isto, a
Apple resolveu desistir do projeto Copland, o sistema operacional em que havia
investido anos de trabalho e alguns milhões de dólares. Era mais fácil comprar
um sistema pronto e adaptar ao Mac. O primeiro boato foi que o BeOS, de
Jean-Luis Gasée, ex-gerente de prdutos da Apple, seria o escolhido. Mas depois
sai a notícia da compra da NeXT, de Steve Jobs. Jobs estava em alta depois que
a Pixar, sua empresa de animação, produziu Toy Story. E isto seria um bom
marketing para a Apple. O sistema operacional OpenStep, que era montado sobre o
kernel Unix Mach3, seria então o novo sitema do Macintosh. O projeto foi
batizado de Rhapisody.
A Apple
comprou a PowerComputing e acabou com a política de clones. Giu Amélio, o
ultimo presidente da Apple pré-G3 pediu demissão. E então, Steve Jobs assumiu
"interinamente" a presidência da Apple. As diversas placas da época
foram resumidas a uma só. A linha doméstica foi cancelada. A Apple passou a
investir fortemente nos mercados já conquistados. Então o G3 foi lançado. Placa
pequena e única. O chip PowerPC750 estava num soquete ZIF e os opcionais como
entrada de vídeo e som vinham de uma placa filha. A expansão por meio de apenas
3 Slots PCI gerou certos protestos de alguns usuários. Mas a máquina era
excelente! Nunca se tinha visto um Mac tão veloz. O rápido acesso ao cache e a
memória SDRAM de alta performance faziam uma diferença impressionante. Chagava
a ser até duas vezes mais rápido que um Pentium II de mesmo clock. O HD e o
CD-Rom que vinham de fábrica agora eram IDEs. Mas a Apple não havia abandonado
o SCSI. Os gabinetes eram os mesmos da série 7300 e 8600.
Jobs rompeu
com o passado, com o iMac. Era o fim de uma era de Macintoshes que não sofria
mudanças a algum tempo. Era o fim das portas ADB e Serial DIN-8. Era o fim do
diskete de 3.5". (Na verdade, os usuários de Mac já não utilizavam o
diskete a muito tempo.) Lá estava ele. Com suas duas portas USB, que nunca
ninguém tinha ousado utilizar unicamente, e sua Ethernet. Tinha também uma
porta de Infravermelho (praticamente inútil). Era um G3, mas para uso
doméstico. Parecido com um brinquedo. Com preço baixo. Antes de seu lançamento
oficial, em agosto, a loja virtual da Apple já tinha 200.000 encomendas. Até o
Natal, foram vendidas 800.000 máquinas. O maior fenômeno da indústria de
informática de todos os tempos. Começaram a pipocar hardwares compatíveis com
USB e os desenvolvedores voltaram a pensar no Mac como algo viável.
Assim, na
MacWold de São Francisco, surgiu a nova série G3. Em gabinete translúcido e
matando de vez as velhas tecnologias. Morreu o SCSI. Morreu o RS-232/RS-442.
Por outro lado, nasceu o FireWire. Esta tecnologia de comunicação desenvolvida
pela própria Apple no inicio da década, foi suportada pela indústria de vídeo
digital como um padrão da transmissão. Permite ligar até 127 equipamentos em
série uma velocidade de 400Mbps. Em pouco tempo poderá chegar a 2Gbps! Muitos
equipamentos profissionais já estão aderindo ao padrão. Já temos HDs externos
de alta capacidade que podem caber no bolso, sem a necessidade fonte de
alimentação, pois o cabo FireWire já fornece a corrente necessária para os
equipamentos funcionarem. O disquete foi definitivamente enterrado. No máximo,
um Zip Drive. Os chips são os primeiros a serem construídos com a nova
tecnologia de cobre, em clocks de 300, 350 ou 400Mhz. Seu desempenho é
surpreendente. Chega a ser até duas e meia vezes mais rápido que um Pentium II
500Mhz. A Placa principal vem com um chip ATI Range para aceleração de vídeo e
3D e com 16MB de Ram de vídeo. Também nesta ocasião foram lançados os iMac
coloridos. Com clock alterado para 266Mhz e sem a porta de infra-vermelho, ele
é basicamente igual a série anterior. Mas esta jogada de mestre rendeu mais
alguns milhões a Apple.
O futuro da
Apple de Jobs promete. O MacOS X já é um sucesso e com um projeto de código
aberto promete evoluir rapidamente. Na feira de São Francisco havia um servidor
PowerMac G3 com Mac OS X Server ligado há dez iMacs sem HD, nos quais não se
sentia perda de desempenho. A série G4, com a técnologia AltVec.
Os
componentes de avanço de desempenho do Power Mac G4 são seus processadores
ultra-eficientes. Todos os modelos Power Mac G4 agora combinam esta vantagem
com uma memória cache L3 avançado, que garante memória ultra-veloz e dedicada
para agilizar o processamento ainda mais.
Com seu
pipeline curto e a unidade de processamento vetorial Velocity Engine, o chip PowerPC
G4 é projetado para alcançar taxa de transferência de dados máxima. E o Power
Mac G4 possui dois processadores - efetivamente duplicando esta taxa.
A arquitetura
de sistema do Power Mac G4 comporta este fenomenal poder de processamento com
um design balanceado, que maximiza a taxa de transferência da memória,
entrada/saída, gráficos AGP e PCI. O cache L3 leva este eficiente acesso a
dados além.
O cache L3
usa 2MB de memória Double Data Rate (DDR) SDRAM de alta velocidade, funcionando
em até 500MHz. O cache L3 impulsiona a função do processador, garantindo acesso
rápido a dados e código de aplicativos em velocidades de até 4 gigabytes por
segundo (GBps). E o cache L3 é ainda mais eficiente em acelerar este processo,
pois ele tem barramento dedicado ao chip G4, tornando a taxa de transferência
de 4GBps sempre disponível - e livre de "gargalos" causados por
outros dados (como em sistemas Pentium 4, que não têm cache L3 - uma
desvantagem que leva vários subsistemas a congestionarem, e diminui a taxa de
transferência de dados geral do sistema).
O cache L3 de
alta velocidade, com barramento dedicado, permite que o processador PowerPC G4
receba dados até cinco vezes mais rápido da memória principal. Esta baixa
latência mantém cada processador suprido constantemente de dados, então ele não
fica parado, esperando a próxima tarefa chegar. O cache L3 é grande o
suficiente para armazenar código ativo de aplicativos e dados. Quando você roda
um aplicativo, a maior parte do código ativo para o programa - junto com a maior
parte dos dados em uso - está no cache L3. Assim, a informação mais pedida pelo
processador está sempre à mão. É como o cache de páginas web no seu disco
rígido: clique no botão "Voltar" do seu navegador web, e seu
computador irá utilizar os dados carregados recentemente - dispensando o passo
de carregar os mesmos dados novamente - fazendo a página aparecer mais
rapidamente.
Desempenho
máximo exige operação eficiente de todos os níveis da arquitetura do sistema.
Desta forma, para melhorar o desempenho de todo o sistema, a arquitetura do
Power Mac G4 foi projetada para acomodar os altos volumes de tráfego de sistema
necessários para processamento complexo. As grandes vantagens do design
balanceado incluem barramento de sistema de alta velocidade, memória principal
DDR veloz, duas interfaces ATA para disco rígido, barramento direto PCI, e
interfaces integradas de entrada/saída de alta velocidade.
Uma nova
controladora de sistema integra todos os componentes do computador e dados de
transferência entre eles. A velocidade de barramento do sistema rege a
velocidade de transferência de dados de todo o sistema. O Power Mac G4 com dois
processadores 867MHz tem barramento de sistema de 133MHz, enquanto os sistemas
Power Mac G4 com dois processadores de 1GHz e 1,25GHz oferecem barramento de
sistema de 167MHz para desempenho em alta velocidade.
Os novos
sistemas Power Mac G4 utilizam memória síncrona dinâmica de acesso aleatório
Double Data Rate, também conhecida como memória principal DDR-SDRAM. DDR-SDRAM
permite ao sistema ler e gravar dados a partir da memória e na memória em cada
início e final de ciclo do clock. Isto fornece o dobro de taxa de transferência
de SDRAM de taxa única de dados, que lê e grava apenas no início de cada ciclo
do clock. A taxa de transferência resultante entre a memória principal e a
controladora do sistema chega a 2,7GBps, mais que o dobro da taxa do Power Mac
G4 1GHz com dois processadores anterior. A DDR-SDRAM também aumenta a banda de
memória de todo o sistema aos processadores e todos os outros elementos do
sistema. Ao mesmo tempo, acesso direto à memória permite que elementos do
sistema, como a controladora do disco rígido ou uma unidade de processamento de
gráficos, envie e receba dados diretamente da memória principal, sem passar pelos
processadores. A banda aumentada permite que elementos do sistema funcionem
independentemente em altas taxas de transferência de dados, melhorando o
desempenho total do sistema.
O Power Mac
G4 agora inclui duas interfaces ATA para disco rígido. Todos os sistemas padrão
possuem um drive de disco rígido de 7200rpm com barramento ATA/100, taxa
teórica de transferência de dados para e a partir do disco rígido de até
100GBps. Com dois drives em barramento ATA/100 e dois drives no segundo
barramento ATA/66, você pode instalar até 480GB de armazenamento interno. Para
máxima largura de banda, coloque um drive em cada barramento ATA (total de
dois).
