4º ENCONTRO DOS “PIOVESANS” NA LINHA BASE DE NOVA PALMA AOS 11/02/2007.
A Festa de Lourdes no 88° Aniversário da Criação de Nossa Paróquia, coincide neste 2007 com o 4° Encontro Piovesan.
Estes
providenciais acontecimentos que se multiplicaram desde o Centenário dos
Italianos na América, são sempre bem vindos quando bem preparados.
Os
Piovesans capricharam em duas frentes:
1) Cuidaram de resgatar, e
apresentar neles a História Familiar- Avoenga, com
Artes Cênicas e Canto, até um Livro Genealógico.
2) Estenderam a festividade a
todos os Ramos da Parentela, apesar de muito grande. Não favorecendo uma Linha,
esquecendo a outra. Guardam assim a preciosa Unidade do Tronco, Gerações em
fora.
Diante
do que já se historiou nos ENCONTROS PASSADOS, realçamos neste, o Ramo Giovanni Ferdinando Piovesan, geralmente
conhecido como Ferdinando, ainda
mais que a Confraternização se dá nesta Localidade onde mais e melhor se
desenvolveu a Descendência que chamamos até hoje “OS
PIOVESANS DA LINHA BASE!”.
Nossos Piovesans da IV
Colônia – (lembramos) – descendem do Tronco comum Piovesan Matheo e Angelica
Badin: entre outros tiveram os dois filhos
Giuseppe e Giovanni Ferdinando, aquele em 1837, este a 14/10/1845.
Giuseppe na geração do 8° filho, em Santa Cristina de Treviso, morre-lhe a mulher em pobre cortiço alugado de Pegureiros.
O
filho Luigi (1862) ao dar alta do Serviço Militar em Verona,
trouxe a idéia que tantos Italianos alimentavam de, imigrar para a América.
Chegaram
em Silveira Martins a 15/01/1888: O viúvo Giuseppe, - Luigi casado com Elizabeta
Tosello e uma criança de 6 meses e mais 5 manos
solteiros: Um grupo portanto de nove indivíduos.
Estabeleceram-se
no pequeno lote número 141 encravado entre a Linha Duas e a Posse dos Portelas.
De onde perto do “Barracão” na Semana Santa de 1888 Giuseppe consagrou-se diante das
famílias que se estabeleciam em Soturno, notável e piedoso Capelão para a catequese infantil e terço dominical.
Desejamos lembrar aos Piovesans e a Paróquia de Nova Palma, que a 9 de setembro deste ano vai se completar um século da morte
deste Pioneiro da Fé Cristã em nosso meio.
Toca aos netos, bisnetos e
tataranetos de hoje acertarem o que se construa para perpetuar esta figura
infatigável, que tanto se empenhou nos primórdios da nossa Nova Palma.
É sacratíssimo dever de gratidão.
Mas
repararam que na Itália ficou o Mano e Tio Giovanni
Ferdinando. Este casado a 6 de fevereiro de 1870,
em Zero Branco de Treviso, com Zago Teresa, 7 anos mais moça e 6 filhos. Não
acompanhou os demais porque entre os anos de 1884 a 1888 tinha uma Licença
Comunal de “INTROMETTITORE AMBULANTE DE ANIMALI BOVINI, SUINI, OVINI ED
ALTRI”. Um emprego
portanto de Veterinário Ambulante que atendia uma parte do município, chamada “Biancade”,
distante poucos quilômetros de Santa Cristina.
Temos
no arquivo da Família os Documentos deste Emprego Público, que por certo
exercia com dedicação e eficiência visto que as nomeações eram renovadas
anualmente.
Neles,
está descrita sua figura aos 39 anos: - Estatura alta -
cabelos pretos - fronte baixa
- sobrancelhas escuras -
olhos castanhos - nariz regular
- boca média -
queixo oval - barba preta
- rosto comprido -
fisionomia natural - sem outros sinais.
