Minha doce prima Ariel. (by Ric)


Por toda minha infância ela esteve ao meu lado. Minha doce prima Ariel. Ela era pouco mais de dois anos mais velha que eu, mas não se importava com isso. Além de prima, ela era minha amiga inseparável. Mas aconteceu de seus pais se divorciarem e ela teve de morar com a mãe em outra cidade. Anos se passaram até nosso reencontro. Este aconteceu quando eu fiz 16 anos e a convidei para minha festa. Ela resolveu vir e aproveitar para passar alguns dias. E é aí que começa minha primeira aventura sexual. Estávamos na minha festa, dois dias depois de meu aniversário, e ela falava por nós dois. Conversamos madrugada a dentro, até que ela me pediu para dar uma volta com ela. Enquanto andávamos, ela me falava sobre como sentiu saudades e que precisava de algo para lembrar de mim quando voltasse pra casa. Foi quando, inesperadamente, encostou-me na parede e começou a me beijar. Eu não sabia se aquilo era correto, mas não consegui resistir à tentação. Ela era magra, de pele alva e cabelos negros, peitos médios  e uma bundinha arrebitada com nádegas macias porém firmes. Fiquei beijando minha prima por mais de uma hora, até que resolvemos voltar para minha casa. No outro dia, acordei com Ariel avisando-me que meus pais haviam saído para almoçar na casa de nossa avó e que deveríamos aproveitar o dia quente para curtir a piscina. Quando desci, ela já estava de biquini. Após alguns mergulhos, ela perguntou-me se não deveríamos nadar pelados. Gelei. Tornou a perguntar e eu permaneci calado. Ela disse: 'se você não quiser, tudo bem. Pode ficar só olhando'. Ela então revelou seu corpo por trás daquele pequeno traje e eu não consegui controlar minha excitação, ficando imediatamente com o pênis ereto. Ariel virou para mim e perguntou se tudo o que eu queria era ficar olhando. Resolvi agir. Abracei-a e comecei a beijar sua boca. Deitei-a em em colchão inflável que estava fora da piscina. Vagarosamente fui distribuindo meus beijos por seu pescoço, seios, barriga e coxas até alcançar sua vagina. Beijava os lábios da vagina como antes tinha feito com os da boca. Ela gemia de prazer. Resolveu retribuir e me fez sentar em uma cadeira. Ajoelhada em frente a mim começou a me chupar, descendo e subindo sua boca quente por minha pica, masturbando-me com a língua. Me chupou até que gozei em sua boca. Carreguei-a para dentro de casa e a deitei no tapete da sala. Voltei a chupar sua vagina enquanto meu falo se preparava para o próximo ato. Alcancei minha carteira e, de lá, retirei uma camisinha, a qual usei para protejer meu pênis já ereto. Ela abriu as pernas e então comecei a penetração. Talvez devagar demais, por inexperiência, mas os movimentos foram tomando velocidade e, em um vai-e-vem frenético, fiz minha prima gozar. Ela falou: 'quer comer minha bunda? Vai ser o primeiro'. Não tive dúvida: tirei meu pau da vagina e comecei a enfiar sua cabeça naquele cuzinho cor-de-rosa, bem devagar. Ariel pediu mais. Enfiei tudo de uma vez fazendo minha prima soltar um urro que mesclava prazer e dor. Comecei a movimentar-me bem rápido, Ariel não parava de gemer. Ficou de quatro para facilitar a penetração. Como era gostosa aquela bundinha... Não demorou muito e eu gozei novamente. Meus pais chegaram pouco depois, o que inibiu qualquer tentativa de prorrogação de nossa aventura. Mas isto não poderia acabar assim. Quando todos foram dormir, fui ao quarto de hóspedes, mas minha prima já dormia. Isso não conseguiria conter meu tesão. Comecei a acariciar os seios de Ariel, levantei a camizola dela e comecei a chupá-los. Só quando eu tentava tirar sua calcinha ela acordou, já toda molhadinha. Ela virou-se e começamos um 69. Ela me chupou até meu pau ficar duro como pedra. Estava a ponto de gozar e resolvi comer aquela bundinha mais uma vez. Lambi o cuzinho de Ariel e ela logo entendeu o recado. Me deitou e encaixou minha pica em sua bunda. Cavalgou como uma amazona até me fazer gozar. Voltei para meu quarto e quando acordei no outro dia, Ariel já havia ido embora. Hoje, 5 anos depois, e com muitas experiências vividas, fico torcendo para que minha doce prima volte a me visitar.
 

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