FireWire e
Gigabit Ethernet são duas tecnologias de alto desempenho para conectar os mais
recentes periféricos e redes de alta velocidade. Em PCs, estas funções são
geralmente instaladas em placas PCI, aumentando a congestão de dados para o
barramento PCI e a controladora de entrada/saída. No Power Mac G4, FireWire e
Gigabit Ethernet são conectados diretamente à controladora do sistema. Esta
conexão dedicada garante baixa latência e máxima taxa de transferência,
resultando em desempenho ótimo de FireWire e Ethernet. E como eles não
compartilham seu barramento com PCI e não são roteados pela controladora de
entrada/saída, há menos congestionamento para aparelhos PCI.
O desempenho
PCI é otimizado, no Power Mac G4, com um barramento direto à controladora do
sistema, oferecendo taxa de transferência máxima de 266MBps. Em contraste a um
PC padrão, em que o PCI é conectado à controladora entrada/saída por meio de
uma "bridge" - um estágio no caminho de dados que constringe o fluxo
de dados - causa diminuição da velocidade. O resultado é a taxa de
transferência máxima de 133MBps, que limita o desempenho de aparelhos PCI que
deveriam ser velozes. O barramento direto do Power Mac G4 garante a alta taxa
de transferência e congestionamento mínimo. Além disso, o Power Mac G4 suporta
gravação combinada (agrupamento de instruções de gravação em uma única
instrução maior), aumentando ainda mais a taxa de transferência de dados.
Já que grande
parte dos dados é processada no cache L3 dedicado, há menos dados trafegando do
processador para a memória na maior parte do tempo. Isso significa que há menor
tráfego de dados na controladora do sistema, e menor gargalo causado pelos
múltiplos fluxos de dados competindo pelo barramento do sistema. Isto libera
mais largura de banda para lidar com dados de outros subsistemas, como gráficos
AGP, PCI ou controladora entrada/saída.
Quando
foi apresentado o iMac de tela plana, no começo deste ano, a procura foi
incomparável. O iMac sumiu tão depressa das prateleiras, que os revendedores
da Apple brincaram, dizendo que ele tinha poderes de invisibilidade. A tela
plana LCD de 15 pol - mais brilhante, mais nítida e mais confortável para seus
olhos que os antiquados monitores CRT - montada em um pescoço ajustável
superforte, estava entre as características inovadoras que chamavam a atenção
das pessoas. E agora, o novo modelo widescreen de 17 pol utiliza esta inovação
cheia de vantagens: para que seu pescoço, ombros e costas não precisem se
ajustar ao computador, o monitor desliza, permitindo que você ajuste facilmente
altura, distância e ângulo com um simples toque de dedo.
Dentro da sua
base ultracompacta de 27 cm funciona o mais rápido iMac de todos os tempos, com
um processador PowerPC G4, que brilha nos aplicativos do Mac OS X, e nosso
revolucionário SuperDrive, que permite a você gravar seus próprios DVDs, além
de CDs personalizados. É claro que o iMac está muitos passos à frente de
qualquer outro computador. Exatamente como seu revolucionário predecessor.
Você tem a
opção de quatro modelos iMac: o novo iMac de 800MHz iMac com monitor widescreen
de 17 pol e SuperDrive (DVD-R/CD-RW), o iMac de 800MHz com monitor de 15 pol e
SuperDrive (DVD-R/CD-RW), o iMac de 700MHz com drive Combo (DVD-ROM/CD-RW ) ou
o iMac de 700MHz com um drive CD-RW. Todos os modelos com monitores de 15 pol
vêm com processador gráfico NVIDIA GeForce2 MX e o de 17 pol tem um processador
GeForce4 MX para jogos fotorealistas e espetaculares imagens 3D.
O processador
dentro do iMac é o PowerPC G4 com Velocity Engine. O PowerPC G4 proporciona
poder de processamento inigualável se você estiver importando música de seus
CDs favoritos, acrescentando transições agradáveis aos seus filmes, criando
seus discos DVD ou simplesmente batalhando com seus amigos usando a última
versão do Quake. Cada um destes aplicativos faz uso do Velocity Engine para
ganhar um tremendo impulso de desempenho. Procure um documento de 1000 páginas
com uma única palavra, corte uma imagem de mais de um megapixel no iPhoto, ou
calcule o valor de P1 com 10 mil casas decimais - seu iMac faz tudo isto num
piscar de olhos.
Como
conseguiram colocar tanto poder e funcionalidade em tão pouco espaço? Isto se
deve a uma valorização do design que otimiza cada pedaço de espaço, sem
cantos perdidos. Começando por uma placa lógica circular personalizada, que
ocupa todo o diâmetro da base, criamos espaço para conter um drive óptico de
tamanho normal, como o SuperDrive. No alto do drive óptico está um disco rígido
de alta capacidade e a fonte de alimentação.
Quer
adicionar memória ou instalar uma placa AirPort? É muito simples, mesmo para o
mais novato dos usuários de computador. Abaixo da base está uma tampa de
acesso, presa por quatro parafusos. Remova a tampa e você vai ver os slots para
memória adicional e uma placa AirPort. Figuras impressas embaixo de cada um
destes slots mostram como a memória e a placa Air Port se encaixam na base,
quando corretamente instaladas; assim, não é necessário recorrer ao manual.
O Mac com SuperDrive
(DVD-R/CD-RW) permite gravar filmes e fotos que podem ser vistos em quase todos
os equipamentos de DVD. E, naturalmente, você pode colocar um DVD e assisti-lo
no brilhante monitor LCD com formato widescreen do seu iMac.
O
iMac vem com o Mac OS X pré-instalado. Por trás de sua interface amigável e de
fácil utilização, está a solidez e a força de um sistema operacional baseado nas
tecnologias que realizam o trabalho pesado da Internet. Mais ainda, o Mac OS X
utiliza o poder do PowerPC G4 com Velocity Engine, dando a você vantagens como
multitarefas preemptivas, memória protegida e rede baseada em padrões. O Mac OS
X executa muito bem praticamente todos os aplicativos Mac existentes, mas ele
realmente brilha ao executar os milhares de novos títulos criados especialmente
para ele. Como o novo Office v.X da Microsoft - o melhor Office que você já
viu.
O Mac OS X é
a mais atualizada plataforma para o estilo de vida digital, proporcionando a
melhor conectividade da categoria e aplicativos integrados que proporcionam
tudo o que é necessário para obter o máximo de sua câmera digital, câmera de
vídeo DV, telefone celular habilitado para Bluetooth e player de MP3.
O iMac é a
maneira mais rápida de chegar à Internet. É tão fácil configurar e usar que
você vai estar online e navegando na web em minutos, usando o modem de 56K
integrado, a porta Ethernet 10/100BASE-T para banda larga ou uma placa AirPort
opcional para Internet sem fio. O Assistente de configuração aparece assim que
você ligar o iMac e configura automaticamente seu sistema para seu servidor de Internet
(ISP). Tudo o que você precisa é de uma linha telefônica - o iMac vem completo
com todo o restante.
Cada iMac tem duas portas FireWire super-rápidas 400
Mbps integradas; assim, você pode facilmente conectar dispositivos de alta
velocidade como o iPod, câmeras de vídeo digitais e discos rígidos externos de
alta velocidade.
Cinco portas
USB de 12Mbps (inclusive duas no teclado) permitem a você conectar o iMac a
centenas de câmeras digitais, impressoras, scanners, discos rígidos externos,
joysticks e PDAs.
O Apple Pro
Keyboard de 108 teclas tem 15 teclas funções programáveis em tamanho normal com
teclas especiais para ajuste de volume de áudio, desligar alto-falantes e
ejetar CDs ou DVDs e um hub de duas portas USB integrado e apoios ajustáveis.
O Apple Pro
Mouse desliza sem nenhum esforço sobre a mesa, graças a um sensor óptico de
alta precisão, que proporciona uma exatidão sem precedentes.
A tela é a primeira coisa que você vai
notar no primeiro notebook com monitor 17 pol. do mundo, o maior já instalado
em um notebook. Quando aberto, ele é vasto. Este monitor impressionante do
PowerBook oferece a mesma área de visualização de um monitor CRT 19 pol.. Você
precisa ver a quantidade de informação que cabe na tela de uma só vez. Ele
suporta resolução de 1440 x 900 pixels – fantásticos 1,3 milhões de pixels
simultâneos na tela, com espaço de sobra para seus menus, barras de ferramentas
e paletas.
Outra
novidade da Apple inserida no PowerBook G4 17 pol.: um teclado singular, de
fibra óptica, retro-iluminado, com teclas gravadas a laser que parece vindo do
futuro. Um sensor de luz ajusta automaticamente o teclado e brilho da tela,
baseado na luz ambiente disponível. Em pouca luz, por exemplo, o PowerBook G4
automaticamente diminui o brilho do monitor, e liga o teclado. Então, fios de
fibra óptica localizados logo abaixo do teclado tomam vida, iluminando o
teclado para você continuar trabalhando, sem se preocupar com a mudança de luz
ambiente.
O
PowerBook G4 com SuperDrive (DVD-R/CD-RW) vem com o
software iDVD, para gravar DVDs que podem ser reproduzidos em quase qualquer
tocador de DVD. O SuperDrive também permite usar o iTunes para gravar CDs de
música e a função Disc Burner do Mac OS X para gravar CDs de dados. O
SuperDrive lê DVDs em 6x, e grava discos DVD-R de 4,7 gigabytes em 1x.