Mas
a separação do mano Giuseppe, a insistência deste em convidá-lo, o ensejo de dar aos
filhos um futuro melhor, onde não faltasse o pão e fossem proprietários, sem a
exploração dos “Signori” decidiu a partir:
Pai, Mãe Teresa Zago e 6 filhos.
Encontraram
para se estabelecer em Soturno, 2 lotes semi –
sobrados de Números 40 e 41 que lhes foram designados pela Comissão de Terras,
a 20 de junho de 1889.
Estas
colônias a meia encosta da hoje Gruta de Lourdes, no travessão 1 entestavam com a de Giuseppe. Vizinhança desejável e mesmo necessária nos
difíceis primórdios da colonização para a inter – ajuda
do mutirão fraterno.
A
Época porém era politicamente difícil em que o Império
do Brasil, desgastado, inesperadamente caía, por uma quartelada militar.
Com a balburdia que se
seguiu com a implantação da República despreparada para o Governo, explodiram
Revoluções como a Federalista e outras, que tanto assustaram e prejudicaram os
nossos recém- chegados Colonos, soterrados na floresta
por abater.
Piquetes de Chimangos e Maragatos,
roubavam, destruíam, degolavam, levavam animais de montaria e vacuns
para o alimento, roupas para o frio.
“Quanta paura, mio Dio”, exclamava minha avó, obrigando-se a enterrar no mato
roupas e objetos do lar, e esconderem nos sovacões animais de montaria e de
estimação.
Durante os 5 conturbados anos revolucionários, no lar de Ferdinando
sucederam-se as seguintes ocorrências:
-
A primeira: 9.8.1890, nasce o 7º filho
FORTUNATO, o primeiro na
sonhada América.
-
A segunda: 9.7.1891, casamento da
primogênita MARIA (
* 21.1.1872),
com o vizinho LUIGI BONALDO da
Linha Duas do Soturno. Apesar de falecer
prematuramente em 1904 deixa 7 filhos:
A Maria c/
Fortunato Piovesan -
o Luiz Bonaldo
c/ Maria Pegoraro e Catarina Dal Bianco
– Angela c/ Aurélio Michelon - João
c/ Maria Libana Baggiotto.
Há conosco aquí representantes desta linha Bonaldo descendentes de Maria Piovesan, que veio a falecer a 11/7/1958 ?.......
-
A terceira
ocorrência é o nascimento de Rachel Piovesan a 27.7.1892. Em
1915 c/ JOSÉ PEGORARO, gerando 10 descendentes. Este numeroso lar se
subdivide em RUBIM – STEFANELLO – GARDIN e CARGNIN.
Quais são os representantes da Rachel com sobrenome Pegoraro?......
- A quarta ocorrência é o casamento da segundo gênita ANNA ( *
9.3.1873) com ISACO DANIELLI – não
tiveram filhos. Mas no inicio de século XX enxamearam para o Alto Jacuí, hoje,
Não-Me-Toque e Tapera. Alí faleceram. E como não os
esquecemos tanto quanto a Anna, nos abençoem lá do Céu !
- A quinta e ultima
ocorrência antes, da paz revolucionária é o nascimento da ESTER ANGÉLICA em
6.12.1895. Futura esposa de MICHELE PICCIN. (
4.7.1914) Casal e descendência com suas ramificações muito bem
conhecidas entre nós.
Apresentem-se os tantos descendentes deste magnífico lar, que se multiplicam hoje em Giovelli – Ravanello – Rossato – Rubin – Stefanello – Facco e Manfio..........
VII
Terminada a Revolução
com a Paz de
Pelotas a 23.8.1895, os PIOVESAN tanto de Giuseppe quanto de Ferdinando, formaram
uma turma para irem ao Arroio Grande onde ganhar, derrubando e farquejando
dormentes de madeira de lei para a Estrada de Ferro que bifurcava então os
trilhos para a Fronteira e para a Serra. Suado labor que os Piovesans sempre
comentaram e nunca esqueceram. Ainda mais que foram explorados por
intermediários corruptos na venda do material.
