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ENTRADA DE ANO DA LU
Era dia 31 de dezembro de 2003, eu estava sozinha em meu apartamento no 9º andar. Como é terrível ver todos comemorando à sua volta e não ter ninguém com você. Eu havia terminado um namoro dois dias atrás. Estava triste, sem vontade pra nada. Eram 22:30h, resolvi então encher a banheira com uma água bem fresquinha, colocar sais, espuma e passar o Ano Novo assim, bem cheirosa.
Meu banheiro tem portas grandes de vidro que se abrem para a sacada do prédio, assim posso olhar a cidade enquanto tomo meu banho. Abri as portas, coloquei ao lado da banheira um champanhe para a comemoração. Apaguei as luzes deixando apenas as luzes azuis baixas, perto da banheira.
Despi-me e mergulhei na água deliciosa, fresca, afundei na água e coloquei os pés: um de cada lado da banheira, deixando as pernas bem relaxadas e abertas.
Liguei a hidromassagem e fiquei ali sentindo o jato massagear todo o meu corpo. Por estar com as pernas abertas, um jato ficou direcionado bem no meio de minhas pernas e foi me deixando com um tesão absurdo.
Fechei meus olhos e comecei a massagear com as mãos os biquinhos dos meus seios que estavam rijos e pontudos. Passei a mão em torno dos seios, segurei-os, juntei-os com as mãos e admirei a sua beleza. O tesão ia aumentando a cada momento e minhas mãos desceram entre os seios e alisaram minha barriga chegando até o meu centro de prazer. Toquei minha xaninha com vontade, senti os raros pelinhos que ficam sobre ela e procurei no meio dos meus grandes lábios: senti meu clitóris inchado, todo pra fora e ao tocá-lo não resiste e soltei um gemido alto que parece ter ecoado em todo o prédio e no vizinho também.
Acalmei-me e olhei para o prédio da frente, estava tendo uma tremenda festa por lá e cheio de gente. Na sacada haviam alguns pares de namorados se amassando e percebi que olhavam cheios de desejos para mim e se tocavam.
Fingi nada ter visto e puxei meu pé, dobrando o joelho, levei meu dedão até minha boca e mordi, lambi, chupei. Consegui ver um dos homens soltar sua companheira, colocar seu grande pau pra fora e começar a alisá-lo. Sua companheira se prostrou de joelhos e começou a lhe chupar com fome. Enquanto eu chupava meu pé ela lhe chupava o pau e suas bolas, alternando com uma punheta muito bem feita.

Foi delicioso ser a musa do sexo daqueles casais, ao lado do casal acima havia um outro que colocou sua parceira sobre uma mesinha e, sentado, lhe chupava toda a xoxota e penetrava seu ânus com o dedo. Foi uma festa de prazer e eu fui me acendendo ainda mais.
Sai da banheira peguei meu pênis de silicone de 22 cm, sentei-me na beirada da banheira com as pernas bem abertas, comecei a passar o pau sobre a minha bocetinha, que estava inchada, ao menor toque me fazia gemer de prazer. Resolvi então enfiar o pau todinho nela, que delícia, me senti realmente penetrada por um pau de verdade e não agüentei de prazer, enquanto enfiava ele todo, minha outra mão acariciava meu grelinho, que a esta altura estava para explodir.
Do outro lado os casais pegavam fogo, consegui visualizar uma mulher de quatro no chão e o homem a penetrar-lhe com violência, ela gritava de prazer e dor ao mesmo tempo. Vi um outro casal que, sentados, assistiam-me e trocavam carícias íntimas, ela segurava o pau e fazia movimentos rápidos, rítmicos, enquanto ele massageava a bocetinha dela com os dedos.

Era uma visão de enlouquecer, acho que ao todo deviam ser uns 7 casais, em dado momento, eu, já não agüentando de tesão fui até perto da mureta e, alisando o meu grelinho gritei meu gozo bem alto, como se fosse um animal, urrava e esfregava minha xoxota na base roliça da mureta de ferro entre minhas pernas.
E assim dei um VIVA para 2004, completamente nua com metade do corpo fora do prédio e gozando alto pra todos ouvirem, como uma loba faminta.
Quanto terminei meu ato solitário, os casais do outro lado gritavam Vivas e batiam palmas.
LU
ALBUQUERQUE® |