Com 30 vezes mais largura de
banda que o padrão de periférico USB, o FireWire 400 tornou-se o novo padrão
para transferência de dados em alta velocidade. Agora, a Apple aumentou sua
aposta, duplicando efetivamente a taxa de transferência de dados com o FireWire
800. O novo PowerBook G4 17 pol. tem duas portas FireWire – uma para as
centenas de periféricos FireWire 400 já disponíveis, e outra para a nova
geração de periféricos FireWire 800.
O novo
PowerBook G4 17 pol. possui a nova tecnologia 802.11g AirPort Extreme, a mais
rápida conexão sem fio disponível para Mac. O PowerBook G4 17 pol. vem com
AirPort Extreme instalado. E como o AirPort Extreme é retroativamente
compatível com redes 802.11b - e com milhares de hotéis, aeroportos, cafeterias
e livrarias equipadas com “zonas” sem fio no mundo, você pode usar seu
PowerBook G4 para ficar online em praticamente qualquer lugar.
Você vai adorar o monitor de
matriz ativa TFT XGA 17,1 pol. de alta resolução, que alcança até 1440 x 900
pixel. E também a forma maravilhosa que encaixamos este monitor em uma moldura
tão pequena – com apenas 39,1 cm de largura, 25,9 cm de profundidade, 2,5 cm de
espessura e pesando apenas 3 kg. Acomodado em um gabinete leve e durável de
liga de alumínio, o novo PowerBook G4 17 pol. é resistente a manchas e riscos.
E também vem em design inovador e magnífico - perfeitamente liso em todas as
superfícies, sem portinholas, alavancas ou travas para quebrar, sem botões
externos para apertar por acidente e sem pontas afiadas para prender na roupa.
O processador
de 1 GHz do PowerBook G4 17 pol. fornece avanço de desempenho com arquitetura
avançada de memória cache, que garante memória dedicada ultraveloz e taxa de
transferência enorme. O PowerBook G4 17 pol. tem cache L2 256K e 1 MB de cache
L3. O acesso à memória principal é significativamente mais rápido que o acesso
a dados do disco rígido, mas o cache L3 – que acelera o processamento,
permitindo acesso rapidíssimo a dados e códigos de aplicativos – dá a este
PowerBook G4 nível ainda mais veloz de memória. O PowerBook G4 17 pol. vem com
512 MB de DDR SDRAM. E pode ser expandido para 1 GB de RAM – permitindo que
você rode diversos aplicativos simultaneamente, ou guarde projetos gráficos
inteiros na memória principal para manipulação rápida de imagens.
O novo
PowerBook G4 17 pol. tem processador gráfico NVIDIA GeForce4 440 Go com 64 MB
de DDR SDRAM. Produzindo gráficos 3D em um piscar de olhos, com transformação e
iluminação (T&L) de hardware e uma arquitetura ultra-avançada de memória
(Lightspeed Memory Architecture II), o NVIDIA GeForce 4 promete uma experiência
gráfica em 3D dinâmica, rica e em tempo real.
O novo
PowerBook lhe dá a escolha de três portáteis ultravelozes. Eles vão desde o
modelo de 12 pol. – o menor e mais acessível PowerBook G4 – ao belo Titanium de
15 pol. e o primeiro notebook de 17 pol. do mundo. Isso significa eficiência em
viagens e na sua mesa – seja renderizando enormes arquivos de imagem ou
processando vídeo digital – mais rápido que nunca.
O PowerBook
G4 vem com Mac OS X v10.2, o sistema operacional de última geração da Apple. O
Mac OS X vem pronto para conexão a redes: detecta se você está conectando do
escritório ou fora dele – e conecta você automaticamente. E com a função
Instant On do Mac OS X, seu PowerBook G4 desperta de “sleep” em menos de um
segundo. A plataforma definitiva para o estilo de vida digital, o Mac OS X
funciona com a maioria dos periféricos atuais.
Além do Mac
OS X, o PowerBook G4 vem com as últimas versões do iPhoto, iMovie, iTunes e
iDVD (iDVD apenas em modelos equipados com SuperDrive).
O PowerBook G4 vem com uma
bateria de íon de lítio para até 4 horas e meia de trabalho e diversão,
dependendo da configuração do sistema e utilização.
A Gigabit Ethernet é integrada
nos modelos de 17 e 15 pol. do PowerBook G4 (Ethernet 10/100 no modelo de 12
pol.), assim como o modem 56K V.92 (muito interessante se o seu provedor
oferece suporte ao padrão V.92, já que ele permite que você coloque sua conexão
de internet em espera enquanto responde uma chamada telefônica).
Como milhares de usuários de
Windows que mudaram para Macintosh descobriram, o Mac se dá muito bem com PCs.
Você pode conectar seu PowerBook G4 a uma rede de PCs ou ao seu PC Windows em
casa (e na maioria das impressoras USB e scanners, assim como câmeras digitais
FireWire, camcorders e drives externos). Você pode compartilhar seus arquivos
.doc, .pdf, jpg, gif, tiff, MPEG, Windows Media, QuickTime, MP3, MIDI e CD
(cdda) com usuários de PC
Os novos modelos PowerBook G4 vêm
com suporte integrado para sinal de vídeo VGA, S-Video e Composto. E como a
saída VGA suporta duas saídas e espelhamento de vídeo, você pode estender sua
área de trabalho e espelhar seus projetos em um monitor ou projetor externo –
perfeito para apresentações e para exibir suas idéias. Você também pode mostrar
seus projetos multimídia em uma televisão de tela grande, graças à saída
S-Video: basta conectar sua TV na porta de vídeo com o adaptador de vídeo Apple
incluído, e você está na televisão.
E você pode
usar o adaptador opcional DVI para ADC para conectar seu PowerBook G4 17 pol.
ou 15 pol. em um dos maravilhosos monitores tela plana da Apple em segundos.
O disco rígido do PowerBook 17
pol. é afixado com borracha a uma moldura de magnésio, para garantir
resistência a impacto e proteger seus dados. E com tamanho de até 60 GB, há
espaço suficiente para todos os seus arquivos, MP3, filmes e muito mais.
Você vai
adorar saber que o novo PowerBook G4 17 pol. possui alto-falantes estéreo
embutidos, saída de headphone estéreo, entrada line-in estéreo e microfone
interno.
Com dois
PowerPC G4 1GHz, até 2GB de DDR SDRAM, dois slots 64-bit PCI de 66MHz (mais um
terceiro slot PCI/AGP combinado), duas entradas Gigabit Ethernet, Firewire, USB
e quatro baias Ultra ATA/100 Apple Drive Module, o prodígio da Apple em
configuração 1U (1 unidade padrão de rack, equivalente a 4,45cm) bate não
apenas seus competidores 1U, mas até mesmo muitos servidores 2U.
O Xserve vem com o Mac OS X Server, o sistema
operacional para servidores, baseado em UNIX, que traz para funções como,
memória protegida, multitarefa preemptiva, multiprocessamento simétrico,
gerenciamento avançado de memória e tecnologia de redes. No centro do Mac OS X
Server está a fundação industrial código-aberto chamada Darwin. Baseado no
microkernel Mach 3.0 e BSD UNIX, Darwin é a fundação sólida que dá ao Mac OS X
Server seu desempenho e estabilidade.
Não importa se você possui
clientes Mac, Windows, UNIX ou Linux - ou uma combinação deles - em sua rede. O
Mac OS X Server fornece suporte multiplataforma para compartilhamento de
arquivos nativo, assim como servidor web Apache e WebDAV, correio POP e IMAP, ftp,
servidor streaming QuickTime, DNS e DHCP. Windows, UNIX e Linux não recebem
tratamento diferenciado entre si, e gozam de todos os benefícios que os
usuários de Mac já conhecem bem.
O Xserve
também possui o Server Monitor, um aplicativo de monitoramento remoto que
permite a administração de seus servidores - seja máquina por máquina, ou
centenas de máquinas por vez - com a interface intuitiva e fácil de usar Aqua.
Você pode consultar tudo, desde a temperatura do sistema, operação das
ventoinhas, saúde do disco rígido e status da Ethernet até as condições da
alimentação elétrica. Luzes vermelhas, amarelas e verdes geram uma tradução
visual rápida da saúde de hardware, e a interface organizada em seções permite
acesso aos detalhes de cada subsistema de hardware com um clique.
O Xserve
elimina a maior despesa no orçamento do seu departamento: a taxa "por
usuário" que você é obrigado a pagar por usar software para servidores.
Como o Xserve vem com licença para clientes ilimitados do software baseado em
UNIX, Mac OS X Server, você pode servir milhares de usuários adicionais - sem
gastar milhares de reais adicionais em taxas de licenciamento.
O Xserve
oferece quatro drives hot-plug Ultra ATA/100 7200rpm (hd removível), e pode ser
configurado com até 480GB de espaço por servidor 1U - quase meio terabyte, e
mais que o dobro do seu concorrente mais próximo.
O Xserve 1U
permite que você empregue um formidável grupo de até 84 processadores PowerPC
G4 em um rack padrão 42U de 2,4 m, aproveitando da melhor forma o espaço útil
da sua sala de servidores ou data center (as unidades de servidores foram
projetadas para encaixe em racks padrão telco e quatro pontos, e já vem com
equipamento de montagem). Faça a conta: o duplo processador PowerPC G4 de 1GHz
fornece 15 gigaflops de poder computacional por 1U. Isso significa que 42
unidades Xserve em um rack 42U podem desenvolver incríveis 630 gigaflops de
poder de processamento.
Prefere governar seu reino
através de uma linha de comando? A porta serial permite que você utilize as
ferramentas de gerenciamento de servidor via console.