Mas foi nesta labuta
que Ferdinando, conheceu e admirou no vizinho Val de Buia,
canaviais das terras novas convertidos em rapaduras e
cachaça nos Engenhos e Alambiques que se sucediam no Lajeado do Veado até
desaguar no Vacacaí Mirim.
Deixou pagos os lotes
em Soturno, que alugou a Giordano Prendin e com seu
lar (menos as casadas) - mudou-se para
a Saxonia de Silveira Martins. Montando ali, com a pratica que tinha da
Itália, além do alambique a criação de suínos, cultivo de fumo em folha e de
corda e outros
misteres mais rentáveis daquela época.
Nesta empresa familiar
– ( até hoje não consegui localizá-la) – faleceu de
câncer na garganta Ferdinando a 22.2.1901. Morte um tanto inesperada
visto que a 9 do mesmo mês e ano, em Silveira Martins celebraram o casamento do
filho Antonio com Viriata Bertagnolli.
Indescritível a consternação da viuva e mãe Tereza Zago, filhos e vizinhança
que o admiravam não tanto pelo trabalho manual, mas pelo engenho com que
arquitetava negócios diversificados. Foi sepultado no Campo-Santo da Capela de
San Zeno, em Val Veronês.
VIII
Diante do impacto da
morte do pai Ferdinando, Antonio Piovesan, o mais velho, com a aquiescência da
mãe viúva, traz o pessoal de volta, para Soturno buscando aquí o futuro da
família que vai se dispersando.
Reparem: Por isto a 25/5/1903, o mano Giuseppe Piovesan
(3.1.1881), já casado com a Silveirense Filomena Lucia Bresolin,
subscreve uma Declaração a sua mãe
viúva e Irmãos, que recebeu pela morte do Pai, 2 cavalos encilhados e 105$000
RS, em dinheiro e se encontra quitado da parte que lhe toca no inventário.
Esse 4º filho de Ferdinando,
tendo já uma crianças enxameia com a sua parte, a 5.6.1905 para “Bella Itália”, gerando mais 6 descendentes naquela região.
Morrendo-lhe a esposa, torna a casar em 1930 com Giacomina
Bresolin (de Fioravante), e
tem mais 2 filhos em Pejuçara. Somente sua segunda
filha Angela, de Soturno casa a 21.5.1927 em Não-me-Toque, com Olivo José Manfrin. Os demais matrimônios acontecem com pessoas
de outros lugares, que não a Quarta Colônia.
Depois de muitos anos
de separação, Dona Milamar, uma pesquisadora
genealógica de Curitiba, veio trazer em 2004, notícias deste Piovesan que
partiu de Soturno nos primeiros anos do século.
Haveria neste Encontro alguém aqui, desta descendência de Giuseppe com Bresolins ? .....
Minha gente: no passado
aconteceram tais separações não só dos que ficaram na Itália, mas também entre
nós. Podemos aquilatar o valor destes Encontros, como este nosso.
IX
Se Giuseppe achou por
bem sair para as Terras Novas, Antonio com a mãe viúva e manos menores, faz a
seguinte Escritura:
A 6.12.1904
no Cartório em Vila Rica, Amélia Moreira Fagundes vende a Antônio Piovesan,
120.000 m² de mato, na Cerra Geral do Quinto Distrito, sendo a metade do Lote
n° 1, da medição procedida por João Fumagalli, pelo preço de 400$000rs, assinando como
testemunha Serafin Trentin, perante o Escrivão Anthero Silveira.
É o começo da
radicalização dos Piovesans de Ferdinando na Linha Base, então denominada de “Aterrado”
Interessante anotar
que nesta mesma data, compra, com a mesma Proprietária a outra metade do Lote 1, pelo mesmo preço, o Sr. Angelo
Piovesan, filho de Giuseppe e
Primo-irmão de Antonio, o futuro professor da “Scuola
Serale” desta nossa localidade.
