Carla, minha irmã. (by Ric)
Quando eu tinha 16 anos, passava o dia
sozinho com minha irmã e nossa empregada, pois meus pais
trabalhavam fora. O fato ocorreu numa segunda feira em que eu
havia saido do colégio mais cedo e cheguei em casa antes do
horário de costume. Entrei e subi para o meu quarto, mas para
isso tive de passar pelo quarto de minha irmã ( Carla, 17 anos
na época ). Como a porta estava aberta, olhei para dentro e
encontrei minha irmã ajoelhada de frente para a cama chupando a
pica de um amigo dela. A cena me excitou e meu pau ficou duro na
mesma hora. Quando eles me viram, ela parou assustada e ele
vestiu a calça, levantou e saiu correndo sem dizer nada. Carla
começou a me pedir para não contar aos nossos pais, mas como
ela sempre me entregava quando eu fazia besteira, eu disse que
contaria, que não haveria jeito. Ela implorou para que eu
ficasse quieto, me ofereceu o dinheiro da mesada dela, disse que
nunca mais me entregaria... Como eu não acreditava nisso, disse
que já estava decidido, e que ela levaria uma bronca como eu
sempre levava. Ela estava desesperada quando sugeriu: 'e se eu
fizesse o mesmo com você, você ficaria calado?' Aquilo me
deixou um pouco perdido, mas um bocado excitado. Eu esbravejei:
'você acha isso certo, Carla?' - recusando a ação. Mas ela
notou que meu pau estava duro e falou que sabia que eu ia gostar.
Me sentou na cama e ficou em pé na minha frente, começando a
despir-se. Primeiro a blusa, depois a calça, as meias, o sutiã
e finalmente a calcinha. Meu pau estava quase saltando da calça
de tão excitado que eu estava vendo a bucetinha raspada de minha
irmã. Ela então veio até mim, tirou minha camiseta e me deu um
beijo na boca. Eu desviei a cara, mas a ouvi dizer: 'agora que
já começamos, deixe rolar'. Como eu não sou de me agüntar, me
entreguei ao prazer e respondi àquilo com um longo beijo de
língua. Ela tirou meus tênis, meias e calça, deixando-me só
de cueca. Voltou a me beijar e ficou acariciando meu pênis por
fora da cueca. Falei que queria que ela me chupasse, como estava
fazendo com o amigo. Ela nem hesitou, abaixou minha cueca e
agarrou meu pau com força. Passou a me masturbar enquanto falava
que queria me ver gozar na boca dela. Ajoelhou na minha frente e
lambeu meu pau desde a base até a ponta da glande, deu umas
lambidas nesta e começou a me chupar. Começou a subir e descer
sua boca pelo meu pau me levando à loucura. Como ela chupava
gostoso. Carla ficou me deliciando com aquele boquete por uns
cinco minutos, até que eu gozei na boca dela. Ela levantou, foi
até o banheiro e cuspiu na pia. Voltou para o quarto e pegou
suas roupas com a intensão de vestir-se. Eu a agarrei por trás
e disse que uma vez começada a sacanagem, teríamos que
terminá-la. Deitei-a na cama e passei a chupar sua buceta que,
apesar de não ser mais virgem, era bem apertadinha. Lambia com
um cão e arrancava gemidos de prazer de minha irmazinha vadia.
Chupei, lambi e mordisquei os lábios de sua vagina, fazendo
Carla gozar na minha boca. Ela virou-se e fizemos um 69. Meu pau
voltou a ficar em ponto de ação e eu disse que iria comê-la.
Deitei-a na cama, fiquei em pé e coloquei suas pernas roliças
para cima, cruzando-as sobre meus ombros. Encostei a cabeça de
meu pau na entrada de sua grutinha e fiquei pincelando, só para
provocar. Como sabia que ela tomava pílulas, nem me preocupei em
colocar camisinha. Comecei a enfiar a cabeça do meu pau na sua
xana e ela passou a gemer como uma puta. Enfiei tudo e comecei a
mexer, fazendo um vai e vem bem rápido, com estocadas fortes.
Minhas bolas batiam no cuzinho dela. Abri as pernas de Carla,
segurando-as no ar, formando um V. Mexi cada vez mais rápido,
até que gozei novamente, jorrando toda minha porra dentro
daquela bucetinha. Deitei por cima dela e dei um longo beijo na
boca dela. Saí da cama e sentei na cadeira da escrivaninha,
observando minha irmã ainda deitada com as pernas escancaradas.
Ela falou: 'agora é minha vez de gozar'. Voltou a chupar meu
pau, até que ele endureceu novamente ( não tão duro como
antes, mas o suficiente ). Aí ela, de frente para mim, sentou no
meu colo, deu uma levantada e encaixou meu pau de novo na sua
buceta. Eu passei a chupar-lhe os peitos, enquanto ela cavalgava
na minha pica. Ela cavalgou feito uma profissional, indo até a
beira do meu caralho e sentando devagar. Deu uma parada, começou
a rebolar cada vez mais rápido e gozou. Ela saiu de cima e eu
disse que queria gozar no cuzinho dela, mas ela disse que nunca
tinha dado o rabo e que não daria pra mim. Eu ainda não tinha
gozado, então aceitei em terminar comendo a bucetinha dela mais
uma vez. Levantei, encostei ela na parede e levantei uma de suas
pernas pela coxa, e com a outra mão direcionei meu caralho pra
sua xota e enfiei tudo de uma vez. Ela deu um gritinho, mas eu
não parei. Precionei Carla contra a parede e levantei sua outra
perna, tirando minha irmazinha gostosa do chão. Fiquei segurando
Carla por debaixo das coxas e fui estocando cada vez com mais
força pois estava morrendo de tesão. Carla gritava de tanta dor
e prazer que eu resolvi colocá-la no chão, com as pernas
abertas. Novamente encaixei meu pau na gruta de minha irmã e
enfiei com força, e ela voltou a gritar. Comecei então a mexer
bem devagar, mas rigorosamente, até que nós dois gozamos juntos
pela última vez. Infelizmente, nunca mais comi minha irmã; mas
ela falou pras amigas que eu tinha um pinto gostoso e nos meses
seguintes transei mais que profissional.