Profissionais
de vídeo digital que estão pensando em utilizar o Xserve como estação de
trabalho montada em rack podem encomendar unidades personalizadas. Você pode
aumentar a capacidade do seu Xserve instalando placas PCI (para conexão a
armazenamento SCSI e aparelhos de backup) nos slots de expansão. Possui três
slots de expansão, que acomodam placas PCI. E se encomendar sua unidade com uma
placa AGP 4X, seu Xserve virá com a placa instalada em um AGP riser que é
compatível com slot PCI.
A arquitetura
otimizada para servidor do sistema Xserve inclui os processadores PowerPC G4
1GHz, arquitetura avançada de memória, e sistema de grande largura de banda de
entrada/saída. E este hardware fica melhor com o Mac OS X Server, otimizado
para desempenho superior em sistemas Xserve. O processador G4 é projetado para
obter desempenho além do convencional. Possui unidade de ponto flutuante, a
unidade de processamento vetorial Velocity Engine, e habilidades de
processamento paralelo. Na verdade, um sistema com duplo processamento pode
executar até 15 bilhões de operações de ponto flutuante por segundo, ou 15
gigaflops.
Um rack de
2,4 metros completo com sistemas Xserve de duplo processamento pode gerar até
630 gigaflops de processamento.
O PowerPC G4
possui um pipeline curto de sete estágios, caminhos de memória de 128 bit entre
cache L1 e L2, e uma unidade de ponto flutuante capaz de executar cálculos
matemáticos com dupla precisão em um único ciclo de processamento. O PowerPC G4
também suporta prefetching (que melhora o desempenho buscando e colhendo dados
antes que eles sejam pedidos pelo processador), com até quatro fluxos simultâneos
de dados de 32 bit ‹ diferente do Pentium III, que só consegue movimentar
blocos prefetched de 32 bit.
O processador
PowerPC G4 melhora ainda mais a eficiência do Velocity Engine, uma assustadora
unidade de processamento vetorial paralela de 128 bit. Em aplicativos
projetados para aproveitar processamento vetorial, o Velocity Engine acelera o
processamento, executando uma operação em múltiplos blocos de dados ao mesmo
tempo. Ele processa dados em lotes de 128 bit, superior aos lotes de 32 bit ou
64 bit, convencionais nos processadores tradicionais. O suporte a Velocity
Engine foi integrado ao Mac OS X Server para turbinar o processamento de dados
de banda larga e tarefas matemáticas intensivas.
Xserve é o
primeiro servidor da indústria a oferecer dois processadores RISC em uma
unidade 1U. O processamento PowerPC G4 1 GHz duplo gera o poder computacional
de alta densidade para tarefas que exigem muito do processador. O Mac OS X
Server consegue este poder por meio de gerenciamento dinâmico de múltiplas
tarefas em ambos os processadores, permitindo que o servidor de duplo
processamento produza até o dobro, comparado a um sistema de processamento
simples. E já que o Mac OS X Server é multitarefa, os aplicativos de servidor
que utilizam serviços de sistema como compartilhamento de arquivos e rede
ganham um aumento drástico de desempenho quando rodam no Xserve de duplo
processamento.
Com DDR SDRAM
de alta velocidade permitindo acesso rápido a dados e código de aplicativos
(até cinco vezes mais rápido que a partir da memória principal), o cache L3 do
sistema Xserve possui um caminho de dados dedicado de 64 bit ao processador,
permitindo até 4 GB/s de taxa de transferência sem alteração de outras
transferências de dados.
O Xserve
maximiza a eficiência do seu poder de computação com uma arquitetura de memória
avançada: cache L2 disparada na velocidade máxima do processador, memória cache
L3 ultra-rápida dedicada, e memória principal Double Data Rate (DDR).
O Xserve tem
quatro slots DIMM, que aceitam memória padrão PC2100 DDR SDRAM. Esta memória de
alta velocidade realiza até duas operações de memória por ciclo de clock em 266
MHz ‹ um incrível barramento de 2,1 GB/s, o dobro daquele realizado por memória
Single Data Rate (SDR) usado em outros servidores. A memória pode ser ampliada
para até 2 GB, permitindo que você incremente a memória do seu servidor para
conseguir rodar diversos aplicativos consumidores de RAM ao mesmo tempo, e
acomodar picos elevados de demanda.
Os
subsistemas de entrada/saída do Xserve têm acesso direto à memória de alta
velocidade DDR ‹ permitindo que placas PCI e discos rígidos trabalhem mais
rápido, e liberem o processador do envolvimento com a transferência de dados.
Duas portas
Ethernet 10/100/1000BASE-T - uma na placa lógica principal, e uma na placa PCI
instalada no slot PCI/AGP - fornecem vasta largura de banda para rede.
Barramentos separados garantem taxa de transferência máxima para ambas as
portas.
Suporte
escalonável de entrada/saída atende às demandas de redes de alta largura de
banda e soluções de armazenamento.
O Xserve
possui dois slots PCI de 66 MHz e 64 bit, com fenomenal barramento de 533 Mb/s
‹ largura de banda ampla para aplicativos exigentes de entrada/saída e
conectividade em redes de alta performance e aparelhos de armazenamento e backup.
A placa
gráfica pré-instalada possui uma porta VGA para conexão a monitores VGA padrão
e switches KVM (teclado-vídeo-mouse). Suporta reinicialização a uma resolução
segura (800 x 600 a 60 Hz) e permite hot-plugging de um monitor ao servidor.
Se você é um
profissional de criação e planeja utilizar o Xserve como estação de trabalho
montada em rack, você pode encomendar um sistema com a unidade de processamento
gráfica ATI Radeon 8500 (com 64 MB de memória de vídeo DDR, suporte a dois
monitores, e conectores DVI, VGA e S-video) pré-instalados no slot AGP 4X.
Duas portas
na traseira e uma na frente permitem que você conecte aparelhos FireWire (IEEE
1394a), como unidades de armazenamento e máquinas de áudio e vídeo, com taxa de
transferência de 400Mbps.
Permitem a
conexão a teclado, mouse e outros periféricos.
Esta porta
serial padrão de 9 pinos permite que você acesse o sistema por um console
serial.
A Apple aumenta cada vez mais sua rede de negócios com Softwares que inclusive não estão restritos à plataforma Macintosh. Alguns deles, como QuickTime e Apple Works, são compatíveis com computadores Wintel. Os softwares da Apple que já vêem instalados nos computadores lhes dão a diversidade de uso que já faz dos Macs centrais digitais, uma tendência que a Apple está ampliando.
Além dos premiados softwares profissionais, alguns títulos foram criados para serem o centro do estilo de vida digital difundido pela empresa. São os chamados “softwares i”, voltados a pessoas que querem tratar e armazenar fotos, músicas, DVDs e filmes digitais.
Veremos agora estes softwares e suas principais características:
O sistema operacional de todos os computadores Macintosh. Elegante, estável e fácil de usar. Mistura características dos softwares Macintosh com os da Unix. O resultado é um sistema multi-usuário com memória protegida e mais estável. Além de rodar em várias línguas, o sistema é multitarefa, ou seja, executa tarefas ao mesmo tempo sem que uma ocupe mais o processador que outra e ainda suporta mais de um usuário. Apesar de estabelecer uma hierarquia entre os usuários cadastrados, oferecendo a possibilidade de determinar a “área livre” para cada um, o Mac OS X não deixa acessíveis a nenhum deles os arquivos de sistema.
Outra vantagem da plataforma Mac é ser totalmente “plug and play”, isto é, quando um periférico é instalado, o sistema automaticamente carrega o arquivo de extensão e quando o computador é desligado, ele descarrega o arquivo.
O mais avançado sistema operacional do mundo. Ele combina a sólida confiabilidade do UNIX com a facilidade de uso do Macintosh. O Mac OS X v10.2 vem carregado com mais de 150 atraentes novos recursos como o “iChat”, compatível com AOL, um aplicativo aprimorado de eMail. Este SO também apresenta o “QuickTime 6”, o padrão multimídia de última geração com suporte para vídeo MPEG-4. O Quartz Extreme, o acelerado hardware, totalmente composto por sistema gráfico, proporciona recursos 2D e 3D turbinados.
O Mac OS X v10.2 faz também com que a troca para o Mac pelos usuários Windows seja um simples estalar de dedos, oferecendo num apontar e clicar o compartilhamento de arquivos Windows, facilitando a conexão a PCs e servidores Windows. E uma grande notícia para clientes empresariais: este sistema operacional vem com interoperabilidade Active Directory e com uma rede privada virtual (VPN) baseada em PPTP, que permite aos usuários Mac conectar remotamente às redes associadas Windows.
“Rendezvous”, a revolucionária tecnologia que permite criar uma rede instantânea de computadores e dispositivos periféricos. O Rendezvous é a nova tecnologia de rede que usa o protocolo de rede IP padrão da indústria, e permite criar automaticamente uma rede de computadores, impressoras e outros dispositivos periféricos sobre Ethernet, AirPort, USB ou FireWire - sem ter que configurar manualmente drivers ou parâmetros. Por exemplo, quando você acrescenta o seu computador a uma rede, o Mac OS X descobre automaticamente as impressoras disponíveis que permitem Rendezvous da Epson, HP e Lexmark. Se você quer bater um papo no Rendezvous, encontre quais dos seus amigos ou colegas na sua rede local estão online, mesmo que você não saiba os seus nomes no IM.
Versão servidora do sistema Mac OS X v10.2, com poder industrial compatível com clientes Mac, Windows, Unix e Linux.
Suporta multiprocessamento simétrico, suporte para redes e padrões de segurança como IPV6, IPSec, SSL, SSH2.