X
A História agora se
desenvolve nesta nossa Comunidade, e no lar de Antonio, onde além da mãe viúva
se encontram os manos GIOVANNI e LUIGI
FERDINANDO, os 2 últimos que vieram da Itália.
Este dois manos casam
no mesmo ano de 1909, a 24 de abril, o primeiro Giovanni com Regina Grassi
o segundo com Joana Rossato (de Benedetto).
GIOVANNI com Regina
geram em nosso meio, os seguintes filhos:
1.
MARIA TEREZA que
casa em 1928 com DOMINGOS REDIN;
Peço se erguerem de pé os descendentes dos 6 casais que vamos apresentar ........
2. ROSA AMÁBILE PIOVESAN, esposa de PEDRO PEGORARO.........
3. CANDIDA CLEMENTINA saudosa mulher do finado AGOSTINHO
ANDRÉ MANFIO......
4. BENJAMIN, de 1916, esposo de LUCIA FACCO - Filhos
e netos de pé..........
5. GENOEFA, casada em 1950 com VITÉLIO BISOGNIN. Tendo aqui gerado 6
filhos enxameiam para Jaboticaba, em maio de 1953..........
6. DAVI PIOVESAN, meu saudoso companheiro de seminário
que apelidamos de “Picolé”, casado em 1946, em Porto Alegre com ANUNCIA JOANA
LOPES.
Anotemos que Giovanni morre precocemente com 29 anos
em 1924, sobrevivendo dona Regina, até 5.4.1956, quando falece duma picada de
cobra.
Lembro perfeitamente este acidente, por quanto iniciava meu apostolado
em Nova Palma, 50 anos atrás.
LUIGI FERDINANDO PIOVESAN, último Italiano que veio de Preganziol,
com dona Joana Rossato, geram:
1. ALZIRA TEREZA, em 1910, que casa em 1929, com AMADEU
ZANON (de Generoso). Enxamearam para Barreiro de Ivorá, onde deram a vida a 13
filhos, inclusive duas filhas religiosas e se multiplicam em sucessivas
gerações naquela região;
2. STELLA PIOVESAN casa em 1922, com AGOSTINHO
LIBRELOTTO, pais de bom número de filhos que tem descendência em Santa Maria.
O lar de Luigi e Joana é interrompido pela fatalidade
um raio que mata Luigi junto a sua carroça de fretes, em Júlio de Castilhos a
2.6.1912. Paz a sua alma!
A Viúva Dona Joana casa segunda vez, com SEGUNDO
BISOGNIN a
22.9.1915 com 6 filhos e dois adotivos.
Descendentes de Luigi Ferdinando e Secondo Bisognin, aqui presentes, queiram se apresentar......
XI
Na exposição histórica que fazemos vamos entrar no
Lar de ANTONIO PIOVESAN e Dona VIRIATA BERTAGNOLLI, que presidiu a caminhada
após a morte de Ferdinando em 1901.
VIRIATA LUIZA BERTAGNOLLI = filha de Antonio e Tereza
Soncini, nasceu em Silveira Martins, a 28.8.1879, dum
lar que imigrou do Tirol Austríaco, a 30.3.1878, portanto na terceira turma dos
pioneiros Italianos da Quarta Colônia.
Viriata cultivou especial devoção, que trouxe em nosso meio, a beata GEMMA GALGANI, aconselhando ao doente
José Cocco de erguer o Capitel da Linha do mesmo nome com esta Santinha. Com a
licença e benção do padre Zanella a 25.5.1930.
Tornou-se mãe de 12 filhos. Somente um falecido após
o parto. Os demais todos casaram com a curiosidade porém,
que dois somente são homens, as demais todas do sexo feminino.
