EaD e TIC na transição paradigmática

 

        O dinamismo, caracterizado pela crescente evolução da informação e da tecnologia, provoca mudanças no mundo e no âmbito da educação. Por isso a profª. Elsa Guimarães Oliveira, autora do texto Educação a Distância e Tecnologias da Informação e da Comunicação na Transição Paradigmática”,   aponta alguns "pontos altos” da EaD que são:    
  •  O Interesse ao Estado na EaD, pois é uma forma de expandir de forma rápida a formação universitária em todo país
  • É uma forma de ampliar os serviços de universidades públicas sem precisar construir novas instalações.
  • Os fabricante de equipamentos de softwares  comemoram um novo mercado.
  •   As instituições privadas de ensino, são atraídas pela possibilidade de reduzir seus custos.
  • È de  interesse dos alunos que moram ou residem em locais distantes das metrópoles.
  • é de interesse a muitos pois ela democratiza o acesso ao ensino superior, superando as fronteiras geográficas.

          Mas o texto aponta também alguns aspectos citados pela autora como motivos para que a EaD seja considerada por muitas pessoas, “como atividade à margem do sistema educacional”. São elas:

  • A EaD possui um caráter  supletivo por compensar as carências de políticas que não conseguiram oportunizar estudo à cidadãos em idade própria.
  • Outros consideram-na como forma barata e rápida de ampliar a oferta de cursos, às vezes com qualidade duvidosa.
  • Tem aqueles que criticam a EaD como espaço predominante da dominação tecnológica.
  • São privilegiados os instrumentos eletrônicos como recursos didáticos, em detrimento da aprendizagem do aluno.

     

         Existem cursos e instituições brasileiras de EaD em que se realizam algumas atividades concretas na modalidade a distância, como a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),  Universidade de São Paulo (USP) entre outras.

         A Tecnologia de Informação e Comunicação, tem algumas potencialidades, tais como a construção do saber à distância, professores e alunos tornam-se interlocutores e parceiros na empreitada de adesão do aprendente à proposta de estudo. Além disso as metodologias ativas contribuem para a formação do aprendiz adulto, autônomo, criativo, critico a participar com desenvoltura de comunidades virtuais ou presenciais de aprendizagem e trabalho.

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