Colegas de Escola (Por Caio)


Meu nome é Caio e vocês já devem ter lido uma das nossas aventuras contada por minha doce Maria no conto "Colegas de Escola". Resolvemos contar mais uma das nossas aventuras. Após aquela noite de reencontro, passamos a namorar. Marcus, nosso companheiro de sacanagem teve morar em outra cidade e logo eu e Maria passamos a ficar juntos. Depois de três meses de namoro, eu já estava completamente louco de paixão por aquela mulher. Passamos todo o
tempo possível juntos. No nosso aniversário de namoro, quando completamos 4 meses, fiz uma surpresinha para minha paixão. Liguei para ela e disse que nossa comemoração seria num motel. Marcamos na casa dela. Quando cheguei lá, que visão maravilhosa. Maria estava simplesmente deliciosa. Com um vestidinho preto curtinho e muito sensual, mas discreta e elegante como
sempre. Seus olhos brilhavam e seu corpo estava quente, como se estivesse advinhando a noite que preparei para ela. Antes do motel, fomos jantar. O restaurante estava vazio, poucas mesas ocupadas, um clima delicioso de meia luz. Sentamos juntinhos, e depois da sobremesa ficamos nos beijando, nosso tesão começou a surgir... eu já tava de pau duro só de sentir naquela boca
deliciosa roçando na minha. Disse que queria aquela bocetinha no restaurante mesmo. Ela ficou doidinha quando disse isto. Levantou e foi ao banheiro. Paguei a conta e fui atrás da minha deusa. O banheiro do restaurante ficava fora da área das mesas, aproveitei que estava bem deserto e entrei. No banheiro, vi Maria sentada sobre o balcão, me olhando. Tranquei logo a porta
e apaguei as luzes. Fiquei de frente pra ela, entre suas coxas e fui tirando o vestido, vendo aqueles peitos não resisti e fui logo chupando, ela me segurava pelos cabelos e gemia bem baixinho. Fico maluco quando uma mulher geme assim. Sugava aquelas tetas e fazia minha gata gemer. Enquanto isso colocava o dedo na sua xaninha molhada, sem tirar a calcinha. Quando ela já
estava prestes a gozar, comecei a foder minha puta com o dedo bem rapidinho, mordia seu pescoço, beijava sua boca, lambia cada pedacinho daqueles biquinhos duros, Maria gozou muito, deixando minha mão toda lambuzada daquele mel gostoso. Nos arrumamos e fomos pro carro e direto para o motel. Ao chegar, vendei os olhos e tirei toda a sua roupa e a minha. Liguei o som,
e apaguei as luzes, deixando apenas a da área externa acesa. Começamos a nos beijar e ela ainda com os olhos vendados, morrendo de curiosidade para ver o ambiente. Fomos para o banheira, pedi para ela ficar de pé. Voltei para o quarto e abri a porta, Marcus esperava do lado de fora. Ele entrou e quando viu Maria nuazinha na banheira, tirou a roupa rapidinho. Entramos os dois e
ela não tinha percebido até então. Começamos a beijar seu corpo e ela disse: Amor, quem está aí? É o meu Marcus? E ele foi direto na boca da minha gata e calou-a com um beijo longo e cheio de tesão. Maria sorria, duas bocas e quatro mãos lhe atacando. Demos um banho delicioso nela, meu caralho já tava duro e doido pra meter naquela bucetinha ensopada. Meu tesão aumentava de
ver ela vendada com dois machos ao seu redor. Nos enxugamos e levamos Maria no colo pra cama... Enquanto Marcus no observava, eu fodia aquela buceta como ninguém, deixava só a cabeça na portinha e depois metia tudo de vez, arrancando-lhe gemidos e gritos de tesão. Maria tirou a venda dos olhos e ficou olhando para Marcus que a essa altura já batia uma punheta gostosa vendo nós dois. Comecei a aumentar o ritmo das estocadas, olhava aquela bucetinha inchada, toda meladinha, sendo fodida, gozei muito, deixando minha puta toda melada com minha porra quente, que escorria pela aquela coxa. Dei um beijo bem demorado nela e fui saindo da cama, Marcus veio e beijou todo o corpo da minha deusa. Maria levantou e foi andando até uma mesa... debrussou e pediu pra Marcus: Vem comer a minha bundinha, seu vagabundo. Marcus olhou pra mim, sorriu e foi atrás daquela danada. Colocou o pau por trás na buceta
e o deixou bem lubrificado, segurou seu pau com a mão e foi pincelando o cuzinho dela, de uma vez só meteu todo, Maria gritou e logo depois começou a rebolar naquela vara enorme. Marcus a segurava pela cintura e com a outra mão bolinava sua buceta. Ela empurrava sua bunda contra Marcus, gemendo, e ele falava, rebola, puta safada, vou te enrabar até você desmaiar de tesão.
Maria já não aguentava mais... se debatia... pedia para ele parar... gemia... gozava... queria ver minha puta enlouquecer com ele, enquanto eu observava tudo loucamente. Marcus encheu o cuzinho dela de porra, e saiu de perto. Peguei-a nos braços e levei para o chuveiro. Ficamos agarrados, nos tocando e beijando debaixo d'água, Marcus veio depois, e novamente demos
outro banho nela. Cada um com um sabonete na mão, passando pela buceta, pela bunda, lambendo cada um os seios dela. Maria saiu do chuveiro e sentou na borda da banheira, e nos colocou em sua frente. Começou a beijar nossos caralhos, segurava um com cada mão, passava a língua, punhetava com a mão, e nos chupava ao mesmo tempo. Marcus começou a gozar antes de mim, Maria colocou aquele caralho enorme na boca e engoliu toda a porra... com uma cara
de safada e sorrindo. Depois foi minha vez, me chupou bem forte, e engoliu tudo, não deixou nem uma gotinha escapar. Marcus ajoelhou e começou a chupar sua bucetinha enquanto eu a beijava na boca e nos seios, fizemos Maria gozar muitas vezes, só com a língua.
Depois nos despedimos e Marcus foi embora. Levei Maria para minha casa e ficamos juntos toda a madrugada e manhã.


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