Vem com a arquitetura Open Directory da Apple que permite o gerenciamento centralizado de recursos de rede utilizando o serviço de diretórios LDAPv3.
Possui também um pacote de serviços para a Internet baseado em padrões mais comuns, como por exemplo, o servidor Apache otimizado para hospedagem de alta performance de websites dinâmicos e seguros. O QuickTime Server, QuickTime Broadcaster, servidor de eMail POP / IMAP seguro e WebMail também estão incluídos neste pacote.
System 1.0
(jan.1984)
O primeiro sistema operacional do Mac ocupava exorbitantes 216K de memória, sendo que só o Finder ocupava 46K. Vinha com um driver de impressora ImageWriter e com os acessórios Alarm Clock e Calculator. Além do disquete do sistema, vinha outro com o programa Mousing Around, que ensinava como lidar com essa ferramenta revolucionária, o mouse.
System 1.1
(mai.84)
Upgrade que
teve como objetivo principal dar uma acelerada no sistema. Já havia um
proto-Startup Items (você podia fazer um programa abrir quando o Mac fosse
ligado), mas ainda não existiam funções óbvias como Shut Down ou New Folder
(havia sempre uma pasta vazia em cada disco, e sempre que você o renomeasse,
apareceria outra pasta).
System 2.0
(abr.85)
Finalmente
apareceram os comandos New Folder e Shut Down, ícones pequenos na lista por
nomes, um DA (Desk Accessory) chamado Choose Printer (o pai do Chooser) e o
comando Use MiniFinder (ancestral do At Ease). É dessa versão a capacidade de
arrastar um ícone de um disquete para o lixo para fazê-lo sair (anteriormente,
você tinha que dar o comando Eject Disk, e só aí arrastá-lo para o lixo).
System 3.0
(jan.86)
Foi lançado
junto com o Mac Plus e trazia um Finder mais rápido e eficiente. Pela primeira
vez trazia um cache de memória RAM e a capacidade de colocar uma pasta dentro
da outra, criando assim um sistema hierárquico (antes só existia um nível). Foi
o primeiro a utilizar um Installer.
System 3.1
(fev.86)
Upgrade que
trouxe mais bugs do que coisas boas.
System 3.2
(jun.86)
Apareceu para
consertar cerca de 30 bugs das versões anteriores e trouxe também uma versão
nova da calculadora, usada até hoje.
System 3.3
(jan.87)
Pequeno mas
importante upgrade, que trouxe ao Mac a capacidade de se ligar em rede usando
AppleShare.
System 4.0
(mar.87)
Trazia
consertos para alguns bugs e já não rodava no modelo original do Mac (o
Macintosh 128K).
System 4.1
(abr.87)
Vinha com o
AppleShare 1.1, que era necessário para a rede do Mac II e possibilitava a
utilização de hard disks maiores do que 32Mb!
System 4.2
(out.88)
Trazia pela
primeira vez o MultiFinder, que deixava você usar dois ou mais programas ao
mesmo tempo (multitarefa).
System
6.0.2 (set.89)
Não trazia
muitas mudanças. O System 6.0 tinha muitos bugs e foi substituído logo após o
seu lançamento. O System 6.0.1 teve tantos problemas que nunca foi lançado.
System
6.0.3, 6.0.4, 6.0.5, 6.0.7 (1990)
O System
6.0.3 vinha com o SE/30 e era o recomendado pela Apple para todos os modelos
mais recentes. O 6.0.4 era a menor versão do System 6.0 que podia rodar em um
IIci. O Mac IIfx precisava, no mínimo, do System 6.0.5, e o 6.0.7 era o
necessário para fazer o Classic, o IIsi e o LC funcionarem. Como você pode ver,
essa confusão de sistemas não é de hoje
System
6.0.8 (jan.91)
Última versão
do System 6, e única a funcionar em um LC II. Melhorou os drivers das
impressoras. Nessa época, o sistema já tinha o triplo do tamanho do original,
ocupando cerca de 600k.
System 7.0
(mai.91)
Foi o maior
upgrade até aquela data. Você precisava ter um hard disk e no mínimo 2Mb de RAM
em seu Mac para poder instalá-lo. Foi o upgrade mais traumatizante feito pela
Apple. Vários programas que rodavam no System 6.x não rodavam no System 7,
obrigando o usuário a fazer o upgrade não só do sistema, mas também dos
programas.
Mas o upgrade
valia a pena: além de um visual novo, trazia endereçamento de 32 bits (o que
possibilitava usar mais de 8Mb de RAM), o conceito de alias (réplica), um Apple
Menu que podia ser personalizado, o Application Menu, os balõezinhos de ajuda,
janelas e ícones coloridos, File Sharing, a pasta de Startup Items, o painel de
controle Views e o QuickTime. Além desses, várias coisas que são básicas para o
nosso dia-a-dia, como comandos de teclado para selecionar ícones e abrir e fechar
janelas, aquele triangulinho que aparece na frente dos folders na lista por
nomes, a habilidade de trocar ícones e um lixo que não esvaziava sozinho e
inexplicavelmente quando você desligava o seu Macintosh.
System
7.0.1 (ago.91)
Veio mais
para corrigir alguns erros da versão anterior. Trouxe consigo o painel de
controle Cache Switch, que tornava a série Quadra mais compatível com o
sistema, além de algumas mudanças para os PowerBooks (recém-lançados)
funcionarem melhor.
System 7.1
(jul.92)
Inaugurou a
era dos System Enablers, que eram complementos dos sistemas para os novos Macs
que apareciam no mercado. Sua maior mudança foi a introdução da pastinha Fonts.
Antes, o armazenamento de fontes no sistema era um samba do crioulo doido.
System 7 Pro (System7.1.1) (out.93)
Tentativa
fracassada da Apple de fazer um sistema para usuários corporativos e outro para
os home users.
System
7.1.2 (jul.94)
Era o sistema
que acompanhava a primeira geração de Power Macs. Apenas 10 a 15% do código do
sistema era nativo para o PowerPC.
System
7.1.2
Versão do
sistema 7.1 para Performas apenas. Não confunda com a versão 7.1P2, especial
para os Macs da série 630 (Quadras, LCs e Performas).
System
7.1.3
Sistema do
PowerBook 500. Trouxe consigo a
Control Strip.
System 7.5 (nov.94)
Macintosh Drag & Drop, QuickDraw GX e Apple Guide.
O resto das mudanças eram na maioria sharewares que a
Apple comprou e transformou em partes oficiais do sistema. Entre eles estavam o
WindowShade, o reloginho na barra de menu, um novo quebra-cabeça, PC Exchange,
Desktop Pattern, e o Find File.
System 7.5.1 (System 7.5 Update 1.0) (mar.95)
Conjunto de
patches para consertar alguns problemas do 7.5. Criou também uma nova função
para o botão de força do teclado, que passou a servir para restartar e desligar
o Mac.
System
7.5.2 (ago.95)
Sistema feito
para os Macs com barramento PCI (Power Mac 7200, 7500, 8500 e 9500) e para o
PowerBook 5300. Além de só funcionar nessas máquinas, trazia vários bugs e
incompatibilidades com programas já existentes.
System 7.5.3 (System 7.5 Update 2.0) (fev.96)
Veio para
salvar o Mac de toda a confusão dos sistemas anteriores, agrupando todos os
patches e enablers em um único sistema, eliminando assim várias extensões que
serviam para corrigir bugs. Introduziu também o Open Transport 1.1, o Control
Strip para todos os Macs e trouxe a grande virtude de não destruir os
comentários do Get Info depois de um rebuild no Desktop.
System 7.5.3L (fev.96)
Idêntico ao
7.5.3, mas adaptado para funcionar em clones de Mac.
System
7.5.3 Revision 2
Conjunto de
remendos para resolver alguns bugs do 7.5.3.
System
7.5.3 Revision 2.1
System apenas
para o Performa 6400.
System
7.5.4 (set.96)
A idéia era
fazer um sistema mais estável, mas na última hora foram descobertos alguns problemas
e seu lançamento foi cancelado.
System
7.5.5 (set.96)
Surgiu um dia
após o 7.5.4 e trazia algumas melhorias na estabilidade e no desempenho geral.
Sua grande vantagem era ser um sistema universal, que funcionava em qualquer
modelo de Mac.
System 7.6
(jan.97)
Prometido
como o último sistema antes da grande mudança de sistema do Mac OS 8, o System
7.6 nada mais é do que o System 7.5.5 com algumas versões de softwares
atualizadas, como o QuickTime 2.5, LaserWriter 8.4 com o Desktop Printing, QuickDraw
3D, Open Transport 1.1.1, OpenDoc 1.1, Cyberdog, além de um Extensions Manager
novo e de uma versão melhorada do Installer.
System
7.6.1 (mar.97)
Um conjunto
de remendos para os bugs que apareceram no System 7.6, mas que mesmo assim
gerou muitos outros problemas, que esperamos estarem resolvidos no Mac OS 8.
O Mac OS 8
não é o Rhapsody. Ele não possui as famosas características de "um sistema
operacional moderno", como multitarefa preemptiva, memória protegida e
multiprocessamento simétrico. Isso a gente só vai ver no ano que vem, quando a
Apple lançar o sistema operacional baseado no software que comprou da NeXT.
O Mac OS nunca
vai ter essas características, porque para isso seria preciso reescrever o
sistema, o que o tornaria incompatível com os programas atuais. Foi o que a
Apple tentou fazer com o Copland e não conseguiu.