Para nosso conhecimento e aplauso genealógico, vamos
apresentar:
1. CILENE (*8.5.1902) casa com ANTONIO BATISTELLA
(30.4.1921);
2. IRENE MARIA (*13.7.1903) casa ANGELO LIBERALESSO
(25.6.1931);
3. AMÁBILE (*19.10.1904) casa com ARCANGELO STEFANELLO
(23.8.1924);
4. AURÉLIA (*8.11.1906) casa com LUIZ STEFANELLO;
5. TEREZA (*17.6.1912) casa com ARCANGELO GABRIEL
ROSSATTO (24.6.1933);
6. ADELAIDE (*27.1.1916) casa com AFONSO GARDIN
(7.4.1938);
7. HENRIQUETA (*24.4.1918) casa com GERÔNIMO CECHIN
(13.7.1940);
8. ALBINA(*27.3.1920) casa com
JOÃO PEDRO DELLAMEA (5.4.1942);
9. ELVIRA (*27.2.1922) casa com SILVIO JOSE CANCIAN
(20.11.1948);
Meus amigos: quem está presentes, nesta abençoada data dos descendentes destes 9 matrimônios, cujas mães são filhas de Antonio e Viriata Piovesan ??....
Entre os filhos homens enumeramos:
Iº) JULIO FERNANDO
nascido 9.4.1908, casado a 24.5.1930, com Carolina Rossato (de Antonio). Os
pais de Elda- Nelci- Olina- Juvelina – Nelsa- Aldo-
Valdira- Arnaldo- Décio- Vilson e Expedito. Por demais conhecidos entre nós, e
em boa parte nossos hospedeiros.
Vamos saudá-los com uma grande salva de palmas.....
IIº) FERDINANDO I nascido a 2.8.1909,
falecendo com o batismo privado com duas horas de vida. Este Anjo de Deus, que
participa na Eternidade, abençoe a parentela e a nós todos.
IIIº)
FERNANDO JOÃO II este nascido em
1910, casa a 29.8.1931, com Tereza Maria Stefanello (de Agostinho). Pais de 12
filhos, quase todos nascidos em Palmeira de Missões, para onde se enxamearam
nos idos de 1936. Lá prolifera a grande descendência.
Por certo deve haver representação em nosso meio hoje desta nobre Linha....
XII
Com o estabelecimento
dos Piovesans de Ferdinando, Linha
Base, formada com moradores das Linhas 1 e 2 do Soturno, em 1895, acrescidos de compradores da Fazenda
das Árvores, em 1899, mais futuros proprietários da Posse dos Portella no começo do Século
XX, somando 12 famílias de origem Italiana em 1912, puderam requerer e
construir a Capela de São Francisco, em 1912. Com ela, logo mais a escola
primária e o desenvolvimento desta Comunidade
em festa.
Meus amigos, haveria
tanto a dizer e
historiar se tempo houvesse. Atenhamo-nos a documentar que Piovesan Antonio faleceu a 1.11.1955, precedido, porém, de sua
estimada esposa Viriata a 25.10.1936. Paz a suas nobres almas.
Muito, muito mais
graças ao nosso Centro de Pesquisas Genealógicas poder-se-ia dizer, inclusive
doutros ramos Piovesan que constam em São Paulo e nas Colônias Italianas do
Nordeste, cujo maior ou menor parentesco desconhecemos.
Se alguém acorreu queira levantar-se para nossa homenagem....
Igual
pedido e homenagem queremos prestar a todos os Piovesans do Tronco
Giuseppe, já historiados em anteriores encontros.
De pé levantem o braço e todos juntos batamos palmas, muitas palmas a numerosa descendência Piovesan......
XIII
Conhecendo melhor a robusta Fé Cristã de doação, que fez nossos antepassados
arrostarem tudo pensando em nós, juremos de guardar o legado de crença,
trabalho honesto, unidade familiar que nos legaram. Adoremos outros
sim a providência divina que acompanhou a eles e acompanha também a nós.
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