Jardim das Acácias II
Nada vejo por essa
cidade. Que não passe de um lugar comum
Mas o Solo é de fertilidade
No jardim dos animais em jejum
Esperando alvorecer de
novo
Esperando anoitecer pra ver
A claraza da 8º estrela
Esperando a madrugada vir
Eu não posso com a mão
retê-la
E eu não passo de um rapaz comum
Como e corro, trafego na rua
Fui graveto no bico do anum
Vez em quando sou dragão
da Lua
Monentâneo alienígena
A formiga em viva carne crua
Perecendo e naufragando no mar!
A papoula da terra do
fogo
Sanguessuga sedenta de calor
Desemboco o canto desse jogo
Como a cobra se contorce de dor
Renegando a honra da
família
Venerando todo ser criador
No avesso de um espelho claro
No chicote da barriga do boi
No mugido de uma vaca
mansa
Foragido como Judas em paz
A poessoa que você mais ama
No planeta vendo o mundo girar.