Com o Mac OS
8, a Apple conseguiu modernizar o sistema operacional até os limites do
possível. Mapeou os erros de Tipo 11, ampliou a capacidade do Finder de fazer
várias coisas ao mesmo tempo e melhorou o gerenciamento de memória dos
aplicativos.
Na prática,
isso significa que o Mac OS está mais estável e mais rápido. Não tem
multitarefa preemptiva, mas e daí? Seu principal concorrente, o Windows 95,
tem, mas não tira total proveito dela. Enquanto existirem programas de 16 bits
no PC, o Windows 95 ainda corre o risco de travar por culpa de um aplicativo
mal-comportado. Já o MacOs é totalmente 32 bits.
Mas aí vem
seu amigo pecezista e diz: "ah, o problema do Mac é que ele não é
multitarefa", e asneiras do gênero. Bom, para tentar resolver esse
problema, vamos tentar explicar alguns conceitos.
Ora, o que dá pra dizer? É simplesmente o editor de
imagens mais avançado que existe. Na versão 6, mudam poucas coisas como: Agora
ele é carbon (compatível com MacOS X, pelo que diziam), e na ferramenta texto,
o Photoshop começa a inserir texto a partir de onde você clicou. Ele não abre
nenhuma janela para inserir texto, mas ele abra uma barra de propriedades da
fonte, como aquela barra de propriedades do DreamWeaver. Isso eu achei
meia-boca, Porque REALMENTE a janela de inserir texto era mais prática. Agora a
Adobe tá deixando a interface mais confusa.
Fora isso, mudaram poucas coisas como sempre. O
tutorial tá mais detalhado, vieram mais alguns plug-ins e é isso. Nada de mais.
Problemas:
As vezes tem de
deletar preferências antigas do PS para poder usá-lo.
Esse é um dos melhores editores HTML atualmente. Ele
tem de tudo, Cliente FTP embutido, Gerenciador de sites, a interface mais
amigável e tudo com fácil acesso.
Uma das coisas mais práticas é a barra de
propriedades que fica no fundo da tela. Para todo e qualquer elemento que é
selecionado em uma página, ela mostra propriedades específicas que você pode
acertar para um elemento. A barra que fica à esquerda é mais prática ainda,
permite que você insira elemento em sua página on-the-fly.
Para cada elemento também você pode acertar um
behavior (comportamento). Por exemplo, quando você passar o mouse por cima de
uma figura, trocar a imagem ou abrir uma janela informativa. Eles são
adicionados facilmente, basta apertar F8, clicar no + e adicionar um behavior.
Depois que você faz seu site, você gerencia o
conteúdo dele e faz upload via o gerenciador de arquivos dele, e pronto...
super fácil.
Roda em Macs fracos, basicamente qualquer PowerPC.
Problemas:
Só ficou utilizável depois de aplicar o patch para
DreamWeaver 3.01
É uma nova
versão de um dos maiores sucessos da Apple. O melhor reprodutor jukebox do
mundo. Com milhões de cópias de iTunes em circulação, este aplicativo ficou
famoso por permitir que todos ouçam música do seu jeito. A interface intuitiva
permite que você transforme CDs de música em MP3 rapidamente, crie listas de
repertório e grave CDs de música. O iTunes 3 vai mais longe, com formas ainda
mais criativas de organizar sua música com “Listas Inteligentes”, personalizar
sua coleção e carregar seu iPod com as músicas que quiser ter sempre a mão.
Este aplicativo encontra automaticamente o tipo de música que você pediu e cria
uma lista de reprodução personalizada – Listas Inteligentes podem até mesmo se
atualizar automaticamente à medida que você acrescenta músicas à sua coleção.
O iTunes
sincroniza automaticamente com o iPod, por meio de FireWire , em velocidades
altíssimas. Basta conectar o iPod a seu Mac com FireWire e, em 10 segundos,
baixar um cd inteiro de música. O iTunes 3 é o software da equação que permite
a você colocar 4 mil músicas e levar sua coleção inteira no bolso.
Você também
pode facilmente criar CDs e MP3 que podem ser reproduzidos em sistemas Mac e
PCs com Windows.
É um
aplicativo integrado, fácil de usar para importar, organizar, editar e
compartilhar fotos digitais.
Imagine que
você tirou muitas fotos em uma festa. Quando vai ver as imagens, muitas fotos
não estão tão vivas quanto você acha que deveriam. Talvez a luz esteja muito
forte ou muito fraca, ou talvez a pessoa esteja com o reflexo dos olhos
vermelhos. Não há problema: o iPhoto
vem com uma quantidade de ferramentas fáceis de usar para melhorar e
editar as fotos. O novo botão Enhance, por exemplo, permite a você corrigir
instantaneamente qualquer foto muita escura, muito clara ou sobreexposta.
Outras
ferramentas de edição permitem corrigir os olhos vermelhos e recortar fotos ou
até mesmo alterar fotos coloridas para preto e branco. E para acabar com as
manchas indesejáveis nas fotos você
pode usar a nova “varinha mágica” Retouch.
Você não
precisa carregar nenhum software para começar a usar sua câmera digital com seu
Mac. Com os drivers dos modelos mais populares das câmeras digitais já
integrados, você pode começar a fazer o download de fotos no momento em que
conectar uma extremidade de seu cabo USB na porta USB do seu Mac e a outra
ponta na sua câmera digital.
É um
aplicativo revolucionário de edição de vídeo que ajudou os usuários de Mac a
criar milhares de minidocumentários vistos pelo mundo afora. Com vários efeitos
visuais, você pode dar um toque de fina poeira sobre a cena que você decidir
utilizar. O iMovie também permite adicionar efeitos visuais como névoa e traços
fantasmagóricos ao seu filme em segundos. E além do mais você pode trazer suas
fotos digitais para a vida com documentários de impacto profissional usando os
efeitos. O iMovie permite importar registros de vídeo digital com um clique, e
separar automaticamente as cenas para você. Ele permite também que você
selecione as partes boas, jogue fora as partes lentas ou chatas, misture as
cenas conforme seu gosto e adicione som.
Além de
oferecer temas de menu desenhados profissionalmente com espetaculares efeitos
especiais, o iDVD 3 permite personalizar seus menus de DVD. Você pode acessar
suas fotos digitais, filmes QuickTime e músicas do aplicativo iDVD e torná-las
temas dos menus do seu DVD. O iDVD aplica efeitos especiais num instante para
integrar a sua mídia com o tema escolhido. Cada disco DVD pode armazenar até 90
minutos de filmes e milhares de imagens digitais. O codificador MPEG-2 no iDVD
3 e a arquitetura Mac OS X combinam-se para oferecer codificação em segundo
plano e gravação acelerada de DVD. E você pode continuar a usar o seu Mac
enquanto o iDVD prepara o seu DVD.
Software que
permite que você mantenha os dados sincronizados entre o seu iPod, Palm e Mac.
Resolve
conflitos de sincronização não importando quantos aparelhos digitais você
possua, mantendo suas informações sempre atualizadas e precisas.
Com
multitarefas preemptivas que significam que você pode trabalhar em projetos no
AppleWorks enquanto o iTunes converse sua coleção de CD, em segundo plano, e o
Mac ainda vai reagir positivamente. Com a memória do sistema protegida, mesmo
se outro aplicativo apresenta problemas, você não precisa se preocupar em
perder o trabalho ou ter que reiniciar o Mac, apenas aquele aplicativo é
afetado. O AppleWorks tem funções para processamento de textos, planilhas de
cálculos, criação e modificação de tabelas, pintura, desenho, apresentações e
bancos de dados. Você pode também trabalhar com documentos do Microsoft Word e
do Excel graças aos arquivos tradutores. A compatibilidade com o Microsoft Word
e com o Excel é possível graças ao MacLinkPlus, um poduto da DataViz, Inc. Usar
um modelo não significa que seu arquivos vão ficar parecidos com os de qualquer
outra pessoa. O AppleWorks tem mais de 50 fontes de qualidade profissional.
Assim, você pode personalizar os documentos e, como nem todos pensam apenas em
palavras, há um monte de Clip Arts para inserir em seus documentos e expressar
melhor e mais rapidamente suas idéias.
Player
multimídia que sempre esteve na vanguarda, tanto para Windows como para Mac, da
mídia digital e streaming.
Suporta, além
dos tradicionais, o codec MPEG 4 que é de alto desempenho e opera a grandes
taxas de transferência.
Vem também
com o novo formato de áudio AAC que é mais eficiente e permite maior
compactação que os antigos padrões como o MP3, sem perder a qualidade de CD
Software que
permite produzir e transmitir eventos ao vivo com altíssima qualidade, através
do forma MPEG4 compatível com o padrão ISO que faz com qualquer player que siga
este padrão esteja apto para receber a transmissão.
Possui
controle de estatísticas em tempo real que auxiliam a gerenciar a transmissão.
Interage com
o QuickTime Stream Server
Software que
permite a criação de apresentações de alto nível.
Importa e
exporta de e para os formatos PDF e QuickTime.
Possui
controle de rotação, redimensionamento, gráficos e transição suave de imagens.
Versão lite
do poderoso Final Cut Pro para entusiastas de Vídeos Digitais
É Otimizado
para o formato DV25: MiniDVD e DVCam ( NTSC ou PAL)
Poderosíssimo
Browser para Mac OS, permite que as mais complexas páginas sejam carregadas em
velocidades de tirar o fôlego, sendo em média 40% mais rápido que Internet
Explorer 5.2 da Microsoft.
