E o timing foi crucial. Eu estava de mudança pra casa
do Rodrigo (pois é, “casamos”! Tsc! O
mundo vai acabar...), era
Carnaval e o namoro do DJ tinha ido pras
cucuias – momentaneamente.
O universo definitivamente conspirou, portanto não tenho a menor
intenção de me arrepender do que fiz.
Eu costumava comentar com a Ana que sempre sentia uma vibe estranha
vindo dele. Como se algo sempre estivesse emperrado entre
nós dois. Cada oi parecia um parto, esquisitíssimo.
Bom, e quanto ao “mais forte que qualquer outro chifre” digitado
lá em cima? Putz, isso está me corroendo. Não sei,
não sei, não seeeeei o que houve.
Não consigo explicar a não ser por uma
onomatopéia: BUM!
Como um furacão categoria 2 (c’mon,
sem glamourizar!), não destruiu tudo pelo caminho mas causou aquele
estrago complicado.
Desde então me mudei com o
namorado, ele voltou pra namorada,
tomamos nosso rumo (e continuamos juntos).
Está ok
assim, não estou reclamando.
Dia desses me ligou de madrugada, no meio de uma festa, ele botando o
som. Fiquei tão consternada com o que ele me falou aos berros
(foi besteira – e por isso mesmo foi tão histérico) que
não consigo mais parar de pensar nele.
Aline
confessa às...