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O Laboratório de Fenômeno de Superfície (LFS) dedica-se aos estudos de fenômenos superficiais, concentrando-se nos estudos de atrito, desgaste, lubrificação e corrosão. Estes estudos envolvem também o controle destes fenômenos através do modelamento, da seleção de materiais e revestimentos e de alterações do projeto ou do processo de fabricação de componentes ou equipamentos. Ao mesmo tempo centra as atividades formativas na descoberta do novo, mediante uma metodologia que privilegia a forte interação entre teoria e prática, o trabalho em equipe e a crítica e avaliação permanente das suas atividades. O LFS conta com o apoio de órgãos de fomentos para o desenvolvimento científico, com forte participação de estudantes de graduação e pós-graduação. Os trabalhos são desenvolvidos em parcerias com Instituições de Ensino e Pesquisa nacionais e internacionais, cabendo destacar a PUC-Rio; UFRN; UFSC; UNICAMP; INPE; IPEN; CEFET-PR; IPT e o LASC. As cooperações internacionais se desenvolvem com: Universidade Nacional da Colômbia UNAL Sede Medellín - Colômbia ; Universidade de Ibagué Coruniversitaria - Colômbia; Universidade Ruhr Alemanha; Kurume National College Japão; Instituto Politécnico Superior Jose A Echeverria CUJAE Cuba; Universidade Central Marta Abreu das Villas - UCLV. Em parcerias com Empresas desenvolve trabalhos de pesquisas básica e tecnológica, destacando-se: Aços Villares Sidenor S. A - Unidade de cilindros: Estudos de desenvolvimento de materiais para cilindros de laminação; Aços Villares Sidenor S. A - Construção Mecânica: Desenvolvimento de aços usináveis e plasticidade a quente de aços; Agrostahl: Estudos de Desenvolvimento e Melhorias do Processo de Fabricação dos Produtos Agrostahl; Pirelli Pneus S. A.: Estudo do desgaste e atrito de compostos de borracha; e Logos Química Ltda.: Desenvolvimento e avaliação de inibidores de corrosão. Como fruto desse conjunto de atividades o LFS, juntamente com o IPEN, a UFSC e a UFRN, foi contemplado com o Programa de Apoio a Núcleos de Excelência PRONEX97 da FINEP/CNPq. E Juntamente com o Departamento de Metalurgia de Escola Politécnica PMT e o Laboratório de Fundição do IPT o PRONEX 2004. |
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