Com divisão
de telas em tempo real, é a solução de gerenciamento de computadores para
educação, empresas e profissionais em viagem. Com ele você pode gerenciar
sistemas Mac a partir de qualquer lugar de sua rede ou da Internet, auxiliar
usuários com problemas e distribuir softwares . Ele pode reduzir custos
administrativos e aumentar a produtividade em qualquer ambiente. O Apple Remote
Desktop vem em duas versões: uma edição para 10 clientes, capaz de gerenciar 10
Macs, e uma versão para clientes ilimitados. Ela permite que você instale o
software cliente em um número ilimitado de computadores, em um único local e
gerenciar até 5 mil Macs de uma vez, em grupos de, no máximo, 250 computadores.
O suporte pode auxiliar indivíduos de forma rápida e fácil, visualizando monitores, tomando o controle de um sistema para consertar um problema ou mostrar a um usuário como realizar determinada tarefa. Pode também, renomear sistemas, verificar e consertar discos rígidos, conseguir relatórios de softwares que foram modificados e apagar aplicativos antigos.
Líder Mundial dos servidores de aplicativos WEB o WebObjects é perfeito para desenvolvimento e manutenção de aplicativos Internet, Intranet, Extranet e eCommerce.
Lançado em 1999 este servidor de Streaming Multimídia que utiliza a engine Real Time Transport Protocol / Real Time Streaming Protocol (RTP/RTSP) pode gerenciar até 4000 transmissões simultâneas de um único servidor, sendo ainda escalável podendo trabalhar com múltiplos servidores.
Teve recentemente incorporado a sua gama de recursos a compatibilidade com os formatos MPEG4 e MP3.
Seu código fonte aberto denominado Darwin Streaming Server proporciona grande versatilidade e portabilidade, estando disponível para as plataformas Linux, Solaris e Windows NT/2000.
Software de editoração de imagens e vídeos que, utilizando a Velocy Engine do G4, permite animações e efeitos de nível profissional sem a necessidade de placas adicionais. É uma ilha de edição completa em uma caixa de sofware.
Projetado para profissionais de criação, o DVD Studio Pro permite que sejam criados DVDs de qualidade profissional deixando em suas mãos o controle criativo que antes era dominado pelos magos do DVD.
Suporta também a codificação de MPEG.
Melhora ainda mais as habilidades de edição em 24fps ( frames /s ) do Final Cut Pro e ainda com suporte para listas de corte e listas de decisão de edição e vídeos de alta definição.
Trabalha também com películas de 16 e 35 mm.
Junte meia dúzia de nerds macmaníacos e pecezistas em volta
de uma mesa e batata! Rapidamente a discussão cai para o tema ''por que a minha
plataforma é melhor que a sua''. Como nem todo macmaníaco tem o dom da oratória
como um Rui Barbosa, um Antônio Carlos Magalhães ou um Tony de Marco, decidimos
rebater aqui as principais acusações feitas à nossa amada plataforma por
pecezistas pouco esclarecidos ou mal-intencionados.
É claro que, mesmo levando em conta o enfoque combativo e
patriótico deste comparativo, tudo foi feito com a objetividade característica
da Macmania. Sabemos que boa parte do nosso leitorado usa as duas plataformas e
é da Paz, repudiando qualquer tipo de guerra, mesmo entre sistemas
operacionais. Mesmo assim, não podemos deixar de fornecer alguns argumentos de
peso para os macmaníacos se darem bem nessas discussões.
A
minha plataforma é melhor que a sua!
Por mais que a Apple baixe o preço dos iMacs,
sempre vai haver um PC mais barato, com especificações de hardware (disco,
memória, CD-ROM) iguais ou até melhores. Isso acontece porque o PC tem uma
arquitetura aberta, o que permite às montadoras comprar componentes de diversas
procedências, pelo menor custo possível.
Só que esse barato sai caro para o consumidor
final não-nerd. Abrir a máquina várias vezes porque componentes refugados em
Taiwan pifaram é mole para escovadores de bits, mas para um dono ou dona de
casa significa uma sangria permanente de dinheiro em peças e mão-de-obra. Você
pode montar um PC na garagem, mas quando ele pifar, é por sua conta. E os PCs
de griffe não estão livres de problemas na qualidade da manufatura, área em que
a Apple tem se sobressaído com o uso de novos materiais e novas técnicas de
construção.
Uma vantagem do PC é que as montadoras não têm
que arcar com os custos de pesquisa e desenvolvimento do hardware e do sistema
operacional, como é o caso da Apple. Felizmente, ela já percebeu que o caminho
não é tentar brigar com os PCs no preço por megahertz ou megabyte. A grande
sacada do iMac é trazer algo que os PCs não têm (design inovador e facilidade
de ligar e sair surfando na Internet) por um preço competitivo. Os modelos topo
de linha (G3 e G4) oferecem uma performance imbatível para quem quiser pagar
por isso. O iBook é o primeiro computador a trazer uma tecnologia eficaz e
barata de comunicação sem fio. O novo iMac DV vem com portas FireWire,
permitindo a qualquer um editar vídeo em casa com qualidade digital, pronto
para ser veiculado pela TV.
Isso sem falar que os custos de propriedade,
manutenção e obsolescência são drasticamente menores no Mac que no PC. Ao
contrário dos PCs, que são eminentemente descartáveis, muitos Macs de seis ou
oito anos de idade não só ainda são úteis como nunca precisaram ir para o
conserto. Cerca de 80% dos Macs fabricados até hoje estão em uso.
A retrocompatibilidade dos programas também
existe. Softwares de até dez anos atrás ainda rodam sem problemas nas máquinas
atuais.
Não confunda disponibilidade de software nas
lojas no Brasil (que realmente é precária) com ausência de software. A grande
maioria dos programas pode ser baixada ou comprada pela Internet.
Não há um aplicativo significativo para PC que
não tenha versão no Mac. Atualmente, a maior lacuna existente é a falta de uma
versão oficial decente do ICQ, mas essa situação deverá ser reverter em breve,
graças a um acordo recente entre a Apple e a America Online, que comprou a
empresa criadora do ICQ. A situação dos games para Mac melhorou bastante nos
últimos tempos, graças à explosão do iMac. O Quake 3 Test até saiu para Mac
primeiro. Mas, de vez em quando, ainda somos obrigados a esperar que games de
sucesso no PC sejam lançados para Mac.
Outro fator que conta pontos a favor do Mac é a
possibilidade real de emulação do Windows. Se você precisar mesmo rodar alguma
coisa que só existe para Windows, o Mac tem excelentes emuladores de PC, com
destaque para o Virtual PC, que roda qualquer coisa criada para rodar em chips
Pentium. O PC tem emuladores de Mac, mas são toscos e incompatíveis com os
sistemas recentes.
É verdade, mas e daí? Até algum tempo atrás,
fazia sentido você dizer que o computador bom para ter em casa era aquele que o
seu vizinho tinha, pois qualquer problema era só bater na porta dele. Com a
Internet, isso mudou de figura. Mesmo sendo uma minoria quase insignificante
(3% do mercado brasileiro, segundo a própria Apple), os macmaníacos se
organizam em comunidades online.
Os usuários de Mac em geral são mais solidários:
por serem uma minoria, eles demonstram um senso de comunidade muito mais afiado
que o dos pecezistas e sempre têm boa vontade em ajudar os companheiros de
plataforma em dificuldades.
Somos uma minoria, sim, mas uma minoria que está
na vanguarda. A Apple inventa, a indústria de PC copia. Isso não vale apenas
para o Windows, que é 90% cópia do Mac OS. Vale também para o design do
hardware. Até o surgimento do iMac – simples, elegante e colorido – os
fabricantes de PC não se importavam em fazer coisas melhores que a surrada
"caixa bege cheia de fios", com exceção das caras workstations. Um
ano depois, toda a indústria de PC está querendo "inovar",
apresentando gabinetes escancaradamente chupados do iMac (e-One e ePower) ou
idéias simplesmente ridículas (o PC-puff da Intel). Para completar, estão
aparecendo PCs com portas USB no lugar das seriais, sem disquete e com rede sem
fio similar a AirPort, o que prova uma de duas coisas: a indústria de PC está
prestando muita atenção no que a Apple faz, ou seja, a Apple está fazendo a
coisa certa antes da concorrência.
A fidelidade dos usuários ao Mac é muito grande,
não só no ramo da informática, mas na indústria em geral. O próximo computador
de mais de 90% dos usuários de Mac é outro Mac.
Existe uma área em que o Mac
é maioria e o PC é minoria: as artes gráficas. A principal razão é que o Mac simplesmente
criou esse mercado. E até hoje o gerenciamento de cores do Mac ainda é muito
superior ao de qualquer outra plataforma, graças ao ColorSync, o que torna o
Mac fundamental no trabalho gráfico.
Até agora, era uma afirmação difícil de
comprovar, dependendo de benchmarks nem sempre reproduzíveis na vida real. Quem
usa o Office nas duas máquinas, por exemplo, diz que no Windows ele é mais
rápido que no Mac, o que não quer dizer muita coisa, posto que ele é feito pela
mesma empresa que faz o sistema operacional.
Mas agora, com o processador G4 não há discussão
sobre quem é mais rápido. Os pecezistas não conseguem acreditar que o G4 tem o
dobro da velocidade do Pentium III. Com razão, já que, na vida real, o G3 não
tem o dobro da velocidade do Pentium II, como a Apple divulgava. Só que está
comprovado que o G4 é o primeiro chip para computador pessoal a alcançar 1
gigaflop (um bilhão de operações em ponto flutuante por segundo). Quanto aos
chips da Intel e seus clones, qualquer um que já rodou as versões para Mac e PC
do Photoshop (programa que exige o máximo de qualquer computador) pode dar o
seu testemunho de qual funciona melhor.
