Ângela
(Raul Seixas e Cláudio Roberto)
Mesmo que me aperte
Essa sensação sem nome
Ou que me faça engolir a seco
A minha sede é de Ângela
Ângela, Ângela
Quantas vezes eu me quis negar
Mas o meu rio só corria
Em direção ao mar de Ângela
Ângela, Ângela
Rouba do meu leite agora
O gosto da minha vitória
Do meu amor, do meu amor, por mim
Eu que me achava
O rei do fogo e dos trovões
Eu assisti meu trono desabar
Cedendo às tentações
Às tentações de Ângela
Ângela, Ângela
Minha espada erguida para a guerra
Com toda a fúria que ela encerra
No entanto é tão doce
É tão doce para Ângela
Ângela, Ângela
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