Com a substituição do SCSI e do ADB pelo USB,
essa história acabou. Hoje você pode usar mouses, hubs, impressoras, joysticks,
Zips, scanners, câmeras digitais e uma infinidade de periféricos de PC no Mac,
bastando que eles tenham o driver apropriado (às vezes, nem isso).
Curiosamente, apesar de ter sido inventado pela Intel, o USB funciona melhor no
Mac que no PC, graças ao driver genérico embutido no Mac OS, que muitas vezes
dispensa o próprio driver do dispositivo, bastando plugar o dito e sair usando.
Discos rígidos, memória RAM e monitores de PC
também podem ser utilizados no Mac.
Até placas de aceleração gráfica, como as
Voodoo3 da 3Dfx, podem ser instaladas no Mac. A Apple continua com a política
de adotar padrões de mercado, como o barramento de vídeo AGP e saídas de vídeo
VGA.
Quanto aos upgrades de chip, eles são bem mais
caros no Mac, mesmo com os avanços que a Apple deu nessa área. Em compensação,
hoje é possível transformar em G3 mesmo os Power Macs mais antigos, lançados há
mais de cinco anos. Tente fazer isso com um PC Pentium 33 MHz.
Outra "crítica" comum dos pecezistas é
de que a interface do Mac é muito bonitinha, mas é uma caixa preta que não
deixa você realmente saber o que acontece no computador. Como se editar o
arquivo AUTOEXEC.BAT (para conseguir ajustes simples que, no Mac, são feitos
pelos painéis de controle) fosse uma coisa muito transparente.
Para esses, a resposta é simples: ResEdit e
AppleScript. Essas duas ferramentas gratuitas permitem um nível de automação,
personalização e fuxicação do sistema operacional que seria simplesmente
impensável no Windows. E tudo de um jeito muito fácil, visual e intuitivo – ou
seja, sem a menor graça para um hacker que adora decorar comandos arcanos.
É claro que tudo isso vai mudar. O Mac OS X,
segundo as promessas da Apple, unirá a robustez e confiabilidade do Unix (e sua
linha de comando) à interface amigável do Mac. Um sistema capaz de agradar aos
hackers e aos pokaprátikas. Será possível? Bom, só há uma empresa no mundo
capaz de criar algo assim.
O Macintosh, essa coisa
estranha
Usuários de PC que pegam num Mac pela primeira
vez chegam a achar o Mac mais complicado que o Windows. As principais queixas:
Um dos pontos unanimemente atacados pelos
pecezistas. Só que um botão é menos confuso para os não-especialistas, e o menu
contextual ainda existe, via Control-clique. Médicos afirmam que o mouse de
dois botões agrava problemas de tendinite.
No teclado! Se você tem a CPU embaixo da mesa,
por exemplo, por que se agachar para ligar uma chave? Todo Mac moderno tem um
botão no teclado para ligar e desligar. PCs de griffe também têm essa tecla;
portanto, não deveria ser de estranhar. Desligar o PC pelo menu Start é que é
de estranhar.
É preciso jogá-los na lixeira. Usuários de Mac e
PC concordam: usar o Lixo para ejetar discos é, no mínimo, estranhíssimo. O
principiante pergunta: "Mas, jogando o disco fora, eu não perco o que está
dentro dele?" É melhor usar os atalhos de teclado [Command][E] e
[Command][Y], que também ejetam discos.No Windows você sempre ejeta o disco
manualmente, apertando um botão, e a janela com seu conteúdo continua
estupidamente aberta na tela. Por alguma razão, muitos pecezistas acham isso
mais prático.
No PC aparece aquela tabela preta feia, mas
aparece, Para que você quer isso no startup? Melhor abrir o About This Computer
ou o Apple System Profiler quando der na telha.
O menu de programas e a paletinha de programas
do Mac OS mostram apenas os aplicativos correntemente carregados.
Pecezistas confusos usando o Mac dão Quit no
programa inteiro para fechar cada documento. Depois, reclamam que o Mac é lento
"até para abrir janelas". O normal no Mac OS é os programas ficarem
disponíveis mesmo sem terem documentos abertos, o que é mais lógico para
aplicativos grandes.
Muda sem aviso; os menus são muito parecidos uns
com uns outros Isso não é bug, é uma feature. A barra de menus mostra só os
menus do programa que está na frente; ninguém poderia clicar em menus de dois
programas diferentes ao mesmo tempo. Os menus são parecidos para que seja fácil
aprender programas novos baseando-se na experiência anterior – uma lei básica,
ignorada em vários programas para Windows.
Os PCs deixarão de ter disquete em questão de
meses.
As combinações de teclas com [Option] para
digitar letras acentuadas no Mac são intragáveis para muitos pecezistas, os
quais podem "catar milho" teclando os acentos e letras separadamente,
como em uma máquina de escrever. Em compensação, os caracteres especiais são
mais acessíveis no Mac. No Windows, você tem que digitar [Alt] seguido de três
algarismos decorados, ou apelar para uma esdrúxula tabela de caracteres. No
Mac, os caracteres especiais são obtidos por combinações de [Option] com as
outras teclas e podem ser vistos no Key Caps, que mostra o mapa do próprio
teclado.
Essa é uma falha grosseira da Apple, mas o site
da Macmania tem para download um layout de teclado "salvador da
pátria", que muda a tecla [Clear] para Delete para frente no iMac.
No mundo PC há muitas marcas para escolher,
maior variedade de software, preços mais baixos e assistência técnica mais
difundida.
Muitos gerentes de sistemas de empresas não
querem nem considerar a possibilidade de terem Macs misturados ao seu parque
instalado de PCs. Você pode até ter um Mac em casa, mas vai ser difícil ter um
no trabalho se não for publicitário ou artista gráfico.
Embora o Mac seja uma plataforma espetacular
para games, é limitado em títulos disponíveis. Você pode achar um bom game para
PC à venda no jornaleiro da esquina. Pode ser que o mesmo game simplesmente
nunca seja lançado para Mac.
Para telas pequenas, os botões de maximizar e
minimizar janelas do Windows são melhores que os botões de zoom e persiana do
Mac OS.
São melhor implementados, desde a facilidade de
acesso (via clique-direito) à enorme variedade de subcomandos, disponíveis em
qualquer programa.
É editável arrastando-se os itens diretamente
dentro dele; cada programa instalado coloca nele um atalho automaticamente, o
que o torna um bom lançador de programas.
É feia, mas funciona. No Mac OS não há meio de
pular direto de uma janela de um programa para certa outra janela de outro programa.
Para os incontáveis usuários que precisam fazer dez coisas ao mesmo tempo, o
método da Taskbar é melhor
Sistema mais compacto (o Mac OS 8.5 ocupa 160 MB
de HD; o Windows 98 Second Edition, 229 MB)
Centenas de modificações do sistema são
disponíveis na forma de extensões e painéis de controle de terceiros
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Seletor de cores incorporado ao sistema
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Rede sem fio AirPort
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Fazer capturas de telas é mais fácil
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Control Strip
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Síntese de fala embutida
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Final Cut Pro
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iMovie
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Sincronização automática do relógio interno
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Facilidade para mudar a configuração da Internet
Até recentemente, os pecezistas tinham um monte
de desculpas para não considerar o Mac uma plataforma viável. Elas diminuíram
muito, mas algumas pedras permanecem no sapato:
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Fazer home banking com bancos que oferecem serviços não
disponíveis pela Web no Mac ou usam programas proprietários, como o Itaú e o
Citibank
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Aplicações altamente especializadas, como redes de caixas de
supermercados etc.
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Aplicações críticas, como sistemas de controle industrial,
baseadas em programas de PC desenvolvidos há anos e que dependem de algum
periférico especial
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AutoCAD, Maya, 3D Studio, Access e alguns outros softwares
só existem para PC e não é exatamente esperto rodá-los via emulação no Mac
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Não dá para emular no Mac programas que precisam de chave de
hardware (dongle) nem usar periféricos específicos, só disponíveis para PCs,
como as multi-máquinas da HP (que combinam copiadora, impressora e fax)
Não convenceu?
Com a Apple
esta na crista da onda, é bom estarmos sempre prontos para mostrar às pessoas
por que o Mac ainda é a plataforma mais bacana que existe.
Você pode
dizer: "Mas quem tem que vender os produtos é o fabricante, não os
usuários."
É verdade. Mas
a Apple sempre foi uma das poucas marcas que inspiram tal admiração nos seus
consumidores que eles mesmos fazem a "evangelização" dos novos
usuários. Isso atualmente só acontece com um outro sistema operacional: o
Linux.
À parte as preferências pessoais e as necessidades de aplicações
específicas, não existe um motivo indiscutível para preferir o Mac ao PC. A não
ser que você faça como nós fizemos: leve em conta o efeito cumulativo de uma
porção de detalhes que contribuem para uma grande diferença ( O Mac da show ).
Senão, só lhe restarão os motivos subjetivos de sempre, como "o Mac é mais
elegante", que não convencem ninguém.
http://www.zaz.com.br/macmania/index2.htm
http://planeta.terra.com.br/informatica/conexao/macintosh/macintosh.htm
http://planeta.terra.com.br/informatica/conexao/macintosh/historia_do_mac.htm
http://www.pucrs.br/famecos/cyberfam/cb36/curi3.html
http://orbita.starmedia.com/~cobit/materias/mac_hard.htm